domingo, 19 de setembro de 2010

CAFQ de graceli - UNIFICAÇÃO ENTRE A COSMOLOGIA, ASTRONOMIA, FÍSICA E QUÍMICA.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

UMA SÓ TEORIA QUE UNIFICA OS QUATRO RAMOS DA MATERIALIDADE.

Enquanto Kepler, Galileu, Newton, Einstein desenvolveram um eixo da física, astronomia e cosmologia. Que se fundamenta em inércia, força, gravidade e curvatura do espaço e relatividade.

GRACELI DESENVOLVEU O OUTRO EIXO, com outro direcionamento, outra origem e desenvolvimento e fim. Que se fundamenta em energia, camada e faixa graceli, astronomia estruturante, gracelons, não inércia, não conservação de energia, desintegração, variabilidade e fluxonalidade e outros.

E unifica a cosmologia, astronomia, física, química num só sistema [CAFQ].

E uma outra cosmologia.

Os fenômenos de alinhamento, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento do secundário em relação ao primário. A camada graceli que é encontrada nas galáxias também é encontrada nos astros e no sistema atômico. A eclíptica galáctica. A faixa interna dos astros, estrelas e galáxias, e no sistema atômico.

O processo de desintegração e reintegração de energia, matéria e radiação.

Ou seja, a natureza do macro é a mesma da média e do micro. E por sua vez a química não é uma estrutura sólida, mas em processos, pulsos e variações, e em movimentos.


Assim, uma só teoria para a energia, o sistema atômico [ver teoria dos energeticuns – publicado na internet], acompanhamento, eclíptica atômica, astronômica, e cósmica.

Faixa graceli interna nas galáxias, astros, e sistema atômico.

Acompanhamento dos terciários aos primários  espaço afora. Através da camada graceli.

Seguimento de sentido de translação pelo secundário aos primários.


Dentro da camada graceli o astro inicia com uma elipse grande e diminui até o limite da camada. Depois passa a aumentar conforme o astro se afasta da camada graceli.

A aceleração da elipse e inclinações é decrescente, porém as irregularidades são crescentes.

O balanço, a recessão [afastamento] a lateralidade, a rotação, e a translação são decrescentes.

Ou seja, há uma unicidade produzindo a CAFQ graceliana.

Os processos físicos e a energia produzem os elementos químicos, o sistema atômico, os astros, a faixa e camada graceli, são os gracelons, produzem o alinhamento, os seguimentos, o acompanhamento, as dinâmicas e órbitas e suas variações e fluxos.


SOBRE A IDADE DO SISTEMA SOLAR.

Se a terra tem 150.000.000 de km do sol.

E tem um afastamento de menos de um metro ao ano.

Logo, a idade da terra está próxima de cento e cinquenta bilhões de anos.

E a idade de plutão é seis trilhões de anos.

E a idade do sistema solar é este tempo de plutão por ter sido o primeiro planeta, mais [somado] o tempo de esferificação do sol.




LEIS DO SISTEMA ASTRO-COSMOLÓGICO DE GRACELI.

1-As órbitas da lua e dos cometas não são elipses perfeitas, mas ovais e variáveis. Mudam conforme o posicionamento e terra-lua  e conforme entram na faixa e camada graceli.

2-Os astros se afastam progressivamente na razão da energia e radiação do primário e do próprio astro.

3-O universo é um sistema em processos e construção.
Com produção de novos universos e novas matéria e energia, enquanto outros universos e matéria se desintegram até se tornarem-se matéria escura.

4-O alinhamento dos sistemas em forma de disco se deve a faixa graceli e ao magnetismo.

O alinhamento obedece três fases.
Da faixa e camada graceli [estabilidade progressiva].
Da semi-estabilidade [ ao sair da faixa graceli].
Irregularidades crescentes e acelerações decrescentes, retrogracidade [pela própria energia do astro]


5- A rotação tem origem na energia do astro e na faixa e camada graceli do primário.

6- A translação é um prosseguimento da rotação do primário, e continua com a energia do próprio astro quando ele ainda está na fase de esferificação [de anel para esfera]. Com ao se afastar com a desintegração de energia ele perde aceleração.

Plutão o primeiro astro do sistema solar [não estou considerando aqui os exosplanetas que se afastaram do sistema solar].


7-O afastamento progressivo [ recessão] é que determina a distância entre os astros.

Com isso o sistema solar passa a ter para mais de um trilhão de anos.

8-Todo movimento é por natureza curvo, pos não existe rotação retilínea.

9-O terciário acompanha o secundário por estarem dentro de faixa e camada graceli, onde se tem um só sistema [ uns dentro dos outros].

10-A excentricidade e as inclinações dependem da faixa e camada graceli, da energia só sistema e ao sair da faixa e camada graceli a elipse e a inclinação que eram decrescentes passam por uma estabilidade e depois passam a ser crescentes, mas a aceleração e decrescente.

11-Chegando a movimentos lentos, retrógrados, ovais, e rotações inversas.

12-O sol possui a faixa graceli interna, pois formado por um sistema que possibilitou este magnetismo, e é o que leva o sistema solar ao seu alinhamento.

13-A rotação também segue um sistema de alinhamento, e a rotação, o movimento de lateralidade e o movimento de afastamento também seguem uma variação de crescente para estabilidade, e de estabilidade [num ápice] para decrescente.

14-Isto acontece por que dentro da faixa e camada graceli que é um sistema faz com que o astro primário não consiga produzir todo seu potencial de movimento, ou seja, o sistema graceli trava o movimento, e só ao sair completamente do sistema os secundários podem produzir naturalmente o seu movimento pela sua energia.

Assim, enquanto ainda estão dentro do sistema graceli e se afastando do centro o seu movimento de ínfimo passa a ser crescente, mas ao sair do sistema graceli [ faixa e camada] ele já tem a sua energia em desintegração progressiva de energia e os movimentos que eram crescentes passam a ser crescentes.

Pois, enquanto se livravam da ação do sistema graceli [que decresce com o afastamento] para por em ação toda sua energia, esta energia também está em decréscimo, por isto que os movimentos que eram crescentes passam a ser decrescentes.

15-E inclinações e elipses que eram decrescentes passam a ser crescentes, mas com aceleração decrescentes.

Isto se confirma no sistema de estrelas, de planetas, satélites e cometas e asteróides.


Se a rotação se mantivesse poderia dizer que existe inércia, mas ela também decresce.

Assim, se a rotação é variável com o sistema graceli e com a energia do astro, logo o que produz a rotação são estes elementos e não o achatamento do próprio astro como determina as pesquisas atuais.

Pois o formato do astro não passa por um processo de pequeno achatamento para um grande achatamento, e depois de um grande achatamento para um pequeno achatamento. Pois a rotação passa de pequena para grande e de grande para ínfima.

E se isto fosse verdade todo equador estaria voltado para a eclíptica do alinhamento cósmico e isto não se confirma.

Assim, como as dinâmicas e órbitas o achatamento e formatos de astros se devem à faixa e camada graceli que passam os astros na fase inicial durante a sua formação, que anéis e esferificação. Isto explica os formato dos anéis, das esferas e alguns formatos irregulares como dos satélites de marte e asteróides.

16-O numero de secundários são proporcionais à produção de energia e tempo de vida do astro.

17-O sistema solar ainda terá centenas de planetas, enquanto alguns se tornaram exosplanetas.

18- O mesmo acontecerá com os satélites.

19- O sol ainda é um astro novo e que vai produzir centenas de planetas menores e com menos energia, menos dinâmicas e maiores inclinações e elipses.

20-O universo segue uma ordem e harmonia através de um afastamento ínfimo, para dar lugar a astros novos.

Se o universo estivesse nesta velocidade de expansão que é falado atualmente, esta harmonia e ordem não existiriam.

21- Os astros sempre se inclinam mais para um dos lados, produzindo um desalinhamento. Isto tanto na rotação quanto na translação,

22- A excentricidade também passa por fluxos e variações crescentes e infinitas.



23-O mesmo sistema de produção de energia que produz os elementos e sistema atômico produz os astros, galáxias, os universos [fases] e o cosmo. Temos neste ponto uma universalidade e uma unicidade.

Há uma alternancidade nos agentes da dinâmica, órbita e produção de astros.

Quando próximo – a faixa e camada graceli e energia de todo sistema.

Quando em distância mediana – energia própria.

Quando bem afastado – com energia própria em desintegração.


24-E também é seguido de uma variação e fluxos.

25- Há um balanço na rotação dos astros, que varia de ida e retorno de vinte a quarenta horas. Este balanço ínfimo pode ser detectado nas sobras da luz solar sobre a terra.

Esta variação pode ser notada entre os dias.

Com uma variação de crescimento seguido de um decréscimo no mesmo crescimento.

O balanço rotacional que acontece com todos os astros também acontece com todas as dinâmicas.

Uma teoria física deve englobar a física, a química, a astronomia, a cosmologia.

E tratar sobre a origem e processamento dos elementos químicos e o sistema atômico.

Formatos em que passa cada astro [de anéis, a esferas e a desintegração].

O formato dos sistemas – do atômico ao galáctico. [de disco e astros até se tornarem  partículas livres no espaço

A rotação, afastamento, lateralidade, inclinação e elipse.

E o movimento de lateralidade de todos os sistemas. [ o sistema solar também tem uma inclinação em relação à galáxia, e tem uma excentricidade na sua órbita].

Origens e causas.

Balanços, variações, fluxos, ovalidade de órbita.


´´Um pensador é como um cego que se guia com os obstáculos à sua frente´´.
                                                                                          Graceli.



TEORIA DA UNIFICAÇÃO COSMOLÓGICA.

Astronomia e cosmologia de graceli.

A unificação acontece entre elementos, no alinhamento, seguimento, acompanhamento, nas dinâmicas e órbitas.

Na energeticidade, no universo estruturante e astronomia estruturante.

Na alternancidade.

Na alternancidade de faixa e camada graceli para energia.

Nos fluxos, variações e balanços.

Física - entre a termodinâmica, quântica, nuclear.


Tipos de órbitas.

Ovais [sempre com uma das extremidades mais pontudas e outra mais larga].

Órbitas ovais variáveis e de fluxos – confirma-se nos cometas e na lua quando entram na faixa e camada graceli.

Órbitas irregulares, variáveis e de fluxos variados. Isto acontece principalmente com a lua por estar sempre entrando e saindo da faixa e camada graceli, e por cometas quando entram e saem da faixa e camada graceli.

Órbitas de balanços entre dois extremos, com as variações [inclinações e elipse] sempre sendo crescentes e decrescentes [ou seja, com fluxos variados].

Balanço orbital. Confirma-se nas órbitas na terra e nas órbitas da lua e cometas.

Lateralidade.

Fluxo graceli.

Fluxo astronômico graceli. E fluxo atômico na produção de energia e novos elementos – de leves em pesados e de pesados em leves. [ver teoria da energeticidade - publicada na internet]


Assim as órbitas passam por processos dessemelhantes [diferentes] em cada órbita realizada.

Isto também acontece com as galáxias, sistema astronômico e sistema atômico.



Movimento - lateralidade terciária.

Constante com direção e sentido perpendicular, pendendo sempre para um lado.

Isto acontece com maior intensidade com astros distantes [satélites de urano e netuno, e plutão].

Os movimentos retrógrados e de lado são exemplos de lateralidade. Principalmente em exosplanetas, pois estes estão muito longe da ação da camada e faixa graceli.

A FAIXA E CAMADA GRACELI É UM MEIO FÍSICO DE ENERGIA E CAMPOS QUE TEM FUNÇÃO DE MAGNETISMO [NA PRODUÇÃO DE CARREAR MATERIAL E GASES DOS PÓLOS PARA O EQUADOR, E NA PRODUÇÃO DE ANÉIS].

IMPULSÃO DE RADIAÇÃO PRODUZINDO O MOVIMENTO DE AFASTAMENTO.

COMPRESSÃO PELA AÇÃO DA PRESSÃO ATMOSFÉRICA, DE CAMPOS, E ESPAÇO DENSO PRODUZINDO A ESFERIFICAÇÃO DO MATERIAL QUE JÁ SE ENCONTRA NA FASE DE ANÉIS.

Ao sair da faixa e camada graceli o astro passa a produzir a sua órbita e dinâmicas conforme a produção de energia do próprio astro.


É importante ressaltar que as teorias de Newton e Einstein não conseguiram responder.

A causa da rotação e do afastamento.

O formato dos astros.

O seguimento de sentido de movimento.

O acompanhamento.

O alinhamento cósmico, estelar, planetário, galáctico, e de satélites e asteróides.

Como também os movimentos de lateralidade e retrógrados.




TEORIA COSMOLÓGICA E ASTRONÔMICA DE UNIVERSALIDADE E ESTRUTURALIDADE.

ALTERNANCIDADE NAS CAUSAS.

1-Origem e formação [ainda sob a ação do primário e faixa e camada graceli do primário [fase de anéis e esferas e formas orbitais em disco [alinhamento]]].

2-Faixa e camada graceli.

3-Faixa e camada graceli e energia própria.

4-Energia própria.

5-Energia própria em desintegração.


FORMAS DE MOVIMENTOS.

1-Durante a origem e formação.
2-Durante a faixa e camada graceli.
3-Com a faixa graceli e a energia própria.
4-Só com a energia própria.

O movimento muda e varia conforme as suas causas e intensidade.


AÇÃO SECUNDÁRIA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

Na origem ocorre a ação primária.

Na secundária – ocorre no retorno principalmente por meteoros e cometas. Meteoros são destruídos quando entram na faixa e camada graceli.

Nos cometas - a sua cauda e coma sofrem modificações. E sua dinâmica e órbita também são variadas – conforme pode aumentar ou diminuir.

E a energia e a luz do cometa também sofrem variações.

O AFASTAMENTO também passa pela fase primária e secundária.


A LATERALIDADE PASSA PELAS FASES    PRIMÁRIA, SECUNDÁRIA E TERCIÁRIA

Primária – dos pólos para a faixa graceli, onde são produzidos os anéis.

Secundária – é o movimento constante em que o astro além da rotação tem um fluxo de balanço, e sempre pende mais para um lado. Isto se confirma na inclinação bem acentuada de Urano, e no movimento retrogrado de Vênus [anda em sentido contrário aos demais planetas e contrario ao sentido de rotação do sol].

Lateralidade terciária.
Lateralidade constate com direção e sentido pendendo sempre para um lado.

Isto acontece principalmente com astros secundários distantes – exosplanetas – longe da faixa e camada graceli. – pois estes agentes alinham os planetas em discos.



Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


HUG – HIPER UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.


TGT - TEORIA GRACELIANA DA TOTALIDADE. Uma só teoria para a física, a química, a cosmologia, e astronomia, astrofísica e Cosmofísica.

O fenômeno que é a energia produz as dinâmicas, órbitas, formas dos astros e dos sistemas em disco das galácticas e estelares. Órbitas, elementos químicos, etc.

Em que a física se completa com a química e a química se completa com a física.

O átomo é um sistema dinâmico e de processamento de energia.

Produz os gracelons.

O acompanhamento dos sistemas.

E a evolução dos elementos e os astros.



SISTEMA GRACELIANO UNICISTA.

Da origem do cosmo, seu formato e desintegração, fases, etc.

Na produção física de energia, na produção química dos elementos, movimentos, formas, desintegrações, fluxos, órbitas. E outros.

Na produção de partículas, radiação, luz, temperatura. Etc.na produção de astros, suas órbitas, sistemas em discos, dinâmica, fluxos e gracelons.


VARIABILIDADE [TEORIA G].

O mesmo sistema na produção de um sistema atômico se tem na produção do cosmo, e dos astros.


LEIS DO SISTEMA FÍSICO, QUÍMICO, ASTRO COSMOLÓGICO GRACELIANO.


Direcionamento do poder divino [teologia] regendo a vida, a existencialidade e o universo.


Estágio cósmico.
Estágio da matéria e energia em que nos encontramos.
Direcionamento metafenomênico existencial.
Estágio físico, cosmofísico e astronômico.
Estágio químico e estágio de evolução de elementos químicos.


Metafenomenia – propósito existencial [teologia e metafísica].

Metabiologia – a vida é uma produção de um direcionamento, é uma essência própria e não surge da matéria, pois ela não teria condições de produzir uma engrenagem tão sofisticada, e direcionada para funcionar e transcender.

Metavitalogia.

Metapsicologia. A mente surge do direcionamento que produz a vida. A mente é mais uma ferramenta produzida pela vida para trabalhar em função da própria vida.

Antes do bem, o divino protege a vida. Enquanto todo mal se consuma na produção da morte.

Porém, a vida é eterna, mas o ser não. Assim, a essência da existência e do propósito do divino é a vida. O ser também é protegido, pois a vida se insere nele.

Porém, o mal tem por objetivo maior tirar a vida, e não matar o ser.

Pois a vida é o ponto máximo da obra do divino.

Vitalogia existencial – a vitalidade produz a vida.

Biologia – a vida produz a mente.

Psicologia – a mente e a racionalidade produzem a lógica, e são as ferramentas mentais para a produção da realidade mental.

Filosofia – unem a metafísica, existencialismo, racionalismo, epistemologia, psicologismo, identidade, lógica, e outros.

Unem a física, a química, a cosmologia, e a astronomia [ver cafq de graceli – publicada na internet]

O fenômeno físico determina o químico, o químico e físico produz o energético, este o cosmológico, e todos os astrofísicos e astronômicos.

E do estágio de todos surge a vida, da vida a mente, de mente a lógica e a racionalidade, e de todos – do físico ao epistemológico a totalidade da realidade – fechando o ciclo. [realidade, ser, existência e razão].

O OBJETIVO PRINCIPAL DA FILOSOFIA NÃO É ENCONTRAR A VERDADE, MAS FECHAR O CICLO.

DA REALIDADE QUE SURGE DO DIVINO ATÉ CHEGAR AO RACIONAL, E DO RACIONAL CONSEGUIR OLHAR PARA A REALIDADE COMO PARTE DE UMA TOTALIDADE. NESTE PONTO O CICLO ESTÁ FECHADO.

TAMBÉM A REALIDADE TEM O SEU CICLO DE EXISTENCIALIDADE ATÉ UM PONTO [ÁPICE] PARA SER UMA REALIDADE ENGLOBANTE E TOTALIZANTE.

Ver teoria cafq, e teorias da universalidade de graceli publicadas na internet.





TEORIA DA UNIDADE GRACELIANA.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli

CAFQ GRACELIANA – cosmologia, astronomia, física, química.

Os mesmos processos físicos que determinam o cosmo também produzem os processos químicos na produção dos elementos. Produz também o cosmo e os astros e seus fenômenos, órbitas e dinâmicas.



VIBIFIPSI GRACELIANA – vitalogia, biologia, fisiologia, psicologia.

A vitalidade produz a vida, órgãos e funções e produz os processos e metabolizações fisiológicas, e produz a mente.

A vitalidade tem a sua própria mente e racionalidade.



MEPRE GRACELIANA – vitalicismo, metafísica, existencialismo, psicologismo, racionalismo, conhecimento.

A vitalidade produz a vida e a realidade a partir da vida, e produz a existencialidade, a mente e a racionalidade, e o conhecimento. A vitalidade é uma racionalidade e um conhecimento próprio.

E o mepre e o vibifipsi também se unificam, pois a vitalidade que produz a vida e a mente, também é uma realidade inserida de existencialidade [propósito metafenomênico e poder], e é a racionalidade inserida na realidade e na mente e na psiquê.


Temos neste ponto não só uma universalidade e totalidade, mas uma UNIDADE GRACELIANA.


CAFQ graceliana - UNIFICAÇÃO ENTRE A COSMOLOGIA, ASTRONOMIA, FÍSICA E QUÍMICA.

Uma só teoria que unifica os quatro ramos da materialidade.

Os fenômenos de alinhamento, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento do secundário em relação ao primário. A camada graceli que é encontrada nas galáxias também é encontrada nos astros e no sistema atômico. A eclíptica galáctica. A faixa interna dos astros, estrelas e galáxias, e no sistema atômico.

O processo de desintegração e reintegração de energia, matéria e radiação.

Ou seja, a natureza do macro é a mesma da média e do micro. E por sua vez a química não é uma estrutura sólida, mas em processos, pulsos e variações, e em movimentos.


Assim, uma só teoria para a energia, o sistema atômico [ver teoria dos energeticuns – publicado na internet], acompanhamento, eclíptica atômica, astronômica, e cósmica.

Faixa graceli interna nas galáxias, astros, e sistema atômico.

Acompanhamento dos terciários aos primários  espaço afora. Através da camada graceli.

Seguimento de sentido de translação pelo secundário aos primários.


Dentro da camada graceli o astro inicia com uma elipse grande e diminui até o limite da camada. Depois passa a aumentar conforme o astro se afasta da camada graceli.

A aceleração da elipse e inclinações é decrescente, porém as irregularidades são crescentes.

O balanço, a recessão [afastamento] a lateralidade, a rotação, e a translação são decrescentes.

Ou seja, há uma unicidade produzindo a CAFQ graceliana.




SOBRE A IDADE DO SISTEMA SOLAR.

Se a terra tem 150.000.000 de km do sol.

E tem um afastamento de menos de um metro ao ano.

Logo, a idade da terra está próxima de cento e cinquenta bilhões de anos.

E a idade de plutão é seis trilhões de anos.

E a idade do sistema solar é este tempo de plutão por ter sido o primeiro planeta, mais [somado] o tempo de esferificação do sol.


Cálculo pulsântico [fluxos] de graceli.
Autor – graceli.


1] o valor de x vai até um  limite, depois retorna determinando uma variação até aquele limite. Depois retorna produzindo uma variação entre dois extremos.

Isto é encontrado nos cálculos  graceliano. Com valores entre dois extremos que este extremo pode variar [ crescente e decrescente].

[O todo menos uma parte. E o resultado é dividido pela maior parte].

Assim, o pulso pode  ser fixo ou crescente e decrescente em qualquer dos extremos.

Ver o cálculo infinitesimal espacial dimensional graceliano.


Exemplos.
X=a
A= 1x até o limite 9x.

O retorno. 9x até próximo do limite de 1x.



[7-2=5,   5/2=2,5] . o todo subtraído de uma parte, e o resultado dividido do todo.


Assim, se tem um fluxo crescente e variável, e que pode ser estendido em partes internas, e limites externos, crescentes e decrescentes.


ALGUNS SISTEMAS DE GRACELI.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli

O sistema solar se transformará em um disco retorcido e alongado [disco com extremidades em espiral e formando uma elipse oval], e no final terá planetas livres e soltos no espaço produzindo movimentos retrógrados. Porém, o sistema ainda produzirá vários planetas.

Temos assim o alinhamento e desalinhamento.

Movimento de lateralidade.
Acompanhamento e desacompanhamento.
Seguimento e desseguimento.
Afastamento.
Fluxos.
Inclinacidade e elipsidade.

E RELAÇÃO E EQUIVALÊNCIA [TEORIA DA RELAÇÃO E EQUIVALÊNCIA] entre a rotação do primário com a translação inicial do secundário.

É possível ter previsões astronômicas e cosmológicas com este sistema graceliano. TEORIAS GRACELIANA DAS PREVISÕES

Onde é possível prever o futuro do astro e cosmo e saber o seu passado.

Temos assim, a origem, causas, efeitos e fases, e equivalências. E previsões e consequências futura.

Assim, temos uma ciência da materialidade dividida em vários ramos e partes.


A TEORIA ASTROCOSMOLÓGICA [CAFQ] DE GRACELI SE FUNDAMENTA.


1- Das origens, causas e efeitos e previsões.
2- Da materialidade, energia e estruturas.
3-Das camadas e faixa graceli.
4- Os formatos.
5- Das dinâmicas.
6- Das órbitas.
7-Da variabilidade, fluxonalidade e pulsabilidade.
8- Da unidade, equivalência, totalidade, universalidade.


Graceli descobre o movimento de sentido de seguimento da rotação e translação.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli

E o movimento de alinhamento e desalinhamento, e acompanhamento e desacompanhamento.

TEORIA DO MOVIMENTO DE DESLOCAMENTO E SENTIDO DE SEGUIMENTO TANTO NA ÓRBITA QUANTO NA ROTAÇÃO.


TEORIA DE GRACELI PARA ÓRBITAS DE EXOSPLANETAS.


Os exosplanetas possuem uma órbita irregular e crescentes irregularidades, como órbitas retrógrada, movimentos laterais [de rotação de lado], movimentos de rotação inversa ao sentido do seguimento inicial.

Ou seja, o movimento muda e varia conforme o astro se afasta da camada graceli.

Assim, não é só órbitas retrogradas.

Mas também rotação retrograda, ou seja, de sentido invertido ao seguimento do primário [descoberta de graceli].


Além da retrocidade, há também os movimentos laterais tanto na rotação quanto na translação, onde o astro se movimenta de lado.

Porem, isto é um estagio, está variação é constante, e o astro que hoje anda de lado, ou de sentido invertido, com o passar do tempo ele mudará. Ou seja, como há o deslocamento de rotação e translação também há o deslocamento constante de posicionamento e sentido de seguimento do astro. Tanto na rotação quanto na translação.


TEMOS ASSIM, O MOVIMENTO DE DESLOCAMENTO E SENTIDO DE SEGUIMENTO TANTO NA ÓRBITA QUANTO NA ROTAÇÃO. [DESCOBERTA DE GRACELI].

A DESCOBERTA É QUE OS ASTROS LONGE DA CAMADA GRACELI SEMPRE ESTARÃO NUM DESLOCAMENTO LATERAL PRODUZINDO UM FENÔMENO DE VARIAÇÃO DE POSICIONAMENTO, MUDANDO COM O PASSAR DO TEMPO. O ASTRO QUE HOJE SE ENCONTRA NUMA POSIÇÃO RETRÓGRADA NO FUTURO ELE SE VOLTARÁ NA POSIÇÃO NORMAL, E RETORNARÁ NA POSIÇÃO RETRÓGRADA OU LATERAL. ISTO TANTO NA TRANSLAÇÃO QUANTO NA ROTAÇÃO.

Outro ponto também é que o astro não se posiciona no centro da eclíptica. Sempre numa posição ao lado.


Isto acontece principalmente com astros longe de seus primários e fora da camada graceli.

O que produz isto tanto na órbita quanto na rotação é o movimento de lateralidade.

Alem do movimento de translação e rotação.

Temos o de recessão.
O de inclinacidade e elipsidade.
O de lateralidade.
E o de sentido de seguimento.
E os balanços e fluxos.

Alinhamento e desalinhamento.
Acompanhamento e desacompanhamento.


A partir da camada graceli a inclinação e elipsidade sempre estarão em crescimento.

Pois a sua aceleração diminui, mas o fenômeno continua.

O movimento de lateralidade, sentido de seguimento, alinhamento e desalinhamento, acompanhamento e desacompanhamento. Também diminuem na aceleração, mas o fenômeno continua por isto que há uma proporção entre as distancias dos planetas, e entre os satélites.

O movimento retrógrado é mais presente nos astros mais distantes e menores e nos exosplanetas.


Temos o movimento retrógrado e o movimento desretrógrado. Ou seja, ele está constantemente em deslocamento lateral, em épocas tem um sentido, em outras está de lado, e em outras está se movimentando de lado.

Isto ocorre porque além da rotação e translação o astro também se move de lado.

Este andar de lado ocorre tanto na rotação quanto na translação [ na órbita].

E fora da camada graceli isto está mais presente nos astros. Por isto que encontramos mais isto nos astros distantes de seus primários e nos exosplanetas e cometas.


NOVAS TEORIAS GRACELIANA.

Do alinhamento e do desalinhamento.

Do movimento de lateralidade.

Do seguimento e da retrocidade.

Do acompanhamento e desacompanhamento.

Inclinacidade e alinhamento e eclíptica.

Elipsidade e arredondamento.

Das irregularidades, fluxos, balanços, etc.

Decréscimo das dinâmicas pela desintegração de energia.

[a energia se desintegra tirando potência do astro, e com o espaço denso o astro perde dinâmica].

Isto ocorre com todas as dinâmicas.

Teoria do afastamento progressivo.

Teoria de vários universos e fases de universos.

Do espaço denso.
De gases.
De elementos leves.
Leves e pesados.
Leves, pesados e esferas.
E galáxias.
E aglomerados.
Universo lento, sem luz, sem temperatura, radiação fraca, matéria escura e fase final. Astros livres no espaço. Sem alinhamento, sem seguimento, e pouco acompanhamento, movimentos irregulares e retrógrados a normais, e de normais a retrógrados.


Teoria da cafq.



A camada e faixa graceli passam a dimensionar o astro com outras proporções.

Uma da própria esfera.
Outra da faixa graceli.
E outra que vai até a camada graceli. Que ambas dependem da produção de energia do astro.

Que é um sistema de energia e campo que tem alcance e intensidade conforme a produção de energia do astro. E é decrescente com o afastamento e o tempo de produção de energia do astro.



TEORIA física e ASTRONÔMICA DA VARIABILIDADE.

[a variabilidade acontece também na microfísica, quântica, nuclear e no sistema de produção dos elementos químicos].

Esta teoria difere da relatividade por tratar do fenômeno em si, enquanto na relatividade restrita trata do fenômeno em relação à referencial e o continuo espaço-tempo.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

O balanço astronômico é um tipo de variabilidade.

Na fase da faixa graceli o astro passa por variações no movimento de lateralidade, recessão [afastamento], rotação e translação. E também na elipcidade e na inclinacidade [tanto a elipse quanto a inclinação estão sempre em mudança].

Estas variações decrescentes na faixa graceli e crescentes fora da faixa graceli e algumas seguindo fluxos que fazem com que o astro desenvolva uma órbita retrógrada, rotação retrógrada [em exosplanetas, em Vênus, alguns satélites], e rotação com grande inclinação em relação à eclíptica.

Planetas como Vênus que tem uma translação contrária aos demais e contrária à rotação do sol. E urano que tem uma rotação com 90 graus de arco em relação à eclíptica.

Isto prova que a natureza segue uma variação própria independente de referenciais e que aumenta ou diminui conforme os sistemas e fases em que se encontra.

[aqui se tem uma nova mentalidade da astronomia, que é a astronomia variante que é em mudanças e fluxos].

Os sistemas também seguem variações de intensidade e alcance isto se confirma quando os cometas se aproximam do sol e da faixa graceli solar.

A elipcidade e inclinacionalidade seguem também uma variação de fluxos, isto se confirma nas órbitas dos cometas. E nos seus períodos.


Enquanto umas teorias determinam as elipses.

Esta teoria determina que as elipses passam por variações decrescentes, períodos de estabilidade e períodos crescentes.

O mesmo acontece com as inclinações, irregularidades, fluxos, balanços astronômicos, movimentos retrógrados e de lateralidade.



A variabilidade fenomênica também acontece nos ínfimos fenômenos, como nos saltos dos elétrons de uma órbita para outra. Nos spin, nos fótons que são liberados quando um elétron pula de uma órbita para outra.

Na variação de energia para a produção dos elementos químicos.


Na microfísica as variações e os movimentos de lado acontecem por causa dos micros explosões de energia. E é isto que faz com os elétrons pulam de uma camada para outra..


Nos astro o movimento de lado [de lateralidade] é que faz com os astros tenham tanta mudança nos movimentos, produzindo as variações na elipse e nas inclinações, nos fluxos e nos balanços, e nas rotações e nas translações.

E o que produz as variações também são as variações de energia.

O que se observa nos exosplanetas é uma confirmação das teorias graceliana.

[não é a gravidade que captura os exosplanetas, por que eles são expelidos para fora pela ação da radiação, por isto que existe o movimento de afastamento [recessão], e é por isto que os planetas têm uma progressão em suas órbitas. Pois enquanto uns se formam os outros se afastam, fazendo com que eles tenham uma progressão de afastamento entre eles. O mesmo acontece com os satélites, cometas, e estrelas].



TEORIA DO SEGUIMENTO DO SENTIDO DA ROTAÇÃO DO PRIMÁRIO.

A rotação do primário determina o sentido da translação do secundário, por isto que em todos os planetas muito próximos há o seguimento do sentido da rotação do primário. Isto não acontece com Vênus por ele ter mudado de posição, mas isto é um processo constante. E Vênus como todos os outros astros estarão variando constantemente de posição.

1-Assim, o movimento retrógrado dos exosplanetas, as grandes inclinações de rotação e translação confirmam as teorias graceliana.

2-O sentido do seguimento da translação do secundário na rotação do primário é um dos fundamentos das teorias de graceli. Em que o primário produz a translação inicial secundário.

3-E que explica o sentido da translação do secundário em relação ao sentido da rotação do primário.

4-E as variações em que ele passa.


As outras teorias – da gravitação e relatividade não explicam e não tratam destes fundamentos.



SOBRE AS VARIAÇÕES NAS INCLINAÇÕES, EXCENTRICIDADES, BALANÇOS, E FLUXOS.

Teoria da infinita mudança.

Isto é um processo constante e infinito. E o astro que se encontra numa posição normal no futuro estará em posição retrógrada, ou com grandes inclinações e excentricidades.

Porém, as excentricidades são sempre crescentes, em astros fora da faixa graceli.

A inversão também é encontrada na rotação, por isto que urano tem uma inclinação tão grande.

A excentricidade e inclinações na faixa graceli decrescem em graus de arco, e são crescentes em graus de arco, porém a aceleração é decrescente. Pois, decresce a aceleração conforme decresce a rotação, a translação e o afastamento.



 TEORIAS DA VARIABILIDADE, FLUXONALIDADE, EXCENTRICIDADE E INCLINACIDADE.


Assim, a excentricidade e inclinações [ da translação e rotação] seguem uma variação decrescente em graus de arco até sair da faixa graceli.

Ao sair da faixa graceli passa a ser crescente em graus de arco.

E decrescente em aceleração.

E, tanto em graus de arco quanto em aceleração e tempo seguem uma variação de fluxos variados.

Assim, temos as teorias da variabilidade, fluxonalidade, excentricidade e inclinacidade.

TEORIA DO ACOMPANHAMENTO.

O seguimento é uma das provas do afastamento e do acompanhamento.

O acompanhamento é o fenômeno que acontece nos sistemas astronômicos e galácticos.

Pois, o sistema de satélites de um planeta acompanha o sistema planetário, este acompanha o sistema estelar, este por sua vez acompanha o sistema de galáxias, e este de aglomerados.

Por isto que mesmo tendo o seu próprio movimento, o secundário acompanha o primário, pois é formado dentro de um sistema de energia [dentro da faixa graceli]. E ao sair da faixa graceli passa a aumentar as suas irregularidades orbitais e dinâmicas.

E quando muito longe, no caso os exosplanetas passam a vagar livremente no espaço, com pouco acompanhamento, pouca dinâmica e afastamento, e grandes irregularidades.


As quatro fases.

1-Dentro da faixa graceli.

2-Entre a faixa graceli e a parte externa. Semi-estabilidade [de decrescente para crescente nas irregularidades].

3-Fora da faixa graceli. Irregularidades crescentes.

4-Longe da faixa graceli. [exosplanetas]. Grandes irregularidades, movimentos retrógrados, e mudanças constantes de sentido de seguimento.


Teoria da variabilidade e fluxonalidade.

TEORIA física, ASTRONÔMICA e cosmológica DA VARIABILIDADE e fluxonalidade de graceli.

[a variabilidade acontece também na microfísica, quântica, nuclear e no sistema de produção dos elementos químicos].

Esta teoria difere da relatividade por tratar do fenômeno em si, enquanto na relatividade restrita trata do fenômeno em relação à referencial e o continuo espaço-tempo.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.



O balanço astronômico é um tipo de variabilidade.

Na fase da faixa graceli o astro passa por variações no movimento de lateralidade, recessão [afastamento], rotação e translação. E também na elipsidade e na inclinacidade [tanto a elipse quanto a inclinação estão sempre em mudança].

Estas variações decrescentes na faixa graceli e crescentes fora da faixa graceli e algumas seguindo fluxos que fazem com que o astro desenvolva uma órbita retrógrada, rotação retrógrada [em exosplanetas, em Vênus, alguns satélites], e rotação com grande inclinação em relação à eclíptica.

Planetas como Vênus que tem uma translação contrária aos demais e contrária à rotação do sol. E urano que tem uma rotação com 90 graus de arco em relação à eclíptica.

Isto prova que a natureza segue uma variação própria independente de referenciais e que aumenta ou diminui conforme os sistemas e fases em que se encontra.

[aqui se tem uma nova mentalidade da astronomia, que é a astronomia variante que é em mudanças e fluxos].

Os sistemas também seguem variações de intensidade e alcance isto se confirma quando os cometas se aproximam do sol e da faixa graceli solar.

A elipsidade e inclinalidade seguem também uma variação de fluxos, isto se confirma nas órbitas dos cometas. E nos seus períodos.


Enquanto umas teorias determinam as elipses.

Esta teoria determina que as elipses passam por variações decrescentes, períodos de estabilidade e períodos crescentes.

O mesmo acontece com as inclinações, irregularidades, fluxos, balanços astronômicos, movimentos retrógrados e de lateralidade.



A variabilidade fenomênica também acontece nos ínfimos fenômenos, como nos saltos dos elétrons de uma órbita para outra. Nos spin, nos fótons que são liberados quando um elétron pula de uma órbita para outra.

Na variação de energia para a produção dos elementos químicos.


Na microfísica as variações e os movimentos de lado acontecem por causa dos micros explosões de energia. E é isto que faz com os elétrons pulam de uma camada para outra..


Nos astro o movimento de lado [de lateralidade] é que faz com os astros tenham tanta mudança nos movimentos, produzindo as variações na elipse e nas inclinações, nos fluxos e nos balanços, e nas rotações e nas translações.

E o que produz as variações também são as variações de energia.

O que se observa nos exosplanetas é uma confirmação das teorias graceliana.

[não é a gravidade que captura os exosplanetas, por que eles são expelidos para fora pela ação da radiação, por isto que existe o movimento de afastamento [recessão], e é por isto que os planetas têm uma progressão em suas órbitas. Pois enquanto uns se formam os outros se afastam, fazendo com que eles tenham uma progressão de afastamento entre eles. O mesmo acontece com os satélites, cometas, e estrelas].



TEORIA DO SEGUIMENTO DO SENTIDO DA ROTAÇÃO DO PRIMÁRIO.

A rotação do primário determina o sentido da translação do secundário, por isto que em todos os planetas muito próximos há o seguimento do sentido da rotação do primário. Isto não acontece com Vênus por ele ter mudado de posição, mas isto é um processo constante. E Vênus como todos os outros astros estarão variando constantemente de posição.

1-Assim, o movimento retrógrado dos exosplanetas, as grandes inclinações de rotação e translação confirmam as teorias graceliana.

2-O sentido do seguimento da translação do secundário na rotação do primário é um dos fundamentos das teorias de graceli. Em que o primário produz a translação inicial secundário.

3-E que explica o sentido da translação do secundário em relação ao sentido da rotação do primário.

4-E as variações em que ele passa.


As outras teorias – da gravitação e relatividade não explicam e não tratam destes fundamentos.



SOBRE AS VARIAÇÕES NAS INCLINAÇÕES, EXCENTRICIDADES, BALANÇOS, E FLUXOS.

Teoria da infinita mudança.

Isto é um processo constante e infinito. E o astro que se encontra numa posição normal no futuro estará em posição retrógrada, ou com grandes inclinações e excentricidades.

Porém, as excentricidades são sempre crescentes, em astros fora da faixa graceli.

A inversão também é encontrada na rotação, por isto que urano tem uma inclinação tão grande.

A excentricidade e inclinações na faixa graceli decrescem em graus de arco, e são crescentes em graus de arco, porém a aceleração é decrescente. Pois, decresce a aceleração conforme decresce a rotação, a translação e o afastamento.



 TEORIAS DA VARIABILIDADE, FLUXONALIDADE, EXCENTRICIDADE E INCLINACIDADE.


Assim, a excentricidade e inclinações [ da translação e rotação] seguem uma variação decrescente em graus de arco até sair da faixa graceli.

Ao sair da faixa graceli passa a ser crescente em graus de arco.

E decrescente em aceleração.

E, tanto em graus de arco quanto em aceleração e tempo seguem uma variação de fluxos variados.

Assim, temos as teorias da variabilidade, fluxonalidade, excentricidade e inclinacidade.



TEORIA DO ACOMPANHAMENTO.

O seguimento é uma das provas do afastamento e do acompanhamento.

O acompanhamento é o fenômeno que acontece nos sistemas astronômicos e galácticos.

Pois, o sistema de satélites de um planeta acompanha o sistema planetário, este acompanha o sistema estelar, este por sua vez acompanha o sistema de galáxias, e este de aglomerados.

Por isto que mesmo tendo o seu próprio movimento, o secundário acompanha o primário, pois é formado dentro de um sistema de energia [dentro da faixa graceli]. E ao sair da faixa graceli passa a aumentar as suas irregularidades orbitais e dinâmicas.

E quando muito longe, no caso os exosplanetas passam a vagar livremente no espaço, com pouco acompanhamento, pouca dinâmica e afastamento, e grandes irregularidades.


As quatro fases.

1-Dentro da faixa graceli.

2-Entre a faixa graceli e a parte externa. Semi-estabilidade [de decrescente para crescente nas irregularidades].

3-Fora da faixa graceli. Irregularidades crescentes.

4-Longe da faixa graceli. [exosplanetas]. Grandes irregularidades, movimentos retrógrados, e mudanças constantes de sentido de seguimento.

Teoria graceli da variabilidade física, química, astronômica e cosmológica.


Teoria graceli de fluxos, variação e pulsos nos sistemas atômicos.


Na teoria dos energeticuns ocorrem os fluxos e pulsos na produção dos elementos químicos,

E que estes pulsos e fluxos obedecem a uma variação crescente e decrescente.

Esta variação e fluxos também ocorrem nos balanços dos movimentos de rotação e translação dos astros.

Numa variação crescente e decrescente.


Esta variabilidade está presente no processamento físico e comportamento das partículas, no spin [ rotação] das partículas, energia de ligação e outros fenômenos.


Esta teoria difere da relatividade, pois a relatividade se fundamenta em referências e na variação em relação com espaço e com o tempo. Um bom exemplo é a variação de paralaxe, em que a variação aumenta conforme há um distanciamento entre dois observadores.


Já a teoria da variabilidade trata do fenômeno em si, suas variações, pulsos, e fluxos naturais.



A fluxonalidade pode ser encontrada nos períodos e órbitas dos cometas e asteróides.

Balanço astronômico das órbitas dos astros.

No sistema atômico.

Na liberação de fótons de luz e energia quando o elétron pula de uma órbita para outra.

Na radiação.


OS FLUXOS também são realizados nos movimentos e órbitas que os astros, principalmente cometas e asteróides fazem.

No seu movimento de inclinacidade, circularidade, elipsidade, lateralidade, rotação, recessão, balanços e translação.

Confirma-se nos períodos dos cometas de órbitas e períodos longos.



IRREGULARIDADES ORBITAIS.

Recessão.

A terra diminui dezesseis segundos em cada milhão de anos, ou seja, há um retardamento [desaceleração] em torno de seu eixo.

Isto confirma a desaceleração do movimento pela desintegração de energia de cada astro.

E a lua se afasta da terra a uma velocidade da ordem de quatro centímetros por ano.

Isto confirma que os astros são impulsionados para fora pela ação da radiação e camada graceli e não atraídos pela ação de alguma força.

A recessão, a translação e a lateralidade também diminuem com a desintegração de energia. Isto se confirma com a experiência.

A rotação tem uma influência direta da ação da faixa e camada graceli, pois inicia ínfima e depois aumenta até um ápice que a energia do astro pode produzir, e depois com a desintegração da própria energia a rotação desacelera.

Ou seja, sai de um sistema de energia [da faixa e camada graceli do primário] e enquanto vai saindo vai tendo ação da energia do próprio astro, enquanto a rotação vai sendo produzida.

Assim, a translação e recessão diminuem com a desintegração de energia.

HÁ DOIS FATORES PARA A DIMINUIÇÃO DE ACELERAÇÃO.

1 - O AFASTAMENTO DA FAIXA E CAMADA GRACELI.
2- A DESINTEGRAÇÃO DE ENERGIA DO PRÓPRIO ASTRO.

A rotação começa ínfima mesmo o astro tendo uma grande produção de energia [exemplo – mercúrio e Vênus no sistema solar, e Amaltéia no sistema de júpiter].
POIS ELES SE ENCONTRAM DENTRO DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

Quanto mais próximo do astro produtor da faixa e camada graceli maior e ação destes fatores.

BALANÇOS.

Os astros sofrem um balanço de até nove minutos de graus de arco quando dentro da faixa e camada graceli.

E cometas sofrem alterações físicas, químicas, estruturais, orbitais e dinâmicas quando entram e saem da faixa e camada graceli.

O balanço é na verdade um fluxo.

E por se tratar de fluxo há um fluxo orbital e dinâmico nas órbitas, períodos e dinâmicas dos cometas.



VARIAÇÕES DA DINÂMICA E ÓRBITA DA LUA, DEFORMAÇÕES DE ÓRBITA DA LUA, E FLUXOS DE ÓRBITAS E DINÂMICAS DA LUA.



EVECÇÃO.
Há situações que o sol estica a órbita da lua, e outras situações que a comprime. E isto depende de onde a terra se encontra – mais próxima do sol [ periélio] elipse mais acentuada, e quando a terra está no afélio – menos acentuada – a diferença é de nove minutos de graus [9´].

Isto acontece por que quando a terra está mais próxima do sol também carrega a lua para mais próxima do sol, aumentando a sua temperatura, energia e radiação, com isto dando uma aceleração maior na sua dinâmica.

Também depende do posicionamento em relação à eclíptica, pois neste caso se alua estiver entre a terra e o sol, e com a terra num posicionamento mais próximo do sol, logo, a lua terá um maior acentuação na sua elipse [maior excentricidade].

E o contrário com um maior afastamento.

Quanto mais próximo da faixa e camada graceli maior é a excentricidade e inclinação, e a ação de seguimento de sentido de movimentos, a ação de alinhamento, e a ação de acompanhamento.

O alinhamento, seguimento, e acompanhamento são fenômenos, mas também são formas de dinâmicas.


Assim, a órbita da lua é oval [ tipo um ovo de galinha], e esta ovalidade é variável, sempre em mudança, e segue fluxos e variações. [ ver quarta teoria de astronomia de graceli – publicada na internet].

É oval por que sempre tem uma das extremidades mais acentuada do que a outra.

É variável por que sempre tem uma pequena mudança.

E segue fluxos por que a variação segue uma mudança até um ponto e depois retorna. Num processo constante de ida e volta.

Com isto a dinâmica também é variável.



PARALAXE –

No quarto crescente a lua se move em direção oposta ao sol e por isto recebe a ação radiação solar e é por isto QUE A ACELERAÇÃO DA LUA É RETARDADA – ou seja, a radiação solar impulsiona a lua para fora enquanto a sua tendência de órbita e energia própria a impura para produzir a sua órbita normal.

Logo, se houvesse ação de atração de campos haveria uma aceleração em direção ao sol, mas isto não acontece. Isto é mais um exemplo que contraio a teoria da gravitação.

MOVIMENTO RETARDADO = MOVIMENTO PRÓPRIO – IMPULSÃO DA RADIAÇÃO DO SOLAR.


E NO QUARTO MINGUANTE É ACELERADA progressivamente por que se move no sentido da radiação solar, e por isto a aceleração é crescente, pois tem a sua velocidade natural mais a impulsão da radiação solar.
ACELERAÇÃO = MOVIMENTO PRÓPRIO + IMPULSÃO DA RADIAÇÃO SOLAR.

A rotação nasce [tem a sua origem da energia e radiação do próprio astro].

A translação nasce da rotação, energia, e faixa e camada graceli. O astro ainda na forma de anel já tem a sua translação.

Por isto que há uma equivalência próxima entre velocidade equatorial do primário e velocidade translacional do secundário, quando este se encontra muito próximo do primário.

Ainda dentro da faixa e camada graceli o astro já inicia a sua própria rotação e própria translação.




TEORIA DA UNIFICAÇÃO COSMOLÓGICA.

Astronomia e cosmologia de graceli.

A unificação acontece entre elementos, no alinhamento, seguimento, acompanhamento, nas dinâmicas e órbitas.

Na energeticidade, no universo estruturante e astronomia estruturante.

Na alternancidade.

Na alternancidade de faixa e camada graceli para energia.

Nos fluxos, variações e balanços.

Física - entre a termodinâmica, quântica, nuclear.


Tipos de órbitas.

Ovais [sempre com uma das extremidades mais pontudas e outra mais larga].

Órbitas ovais variáveis e de fluxos – confirma-se nos cometas e na lua quando entram na faixa e camada graceli.

Órbitas irregulares, variáveis e de fluxos variados. Isto acontece principalmente com a lua por estar sempre entrando e saindo da faixa e camada graceli, e por cometas quando entram e saem da faixa e camada graceli.

Órbitas de balanços entre dois extremos, com as variações [inclinações e elipse] sempre sendo crescentes e decrescentes [ou seja, com fluxos variados].

Balanço orbital. Confirma-se nas órbitas na terra e nas órbitas da lua e cometas.

Lateralidade.

Fluxo graceli.

Fluxo astronômico graceli. E fluxo atômico na produção de energia e novos elementos – de leves em pesados e de pesados em leves. [ver teoria da energeticidade - publicada na internet]


Assim as órbitas passam por processos dessemelhantes [diferentes] em cada órbita realizada.

Isto também acontece com as galáxias, sistema astronômico e sistema atômico.



TEORIA DE ALTERNANCIDADE INCLUINDO A FAIXA E CAMADA GRACELI.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli

A aceleração translacional é maior quando o astro se encontra dentro da faixa e camada graceli por ser a faixa e camada graceli um sistema de energia, mesmo assim é decrescente.

E fora da faixa e camada graceli a aceleração é decrescente, por que neste caso o que está em ação é só a produção de energia do próprio astro.

TEMOS UMA ALTERNANCIDADE DE AGENTES NA PRODUÇÃO DOS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS E COSMOLÓGICOS

TEMOS UMA ALTERNANCIDADE DE AGENTES NA PRODUÇÃO DOS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS E COSMOLÓGICOS.

Esta variação também acontece com todas as dinâmicas.

Por este caminho de alternancidade é possível responder por que há um processo de fluxos, de oscilação, de decrescência para crescente e de crescente para decrescente, isto acontece em todos os fenômenos astronômicos.

Pois, os fenômenos astronômicos passam por fases conforme o posicionamento dentro da faixa e camada graceli, e conforme o seu estágio de energia. E a ação de energia da faixa e camada graceli.


´´Na natureza tudo tem sua origem.
Tudo se transforma.
Tudo se desintegra. Exceto Deus, pois este é absoluto´´.


O acompanhamento acontece por que o astro [secundário] tem sua origem em um sistema em translação [faixa e camada graceli]. E passa a acompanhar esta translação do sistema, porém mantém a sua translação.

Assim, a sua translação tem origem da rotação, faixa e camada graceli do primário, ainda dentro da faixa e camada graceli o astro inicia o processo de ação através de sua energia.

E fora da faixa e camada graceli o secundário continua a produção de sua translação com a sua própria energia.

[por este caminho é possível responder a diferença na progressão de translação entre Marte [ no extremo da faixa e camada graceli] e júpiter fora da faixa e camada graceli, mesmo tendo uma grande produção de energia.

Porém, a produção de energia consegue se sobressair na rotação, pois júpiter é o que tem o maior diâmetro e a maior velocidade equatorial.


Assim, dentro do sistema de faixa e camada graceli o secundário ainda faz parte do sistema do primário.

E ele se encontra na produção de energia do sistema, e produzindo a dinâmica e órbita e dinâmicas.

ASSIM, HÁ DOIS AGENTES ATUANDO.

1- O DO SISTEMA DEDE ENERGIA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.
2- E O DE ENERGIA DO PRÓPRIO ASTRO.

ISTO SOBRE TODAS AS DINÂMICAS, ÓRBITAS, INCLINAÇÕES, ELIPSES, ACOMPANHAMENTO, ALINHAMENTO E DESALINHAMENTO, SEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO.


ASSIM, TEMOS UM PROCESSO EM CONSTANTE AÇÃO [ ESTRUTURANTE].
UMA ALTERNANCIDADE.
UMA VARIABILIDADE E FLUXONALIDADE.
UM SISTEMA ONDE O ASTRO VAI ALÉM DE SEU DIÂMETRO [FAIXA E CAMADA GRACELI].
UM PROCESSO CRESCENTE E DECRESCENTE. E DECRESCENTE PARA CRESCENTE.

Assim, temos um sistema galáxia –estrela- planeta – satélite. [um dentro do outro, e todos com a sua própria ação pela ação de sua energia, e ação de seu sistema de faixa e camada graceli].

E temos um sistema em rotação e translação próprio e um dento do outro. E todos produzindo a sua dinâmica, afastamento, órbita, alinhamento, acompanhamento, seguimento, inclinacidade e desinclinacidade, elipsidade e deselipsidade.

Dentro dele o sistema planeta – satélite faz parte da sua rotação e desenvolve a sua própria translação e rotação.

Assim, produz a sua própria órbita e dinâmica e segue a do sistema.

Assim, temos um sistema de órbitas.
De dinâmicas,
De produção de energia,
De produção de elementos químicos,
De produção de astros,
De desintegração.



Teoria de graceli da formação dos astros, sistemas atômicos e galáxias.

Teorias publicadas na internet.



TEORIA DE ALTERNANCIDADE INCLUINDO A FAIXA E CAMADA GRACELI.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli

A aceleração translacional é maior quando o astro se encontra dentro da faixa e camada graceli por ser a faixa e camada graceli um sistema de energia, mesmo assim é decrescente.

E fora da faixa e camada graceli a aceleração é decrescente, por que neste caso o que está em ação é só a produção de energia do próprio astro.

TEMOS UMA ALTERNANCIDADE DE AGENTES NA PRODUÇÃO DOS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS E COSMOLÓGICOS

TEMOS UMA ALTERNANCIDADE DE AGENTES NA PRODUÇÃO DOS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS E COSMOLÓGICOS.

Esta variação também acontece com todas as dinâmicas.

Por este caminho de alternancidade é possível responder por que há um processo de fluxos, de oscilação, de decrescência para crescente e de crescente para decrescente, isto acontece em todos os fenômenos astronômicos.

Pois, os fenômenos astronômicos passam por fases conforme o posicionamento dentro da faixa e camada graceli, e conforme o seu estágio de energia. E a ação de energia da faixa e camada graceli.


´´Na natureza tudo tem sua origem.
Tudo se transforma.
Tudo se desintegra. Exceto Deus, pois este é absoluto´´.


O acompanhamento acontece por que o astro [secundário] tem sua origem em um sistema em translação [faixa e camada graceli]. E passa a acompanhar esta translação do sistema, porém mantém a sua translação.

Assim, a sua translação tem origem da rotação, faixa e camada graceli do primário, ainda dentro da faixa e camada graceli o astro inicia o processo de ação através de sua energia.

E fora da faixa e camada graceli o secundário continua a produção de sua translação com a sua própria energia.

[por este caminho é possível responder a diferença na progressão de translação entre Marte [ no extremo da faixa e camada graceli] e júpiter fora da faixa e camada graceli, mesmo tendo uma grande produção de energia.

Porém, a produção de energia consegue se sobressair na rotação, pois júpiter é o que tem o maior diâmetro e a maior velocidade equatorial.


Assim, dentro do sistema de faixa e camada graceli o secundário ainda faz parte do sistema do primário.

E ele se encontra na produção de energia do sistema, e produzindo a dinâmica e órbita e dinâmicas.

ASSIM, HÁ DOIS AGENTES ATUANDO.

1- O DO SISTEMA DEDE ENERGIA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.
2- E O DE ENERGIA DO PRÓPRIO ASTRO.

ISTO SOBRE TODAS AS DINÂMICAS, ÓRBITAS, INCLINAÇÕES, ELIPSES, ACOMPANHAMENTO, ALINHAMENTO E DESALINHAMENTO, SEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO.


ASSIM, TEMOS UM PROCESSO EM CONSTANTE AÇÃO [ ESTRUTURANTE].
UMA ALTERNANCIDADE.
UMA VARIABILIDADE E FLUXONALIDADE.
UM SISTEMA ONDE O ASTRO VAI ALÉM DE SEU DIÂMETRO [FAIXA E CAMADA GRACELI].
UM PROCESSO CRESCENTE E DECRESCENTE. E DECRESCENTE PARA CRESCENTE.

Assim, temos um sistema galáxia –estrela- planeta – satélite. [um dentro do outro, e todos com a sua própria ação pela ação de sua energia, e ação de seu sistema de faixa e camada graceli].

E temos um sistema em rotação e translação próprio e um dento do outro. E todos produzindo a sua dinâmica, afastamento, órbita, alinhamento, acompanhamento, seguimento, inclinacidade e desinclinacidade, elipsidade e deselipsidade.

Dentro dele o sistema planeta – satélite faz parte da sua rotação e desenvolve a sua própria translação e rotação.

Assim, produz a sua própria órbita e dinâmica e segue a do sistema.

Assim, temos um sistema de órbitas.
De dinâmicas,
De produção de energia,
De produção de elementos químicos,
De produção de astros,
De desintegração.




Teoria de graceli da origem dos planetas, exosplanetas, e satélites.

Os exosplanetas são planetas que se afastaram das órbitas normais pela velocidade de recessão [ afastamento]. Antes de ser um exosplanetas eles foram planetas.

Os planetas se originam do material da radiação que o primário [ no caso o sol] expele no espaço.

E que se transforma em esfera, antes de passar pela fase de anéis. Isto ocorre pela ação do magnetismo do primário na produção dos anéis, e esfera pela ação da compressão do espaço denso e atmosfera.

Os satélites também passam pelo mesmo processo, só que eles se originam pela material dos planetas em que eles circundam.

O mesmo acontece com os asteróides e cometas.

Ver teorias de graceli de astronomia, cosmologia, física, do universo e do sistema atômico. [publicados na internet].


Este trabalho já está publicado [na internet] nas teorias de graceli.



Teoria de graceli do crescimento progressivo de matéria do cosmo.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

Ver teorias de graceli e teoria cósmica da gracelongênese. [ publicados na internet].

TEORIA DE FORMATOS DE UNIVERSOS. E DE SISTEMAS ASTRONÔMICOS.

Os universos dependem do estágio da sua materialidade, se ele estiver numa fase de gases tem um formato, se estiver numa fase de esferas outro formato. E ai continua.

Assim, ele passa pela fase.

De universo de espaço denso.
De gases e nebulosas.
De nebulosas a esferas.
De esferas a discos.
De discos a instabilidades orbitais crescentes e dinâmicas decrescentes.
E no último estágio passa à esferas vagantes no espaço, com pouca dinâmica, sem luz [matéria escura] sem temperatura positiva, é um universo sem formato definido. E movimentos que varia de normal a retrógrado e de retrogrado a normal, o mesmo acontece com a rotação.


A natureza do movimento não é ser reto, mas sim curvo, pois toda rotação e translação são curvos independentes se eles estão próximos ou longe a sistemas de energia como a faixa e camada graceli. E quando longe com a sua própria energia desenvolve movimentos curvos.

A oscilação depende da energia do sistema, pois os gases têm maiores oscilações do que planetas, e planetas mais próximos da energia solar e camada graceli tem maiores oscilações do que planetas mais distantes.

A translação são curvas por ter origem curva pela rotação do primário e camada graceli curva, e também quando longe destes agentes a energia produz a radiação no espaço produzindo a rotação e consequentemente a translação. [o próprio termo rotação e translação determina a essência do que são estes movimentos].

A amplitude do sistema graceliano engloba varias teorias numa unidade que engloba a origem, as causas e efeitos e previsões. E envolve a física, química, cosmologia, e astronomia.

E que os astros não deslizam numa suposta curvatura do espaço como determina a relatividade geral.

Ou mesmo não são atraídos por uma suposta gravidade,

Mas sim são impulsionados para fora pela ação da energia do primário, faixa e camada graceli e radiação do primário.

Que determinam o posicionamento e a distancia que hoje os astros se encontram do sol.

TEORIA DA FAIXA E CAMADA  DE SISTEMAS ASTRO-COSMOLÓGICO.

Assim, os efeitos variam e dependem da energia do sistema primário, tanto na produção das dinâmicas, órbitas, formatos de alinhamento, acompanhamento, seguimento, inclinações e elipses.

Os exosplanetas e alguns cometas saem sistema graceli e não mais voltam [não mais acompanham os primários].

Este sistema é do céu, da terra, do alinhamento cósmico, afastamento, rotação, faixa e camada graceli e da matéria e da origem da matéria e dos elementos químicos.


TEORIA DE MUDANÇAS [ALTERNANCIDADE] ASTRONÔMICAS – DE GRACELI.
Autor – Graceli.
Muda o agente [ o origem e a causa] de energia para faixa e camada graceli, e de faixa e camada graceli para energia própria.

Agentes de anelação, e esferificação.

Muda o formato do sistema [ de inclinado para disco, de disco para arredondado].

De elipse para arredondamento, de arredondamento para elipse.

O sistema de instável para estável, e de estável para instável.

A aceleração de rotação pequena para grande, e de grande quando sai da faixa e camada graceli para pequena e ínfima.

A aceleração de translação de grande para pequena.

A aceleração de afastamento [recessão] de pequena para grande, e quando sai da faixa e camada graceli passa a ser produzida pela própria energia do astro, e esta energia sempre se encontra em desintegração, logo o decréscimo constante e progressivo.

O mesmo acontece com o movimento de lateralidade.

E o balanço rotacional e translacional.

E o formato da elipse.

Há uma equivalência entre as variações de entre todas as dinâmicas.



Teoria do universo não inercial.

Autor – graceli.
A natureza do movimento é ser curvo.

Pois, a rotação é curva.

E a translação tem a sua origem primária na rotação do primário. e na faixa e camada graceli. Isto pode ser confirmado no movimento dos gases sob pressão, atmosfera, e no movimento translacional dos anéis dos planetas.

Todo corpo é constituído de matéria, e toda matéria é energia e toda energia é movimento. E todo corpo tem rotação. E a rotação faz com que a o corpo translada naturalmente no espaço. Estando ou não em torno do outro.

A natureza da rotação é ser curva, e decresce com a diminuição de energia. Isto se confirma com o afastamento e tempo de vida e processamento de energia dos planetas e todos os astros [ver teorias de graceli].

Ou seja, o movimento está relacionado a energia do corpo.

E com isto é impossível dizer que existe inércia. Alem de que a natureza do movimento é ser curvo.

E conforme aumenta a produção de energia. No caso de gases a curvatura aumenta consideravelmente.

Com isto não existe repouso ou movimento uniforme de qualquer corpo. Pois todo corpo é constituído de energia, e toda energia é movimento.

E=movimento.

E todos os movimentos são não uniformes, ou seja, com a energia, temperatura e pressão.

 E conforme aumenta a pressão aumenta o movimento oscilatório dos gases.

Isto se confirma com a termodinâmica.

Por outro lado também a energia não se conserva. Pois, ela se desintegra enquanto está sendo processada. E outras matérias têm origens em outros pontos do cosmo.



A teoria da gravitação não tem o objetivo de explicar a causa da translação e órbita. Mas tenta explicar por que os astros não saem em linha reta e se afastam de seus primários, e por que se mantém em órbitas curvas.

A teoria da gravitação não consegue explicar a causa do movimento de rotação e de recessão [o afastamento decrescente de seus primários].  Que determina o afastamento e distancia dos primários.

Nem a desaceleração da rotação, da recessão, e do movimento de lateralidade.

As dinâmicas e órbitas têm as suas origens na energia, camada e faixa graceli.

E a translação de um secundário é um prosseguimento da rotação do primário que produziu aquele secundário.

PRIMEIRA LEI.

No universo graceliano todo corpo não é constituído de massa, mas de energia. E fora e dentro da energia não há inércia, mas movimento natural e curvo.

Energia = curvatura.
Energia = movimento.
Energia = oscilação e variação.


SEGUNDA LEI.

A velocidade de um corpo fora de qualquer sistema físico decresce ou aumenta a sua velocidade natural conforme aumenta ou decresce a sua produção de energia.

A e = a a.
D e = d a.

Isto se confirma com as físicas quântica, nuclear, termodinâmica e a cosmologia e astronomia.

Se aumentarmos a pressão ou temperatura sobre os gases a sua velocidade e oscilação de movimentos também aumentarão.

O mesmo acontece com a dilatação.

Não relacionei outros movimentos e fenômenos que as teorias da gravitação e relatividade não conseguiram provar. Como o seguimento de sentido de movimento e desseguimento, o alinhamento e desalinhamento. O acompanhamento e desacompanhamento.

E também sobre os anéis e formatos dos astros. [ ver teorias de graceli publicadas na internet.



LEIS PARA O ACOMPANHAMENTO.



TEORIA DOS SISTEMAS DE GRACELI – DO ATÔMICO AO ASTRONÔMICO, GALÁCTICO, DE VÁRIOS UNIVERSOS E O CÓSMICO.


Autor – Ancelmo Luiz Graceli

Astronomia de sistema de graceli
De produção interação de energia.

De camada e faixa graceli. [o sistema atômico também é inserido de camada e faixa graceli].

De fenômenos e causas.

De variabilidade e fluxonalidade.

De equivalência e proporcionalidade.

De energeticidade e alternancidade.

As faixas e camada graceli são sistemas físicos de energia, espaço denso e campos, e radiação.


1-     A translação nasce da energia, camada e faixas graceli e rotação do primário.
2-     O secundário ainda na fase de anéis já possui sua translação inicial.
3-     E não possui rotação.

Só quando está passando do formato de anéis para esfera que passa a iniciar a sua rotação, mas em uma progressão ínfima.

Só quando passa de anel para esfera e enquanto ainda está se afastamento da camada e faixa graceli que o astro consegue empreender toda sua rotação. E quando chega ao ápice pela sua energia chega ao ápice de sua rotação, e com a desintegração de energia começa a decrescer até quase a um repouso em termos de rotação.


OS SISTEMAS SÃO OS ATÔMICOS, ASTRONÔMICOS [ESTELAR, PLANETÁRIO, SATÉLICOS, COMENTÁRIO, E DE ASTERÓIDES], GALÁCTICOS, E DE AGLOMERADOS.

E um dentro do outro para produzir o acompanhamento, o seguimento de sentido de movimento, e o alinhamento com a ação primordial da faixa e camada graceli.

Com a faixa e camada graceli forma-se um sistema onde o astro aumenta seu alcance de atuação, pois o astro se divide em três limites.

1- UM DO SEU DIÂMETRO DE MATERIALIDADE.

2- OUTRO QUE É A FAIXA GRACELI - Outro no seu diâmetro de energeticidade que envolve a sua eclíptica, que um disco, uma faixa de energia central produzida principalmente pelo magnetismo.

3- E OUTRO QUE É A CAMADA GRACELI que envolve toda circunferência do astro, e que tem alcance e intensidade de ação limitada conforme a produção de energia do astro e que a libera no espaço.

No caso do sol, a camada solar tem aproximadamente 1.5 de unidade astronômica, ou seja, vai aproximadamente até marte.

Mas por que achei este resultado.

Simples, nestas imediações ocorrem vários fenômenos diferenciados dos outros, principalmente destruição de caudas de cometas, destruição de asteróides quando estão produzindo uma órbita em direção ao sol.

Como também muitas órbitas e dinâmicas sofrem pequenas variações nestas mediações.

O sistema atômico também tem faixa e camada graceli.



O cometa Halley tem um fluxo e um pequeno [ínfimo] afastamento, por isto que a sua órbita está sempre sendo acrescida de alguns minutos.

Os sistemas produzem principalmente.

O acompanhamento.
O seguimento.
O alinhamento.
A inclinacidade e a desinclinacidade [alinhamento].
A elipsidade e o arredondamento da órbita.

A translação.
A lateralidade.
Afastamento.
E balanços de órbitas.
Desaceleração de rotação [dentro do sistema [ faixa e camada graceli].


O terciário dentro da faixa e camada graceli é um complemento do secundário, e este do primário.

E quando saem fora passam a desenvolver a sua própria translação, e muito longe no caso de alguns cometas e dos exosplanetas não mais acompanham o movimento do primário.

Assim, alem do movimento de translação, lateralidade, afastamento, rotação também há o movimento de acompanhamento.

Por exemplo, a lua desenvolve um quilometro por segundo de translação, mas acompanha o planeta terra em volta do sol, e a terra desenvolve vinte nove quilômetros por segundos, logo, a lua tem seu um quilometro de translação que ela mesma desenvolve com a sua energia e faixa e camada graceli, e tem uma velocidade de vinte nove quilômetros por segundos de acompanhamento da terra.

Pois, a lua faz parte do sistema da terra e está dentro do sistema da faixa e camada graceli.

E a terra por sua vez se move na galáxia, e esta nos aglomerados. Ou seja, o astro tem e produz também a sua própria velocidade, e tem e faz parte da velocidade dos sistemas.

Um dentro do outro.

Não é o espaço que se movimento, mas a energia do astro que produz um alongamento de energia no espaço de seu diâmetro.

E este alongamento tem o tamanho variável com a energia do astro, logo é decrescente em alcance e intensidade, e decresce conforme o astro decresce a sua produção de energia.

É um sistema de energia denso espacial dentro do espaço denso.

Este sistema também acontece com o sistema atômico e gases.

Este sistema não tem translação, mas acompanha a rotação do astro que o produz, por isto que os secundários que estão dentro deles os acompanham, mas também produzem os seus sistemas e as suas dinâmicas.

Assim, exosplanetas, exoscometas, exos-estrelas saem de sistemas primários, mas continua o seu processo de produção de movimentos.

Assim, um sistema acompanha o outro por estar dentro do outro, pois a faixa e a camada graceli é uma continuação de energia do astro no espaço.

ASSIM, HÁ DOIS FENÔMENOS ACONTECENDO AO MESMO TEMPO.

O DA ÓRBITA PRÓPRIA E DINÂMICA.

E O DO ACOMPANHAMENTO EM QUE SE ENCONTRA O SECUNDÁRIO NO SISTEMA DE ENERGIA [FAIXA E CAMADA GRACELI].


MOVIMENTO GRACELI [TRANSLAÇÃO SECUNDÁRIA].
MOVIMENTO DO TERCIÁRIO EM RELAÇÃO AO PRIMÁRIO. [DO SATÉLITE EM RELAÇÃO AO SOL].

Assim pode-se dizer que a lua [como exemplo] desenvolve um quilometro por segundo da sua própria órbita.

E vinte nove quilômetros por segundos em que acompanha a terra.

Assim também se há uma soma de dois movimentos – um translacional e outro de acompanhamento. Então se for considerado o movimento da lua, ou de outro satélite qualquer do sistema solar em torno do sol, logo este movimento em relação ao sol estará sempre pendendo mais para um dos lados.

Ou seja, é uma volta envolta da terra, e envolta do sol.

Assim, o satélite se aproxima e se afasta do sol em cada translação completa, e com isto há um deslocamento de paralaxe.

A energia produz a rotação do astro e do sistema.

E decresce em intensidade e alcance conforme a produção de energia.




ASSIM, O SISTEMA DE GRACELI CONSEGUE RESPONDER.

1-A origem, a causa e desenvolvimento da rotação, e suas fases de crescimento e desaceleração.

2-A eclíptica [alinhamento em disco pelo magnetismo] do cosmo, das estrelas, planetas e satélites. E do movimento lateral.

3-O afastamento progressivo dos astros [causa do movimento de recessão]. Prova o distanciamento entre os astros, principalmente os planetas.

4-Prova que os astros estão se afastando infimamente de seus primários pela radiação e faixa e camada graceli.

5-E não sendo atraídos por uma força de gravidade. Com isto cai o eixo teórico de Galileu, Newton, Einstein.

Fundamentado na inércia [Galileu].

Força e gravidade [Newton].

Espaço curvo [Einstein].

6-O alinhamento, afastamento, seguimento de sentido de movimento, acompanhamento.

7-Variação de crescimento e decrescimento de dinâmicas, elipses, e inclinações, e balanços e fluxos.

8-Origem da translação pela faixa e camada graceli do primário e pela rotação do primário.

9-Sistema estruturante, variável [grande, médio, pequeno]

10Formato, achatamento de astro, número de satélites e outros.

11-A MESMA CAUSA DO ACHATAMENTO DO DIÂMETRO DO ASTRO TAMBÉM É DO ALINHAMENTO DO SISTEMA. Assim, astro e sistema têm pouca diferença na sua produção, pois os seus agentes são os mesmos – o magnetismo da faixa e camada graceli do seu primário.

12-Variação na faixa e camada graceli.

13-Não conservação de energia.

14-Inclui a origem dos elementos químicos no sistema astronômico e cosmológico.

15- CAFQ de graceli.

Ver outras respostas nas astronomias e cosmológicas de graceli – publicadas na internet.


A aceleração translacional é maior quando o astro se encontra dentro da faixa e camada graceli por ser a faixa e camada graceli um sistema de energia, mesmo assim é decrescente.

E fora da faixa e camada graceli a aceleração é decrescente, por que neste caso o que está em ação é só a produção de energia do próprio astro.

TEMOS UMA ALTERNANCIDADE DE AGENTES NA PRODUÇÃO DOS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS E COSMOLÓGICOS.

Esta variação também acontece com todas as dinâmicas.

Por este caminho de alternancidade é possível responder por que há um processo de fluxos, de oscilação, de decrescência para crescente e de crescente para decrescente, isto acontece em todos os fenômenos astronômicos.

Pois, os fenômenos astronômicos passam por fases conforme o posicionamento dentro da faixa e camada graceli, e conforme o seu estágio de energia. E a ação de energia da faixa e camada graceli.


´´Na natureza tudo tem sua origem.
Tudo se transforma.
Tudo se desintegra. Exceto Deus, pois este é absoluto´´.


O acompanhamento acontece por que o astro [secundário] tem sua origem em um sistema em translação [faixa e camada graceli]. E passa a acompanhar esta translação do sistema, porém mantém a sua translação.

Assim, a sua translação tem origem da rotação, faixa e camada graceli do primário, ainda dentro da faixa e camada graceli o astro inicia o processo de ação através de sua energia.

E fora da faixa e camada graceli o secundário continua a produção de sua translação com a sua própria energia.

[por este caminho é possível responder a diferença na progressão de translação entre Marte [ no extremo da faixa e camada graceli] e júpiter fora da faixa e camada graceli, mesmo tendo uma grande produção de energia.

Porém, a produção de energia consegue se sobressair na rotação, pois júpiter é o que tem o maior diâmetro e a maior velocidade equatorial.


Assim, dentro do sistema de faixa e camada graceli o secundário ainda faz parte do sistema do primário.

E ele se encontra na produção de energia do sistema, e produzindo a dinâmica e órbita e dinâmicas.

ASSIM, HÁ DOIS AGENTES ATUANDO.

1- O DO SISTEMA DEDE ENERGIA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.
2- E O DE ENERGIA DO PRÓPRIO ASTRO.

ISTO SOBRE TODAS AS DINÂMICAS, ÓRBITAS, INCLINAÇÕES, ELIPSES, ACOMPANHAMENTO, ALINHAMENTO E DESALINHAMENTO, SEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO.


ASSIM, TEMOS UM PROCESSO EM CONSTANTE AÇÃO [ ESTRUTURANTE].
UMA ALTERNANCIDADE.
UMA VARIABILIDADE E FLUXONALIDADE.
UM SISTEMA ONDE O ASTRO VAI ALÉM DE SEU DIÂMETRO [FAIXA E CAMADA GRACELI].
UM PROCESSO CRESCENTE E DECRESCENTE. E DECRESCENTE PARA CRESCENTE.

Assim, temos um sistema galáxia –estrela- planeta – satélite. [um dentro do outro, e todos com a sua própria ação pela ação de sua energia, e ação de seu sistema de faixa e camada graceli].

E temos um sistema em rotação e translação próprio e um dento do outro. E todos produzindo a sua dinâmica, afastamento, órbita, alinhamento, acompanhamento, seguimento, inclinacidade e desinclinacidade, elipsidade e deselipsidade.

Dentro dele o sistema planeta – satélite faz parte da sua rotação e desenvolve a sua própria translação e rotação.

ESTE MOVIMENTO SECUNDÁRIO DE ACOMPANHAMENTO QUE NÃO É UMA TRANSLAÇÃO E NÃO É UMA ROTAÇÃO, E NÃO É UMA RECESSÃO – É O MOVIMENTO GRACELI UM.

E O MOVIMENTO DE ALINHAMENTO E DESALINHAMENTO É O MOVIMENTO GRACELI DOIS.

E O SEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO É O FENÔMENO GRACELI.



Assim, produz a sua própria órbita e dinâmica e segue a do sistema.

Assim, temos um sistema de órbitas.
De dinâmicas,
De produção de energia,
De produção de elementos químicos,
De produção de astros,
De desintegração.