domingo, 19 de setembro de 2010

CAFQ de graceli - UNIFICAÇÃO ENTRE A COSMOLOGIA, ASTRONOMIA, FÍSICA E QUÍMICA.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

UMA SÓ TEORIA QUE UNIFICA OS QUATRO RAMOS DA MATERIALIDADE.

Enquanto Kepler, Galileu, Newton, Einstein desenvolveram um eixo da física, astronomia e cosmologia. Que se fundamenta em inércia, força, gravidade e curvatura do espaço e relatividade.

GRACELI DESENVOLVEU O OUTRO EIXO, com outro direcionamento, outra origem e desenvolvimento e fim. Que se fundamenta em energia, camada e faixa graceli, astronomia estruturante, gracelons, não inércia, não conservação de energia, desintegração, variabilidade e fluxonalidade e outros.

E unifica a cosmologia, astronomia, física, química num só sistema [CAFQ].

E uma outra cosmologia.

Os fenômenos de alinhamento, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento do secundário em relação ao primário. A camada graceli que é encontrada nas galáxias também é encontrada nos astros e no sistema atômico. A eclíptica galáctica. A faixa interna dos astros, estrelas e galáxias, e no sistema atômico.

O processo de desintegração e reintegração de energia, matéria e radiação.

Ou seja, a natureza do macro é a mesma da média e do micro. E por sua vez a química não é uma estrutura sólida, mas em processos, pulsos e variações, e em movimentos.


Assim, uma só teoria para a energia, o sistema atômico [ver teoria dos energeticuns – publicado na internet], acompanhamento, eclíptica atômica, astronômica, e cósmica.

Faixa graceli interna nas galáxias, astros, e sistema atômico.

Acompanhamento dos terciários aos primários  espaço afora. Através da camada graceli.

Seguimento de sentido de translação pelo secundário aos primários.


Dentro da camada graceli o astro inicia com uma elipse grande e diminui até o limite da camada. Depois passa a aumentar conforme o astro se afasta da camada graceli.

A aceleração da elipse e inclinações é decrescente, porém as irregularidades são crescentes.

O balanço, a recessão [afastamento] a lateralidade, a rotação, e a translação são decrescentes.

Ou seja, há uma unicidade produzindo a CAFQ graceliana.

Os processos físicos e a energia produzem os elementos químicos, o sistema atômico, os astros, a faixa e camada graceli, são os gracelons, produzem o alinhamento, os seguimentos, o acompanhamento, as dinâmicas e órbitas e suas variações e fluxos.


SOBRE A IDADE DO SISTEMA SOLAR.

Se a terra tem 150.000.000 de km do sol.

E tem um afastamento de menos de um metro ao ano.

Logo, a idade da terra está próxima de cento e cinquenta bilhões de anos.

E a idade de plutão é seis trilhões de anos.

E a idade do sistema solar é este tempo de plutão por ter sido o primeiro planeta, mais [somado] o tempo de esferificação do sol.




LEIS DO SISTEMA ASTRO-COSMOLÓGICO DE GRACELI.

1-As órbitas da lua e dos cometas não são elipses perfeitas, mas ovais e variáveis. Mudam conforme o posicionamento e terra-lua  e conforme entram na faixa e camada graceli.

2-Os astros se afastam progressivamente na razão da energia e radiação do primário e do próprio astro.

3-O universo é um sistema em processos e construção.
Com produção de novos universos e novas matéria e energia, enquanto outros universos e matéria se desintegram até se tornarem-se matéria escura.

4-O alinhamento dos sistemas em forma de disco se deve a faixa graceli e ao magnetismo.

O alinhamento obedece três fases.
Da faixa e camada graceli [estabilidade progressiva].
Da semi-estabilidade [ ao sair da faixa graceli].
Irregularidades crescentes e acelerações decrescentes, retrogracidade [pela própria energia do astro]


5- A rotação tem origem na energia do astro e na faixa e camada graceli do primário.

6- A translação é um prosseguimento da rotação do primário, e continua com a energia do próprio astro quando ele ainda está na fase de esferificação [de anel para esfera]. Com ao se afastar com a desintegração de energia ele perde aceleração.

Plutão o primeiro astro do sistema solar [não estou considerando aqui os exosplanetas que se afastaram do sistema solar].


7-O afastamento progressivo [ recessão] é que determina a distância entre os astros.

Com isso o sistema solar passa a ter para mais de um trilhão de anos.

8-Todo movimento é por natureza curvo, pos não existe rotação retilínea.

9-O terciário acompanha o secundário por estarem dentro de faixa e camada graceli, onde se tem um só sistema [ uns dentro dos outros].

10-A excentricidade e as inclinações dependem da faixa e camada graceli, da energia só sistema e ao sair da faixa e camada graceli a elipse e a inclinação que eram decrescentes passam por uma estabilidade e depois passam a ser crescentes, mas a aceleração e decrescente.

11-Chegando a movimentos lentos, retrógrados, ovais, e rotações inversas.

12-O sol possui a faixa graceli interna, pois formado por um sistema que possibilitou este magnetismo, e é o que leva o sistema solar ao seu alinhamento.

13-A rotação também segue um sistema de alinhamento, e a rotação, o movimento de lateralidade e o movimento de afastamento também seguem uma variação de crescente para estabilidade, e de estabilidade [num ápice] para decrescente.

14-Isto acontece por que dentro da faixa e camada graceli que é um sistema faz com que o astro primário não consiga produzir todo seu potencial de movimento, ou seja, o sistema graceli trava o movimento, e só ao sair completamente do sistema os secundários podem produzir naturalmente o seu movimento pela sua energia.

Assim, enquanto ainda estão dentro do sistema graceli e se afastando do centro o seu movimento de ínfimo passa a ser crescente, mas ao sair do sistema graceli [ faixa e camada] ele já tem a sua energia em desintegração progressiva de energia e os movimentos que eram crescentes passam a ser crescentes.

Pois, enquanto se livravam da ação do sistema graceli [que decresce com o afastamento] para por em ação toda sua energia, esta energia também está em decréscimo, por isto que os movimentos que eram crescentes passam a ser decrescentes.

15-E inclinações e elipses que eram decrescentes passam a ser crescentes, mas com aceleração decrescentes.

Isto se confirma no sistema de estrelas, de planetas, satélites e cometas e asteróides.


Se a rotação se mantivesse poderia dizer que existe inércia, mas ela também decresce.

Assim, se a rotação é variável com o sistema graceli e com a energia do astro, logo o que produz a rotação são estes elementos e não o achatamento do próprio astro como determina as pesquisas atuais.

Pois o formato do astro não passa por um processo de pequeno achatamento para um grande achatamento, e depois de um grande achatamento para um pequeno achatamento. Pois a rotação passa de pequena para grande e de grande para ínfima.

E se isto fosse verdade todo equador estaria voltado para a eclíptica do alinhamento cósmico e isto não se confirma.

Assim, como as dinâmicas e órbitas o achatamento e formatos de astros se devem à faixa e camada graceli que passam os astros na fase inicial durante a sua formação, que anéis e esferificação. Isto explica os formato dos anéis, das esferas e alguns formatos irregulares como dos satélites de marte e asteróides.

16-O numero de secundários são proporcionais à produção de energia e tempo de vida do astro.

17-O sistema solar ainda terá centenas de planetas, enquanto alguns se tornaram exosplanetas.

18- O mesmo acontecerá com os satélites.

19- O sol ainda é um astro novo e que vai produzir centenas de planetas menores e com menos energia, menos dinâmicas e maiores inclinações e elipses.

20-O universo segue uma ordem e harmonia através de um afastamento ínfimo, para dar lugar a astros novos.

Se o universo estivesse nesta velocidade de expansão que é falado atualmente, esta harmonia e ordem não existiriam.

21- Os astros sempre se inclinam mais para um dos lados, produzindo um desalinhamento. Isto tanto na rotação quanto na translação,

22- A excentricidade também passa por fluxos e variações crescentes e infinitas.



23-O mesmo sistema de produção de energia que produz os elementos e sistema atômico produz os astros, galáxias, os universos [fases] e o cosmo. Temos neste ponto uma universalidade e uma unicidade.

Há uma alternancidade nos agentes da dinâmica, órbita e produção de astros.

Quando próximo – a faixa e camada graceli e energia de todo sistema.

Quando em distância mediana – energia própria.

Quando bem afastado – com energia própria em desintegração.


24-E também é seguido de uma variação e fluxos.

25- Há um balanço na rotação dos astros, que varia de ida e retorno de vinte a quarenta horas. Este balanço ínfimo pode ser detectado nas sobras da luz solar sobre a terra.

Esta variação pode ser notada entre os dias.

Com uma variação de crescimento seguido de um decréscimo no mesmo crescimento.

O balanço rotacional que acontece com todos os astros também acontece com todas as dinâmicas.

Uma teoria física deve englobar a física, a química, a astronomia, a cosmologia.

E tratar sobre a origem e processamento dos elementos químicos e o sistema atômico.

Formatos em que passa cada astro [de anéis, a esferas e a desintegração].

O formato dos sistemas – do atômico ao galáctico. [de disco e astros até se tornarem  partículas livres no espaço

A rotação, afastamento, lateralidade, inclinação e elipse.

E o movimento de lateralidade de todos os sistemas. [ o sistema solar também tem uma inclinação em relação à galáxia, e tem uma excentricidade na sua órbita].

Origens e causas.

Balanços, variações, fluxos, ovalidade de órbita.


´´Um pensador é como um cego que se guia com os obstáculos à sua frente´´.
                                                                                          Graceli.



TEORIA DA UNIFICAÇÃO COSMOLÓGICA.

Astronomia e cosmologia de graceli.

A unificação acontece entre elementos, no alinhamento, seguimento, acompanhamento, nas dinâmicas e órbitas.

Na energeticidade, no universo estruturante e astronomia estruturante.

Na alternancidade.

Na alternancidade de faixa e camada graceli para energia.

Nos fluxos, variações e balanços.

Física - entre a termodinâmica, quântica, nuclear.


Tipos de órbitas.

Ovais [sempre com uma das extremidades mais pontudas e outra mais larga].

Órbitas ovais variáveis e de fluxos – confirma-se nos cometas e na lua quando entram na faixa e camada graceli.

Órbitas irregulares, variáveis e de fluxos variados. Isto acontece principalmente com a lua por estar sempre entrando e saindo da faixa e camada graceli, e por cometas quando entram e saem da faixa e camada graceli.

Órbitas de balanços entre dois extremos, com as variações [inclinações e elipse] sempre sendo crescentes e decrescentes [ou seja, com fluxos variados].

Balanço orbital. Confirma-se nas órbitas na terra e nas órbitas da lua e cometas.

Lateralidade.

Fluxo graceli.

Fluxo astronômico graceli. E fluxo atômico na produção de energia e novos elementos – de leves em pesados e de pesados em leves. [ver teoria da energeticidade - publicada na internet]


Assim as órbitas passam por processos dessemelhantes [diferentes] em cada órbita realizada.

Isto também acontece com as galáxias, sistema astronômico e sistema atômico.



Movimento - lateralidade terciária.

Constante com direção e sentido perpendicular, pendendo sempre para um lado.

Isto acontece com maior intensidade com astros distantes [satélites de urano e netuno, e plutão].

Os movimentos retrógrados e de lado são exemplos de lateralidade. Principalmente em exosplanetas, pois estes estão muito longe da ação da camada e faixa graceli.

A FAIXA E CAMADA GRACELI É UM MEIO FÍSICO DE ENERGIA E CAMPOS QUE TEM FUNÇÃO DE MAGNETISMO [NA PRODUÇÃO DE CARREAR MATERIAL E GASES DOS PÓLOS PARA O EQUADOR, E NA PRODUÇÃO DE ANÉIS].

IMPULSÃO DE RADIAÇÃO PRODUZINDO O MOVIMENTO DE AFASTAMENTO.

COMPRESSÃO PELA AÇÃO DA PRESSÃO ATMOSFÉRICA, DE CAMPOS, E ESPAÇO DENSO PRODUZINDO A ESFERIFICAÇÃO DO MATERIAL QUE JÁ SE ENCONTRA NA FASE DE ANÉIS.

Ao sair da faixa e camada graceli o astro passa a produzir a sua órbita e dinâmicas conforme a produção de energia do próprio astro.


É importante ressaltar que as teorias de Newton e Einstein não conseguiram responder.

A causa da rotação e do afastamento.

O formato dos astros.

O seguimento de sentido de movimento.

O acompanhamento.

O alinhamento cósmico, estelar, planetário, galáctico, e de satélites e asteróides.

Como também os movimentos de lateralidade e retrógrados.




TEORIA COSMOLÓGICA E ASTRONÔMICA DE UNIVERSALIDADE E ESTRUTURALIDADE.

ALTERNANCIDADE NAS CAUSAS.

1-Origem e formação [ainda sob a ação do primário e faixa e camada graceli do primário [fase de anéis e esferas e formas orbitais em disco [alinhamento]]].

2-Faixa e camada graceli.

3-Faixa e camada graceli e energia própria.

4-Energia própria.

5-Energia própria em desintegração.


FORMAS DE MOVIMENTOS.

1-Durante a origem e formação.
2-Durante a faixa e camada graceli.
3-Com a faixa graceli e a energia própria.
4-Só com a energia própria.

O movimento muda e varia conforme as suas causas e intensidade.


AÇÃO SECUNDÁRIA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

Na origem ocorre a ação primária.

Na secundária – ocorre no retorno principalmente por meteoros e cometas. Meteoros são destruídos quando entram na faixa e camada graceli.

Nos cometas - a sua cauda e coma sofrem modificações. E sua dinâmica e órbita também são variadas – conforme pode aumentar ou diminuir.

E a energia e a luz do cometa também sofrem variações.

O AFASTAMENTO também passa pela fase primária e secundária.


A LATERALIDADE PASSA PELAS FASES    PRIMÁRIA, SECUNDÁRIA E TERCIÁRIA

Primária – dos pólos para a faixa graceli, onde são produzidos os anéis.

Secundária – é o movimento constante em que o astro além da rotação tem um fluxo de balanço, e sempre pende mais para um lado. Isto se confirma na inclinação bem acentuada de Urano, e no movimento retrogrado de Vênus [anda em sentido contrário aos demais planetas e contrario ao sentido de rotação do sol].

Lateralidade terciária.
Lateralidade constate com direção e sentido pendendo sempre para um lado.

Isto acontece principalmente com astros secundários distantes – exosplanetas – longe da faixa e camada graceli. – pois estes agentes alinham os planetas em discos.



Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


HUG – HIPER UNIFICAÇÃO GRACELIANA.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.


TGT - TEORIA GRACELIANA DA TOTALIDADE. Uma só teoria para a física, a química, a cosmologia, e astronomia, astrofísica e Cosmofísica.

O fenômeno que é a energia produz as dinâmicas, órbitas, formas dos astros e dos sistemas em disco das galácticas e estelares. Órbitas, elementos químicos, etc.

Em que a física se completa com a química e a química se completa com a física.

O átomo é um sistema dinâmico e de processamento de energia.

Produz os gracelons.

O acompanhamento dos sistemas.

E a evolução dos elementos e os astros.



SISTEMA GRACELIANO UNICISTA.

Da origem do cosmo, seu formato e desintegração, fases, etc.

Na produção física de energia, na produção química dos elementos, movimentos, formas, desintegrações, fluxos, órbitas. E outros.

Na produção de partículas, radiação, luz, temperatura. Etc.na produção de astros, suas órbitas, sistemas em discos, dinâmica, fluxos e gracelons.


VARIABILIDADE [TEORIA G].

O mesmo sistema na produção de um sistema atômico se tem na produção do cosmo, e dos astros.


LEIS DO SISTEMA FÍSICO, QUÍMICO, ASTRO COSMOLÓGICO GRACELIANO.


Direcionamento do poder divino [teologia] regendo a vida, a existencialidade e o universo.


Estágio cósmico.
Estágio da matéria e energia em que nos encontramos.
Direcionamento metafenomênico existencial.
Estágio físico, cosmofísico e astronômico.
Estágio químico e estágio de evolução de elementos químicos.


Metafenomenia – propósito existencial [teologia e metafísica].

Metabiologia – a vida é uma produção de um direcionamento, é uma essência própria e não surge da matéria, pois ela não teria condições de produzir uma engrenagem tão sofisticada, e direcionada para funcionar e transcender.

Metavitalogia.

Metapsicologia. A mente surge do direcionamento que produz a vida. A mente é mais uma ferramenta produzida pela vida para trabalhar em função da própria vida.

Antes do bem, o divino protege a vida. Enquanto todo mal se consuma na produção da morte.

Porém, a vida é eterna, mas o ser não. Assim, a essência da existência e do propósito do divino é a vida. O ser também é protegido, pois a vida se insere nele.

Porém, o mal tem por objetivo maior tirar a vida, e não matar o ser.

Pois a vida é o ponto máximo da obra do divino.

Vitalogia existencial – a vitalidade produz a vida.

Biologia – a vida produz a mente.

Psicologia – a mente e a racionalidade produzem a lógica, e são as ferramentas mentais para a produção da realidade mental.

Filosofia – unem a metafísica, existencialismo, racionalismo, epistemologia, psicologismo, identidade, lógica, e outros.

Unem a física, a química, a cosmologia, e a astronomia [ver cafq de graceli – publicada na internet]

O fenômeno físico determina o químico, o químico e físico produz o energético, este o cosmológico, e todos os astrofísicos e astronômicos.

E do estágio de todos surge a vida, da vida a mente, de mente a lógica e a racionalidade, e de todos – do físico ao epistemológico a totalidade da realidade – fechando o ciclo. [realidade, ser, existência e razão].

O OBJETIVO PRINCIPAL DA FILOSOFIA NÃO É ENCONTRAR A VERDADE, MAS FECHAR O CICLO.

DA REALIDADE QUE SURGE DO DIVINO ATÉ CHEGAR AO RACIONAL, E DO RACIONAL CONSEGUIR OLHAR PARA A REALIDADE COMO PARTE DE UMA TOTALIDADE. NESTE PONTO O CICLO ESTÁ FECHADO.

TAMBÉM A REALIDADE TEM O SEU CICLO DE EXISTENCIALIDADE ATÉ UM PONTO [ÁPICE] PARA SER UMA REALIDADE ENGLOBANTE E TOTALIZANTE.

Ver teoria cafq, e teorias da universalidade de graceli publicadas na internet.





TEORIA DA UNIDADE GRACELIANA.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli

CAFQ GRACELIANA – cosmologia, astronomia, física, química.

Os mesmos processos físicos que determinam o cosmo também produzem os processos químicos na produção dos elementos. Produz também o cosmo e os astros e seus fenômenos, órbitas e dinâmicas.



VIBIFIPSI GRACELIANA – vitalogia, biologia, fisiologia, psicologia.

A vitalidade produz a vida, órgãos e funções e produz os processos e metabolizações fisiológicas, e produz a mente.

A vitalidade tem a sua própria mente e racionalidade.



MEPRE GRACELIANA – vitalicismo, metafísica, existencialismo, psicologismo, racionalismo, conhecimento.

A vitalidade produz a vida e a realidade a partir da vida, e produz a existencialidade, a mente e a racionalidade, e o conhecimento. A vitalidade é uma racionalidade e um conhecimento próprio.

E o mepre e o vibifipsi também se unificam, pois a vitalidade que produz a vida e a mente, também é uma realidade inserida de existencialidade [propósito metafenomênico e poder], e é a racionalidade inserida na realidade e na mente e na psiquê.


Temos neste ponto não só uma universalidade e totalidade, mas uma UNIDADE GRACELIANA.


CAFQ graceliana - UNIFICAÇÃO ENTRE A COSMOLOGIA, ASTRONOMIA, FÍSICA E QUÍMICA.

Uma só teoria que unifica os quatro ramos da materialidade.

Os fenômenos de alinhamento, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento do secundário em relação ao primário. A camada graceli que é encontrada nas galáxias também é encontrada nos astros e no sistema atômico. A eclíptica galáctica. A faixa interna dos astros, estrelas e galáxias, e no sistema atômico.

O processo de desintegração e reintegração de energia, matéria e radiação.

Ou seja, a natureza do macro é a mesma da média e do micro. E por sua vez a química não é uma estrutura sólida, mas em processos, pulsos e variações, e em movimentos.


Assim, uma só teoria para a energia, o sistema atômico [ver teoria dos energeticuns – publicado na internet], acompanhamento, eclíptica atômica, astronômica, e cósmica.

Faixa graceli interna nas galáxias, astros, e sistema atômico.

Acompanhamento dos terciários aos primários  espaço afora. Através da camada graceli.

Seguimento de sentido de translação pelo secundário aos primários.


Dentro da camada graceli o astro inicia com uma elipse grande e diminui até o limite da camada. Depois passa a aumentar conforme o astro se afasta da camada graceli.

A aceleração da elipse e inclinações é decrescente, porém as irregularidades são crescentes.

O balanço, a recessão [afastamento] a lateralidade, a rotação, e a translação são decrescentes.

Ou seja, há uma unicidade produzindo a CAFQ graceliana.




SOBRE A IDADE DO SISTEMA SOLAR.

Se a terra tem 150.000.000 de km do sol.

E tem um afastamento de menos de um metro ao ano.

Logo, a idade da terra está próxima de cento e cinquenta bilhões de anos.

E a idade de plutão é seis trilhões de anos.

E a idade do sistema solar é este tempo de plutão por ter sido o primeiro planeta, mais [somado] o tempo de esferificação do sol.


Cálculo pulsântico [fluxos] de graceli.
Autor – graceli.


1] o valor de x vai até um  limite, depois retorna determinando uma variação até aquele limite. Depois retorna produzindo uma variação entre dois extremos.

Isto é encontrado nos cálculos  graceliano. Com valores entre dois extremos que este extremo pode variar [ crescente e decrescente].

[O todo menos uma parte. E o resultado é dividido pela maior parte].

Assim, o pulso pode  ser fixo ou crescente e decrescente em qualquer dos extremos.

Ver o cálculo infinitesimal espacial dimensional graceliano.


Exemplos.
X=a
A= 1x até o limite 9x.

O retorno. 9x até próximo do limite de 1x.



[7-2=5,   5/2=2,5] . o todo subtraído de uma parte, e o resultado dividido do todo.


Assim, se tem um fluxo crescente e variável, e que pode ser estendido em partes internas, e limites externos, crescentes e decrescentes.


ALGUNS SISTEMAS DE GRACELI.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli

O sistema solar se transformará em um disco retorcido e alongado [disco com extremidades em espiral e formando uma elipse oval], e no final terá planetas livres e soltos no espaço produzindo movimentos retrógrados. Porém, o sistema ainda produzirá vários planetas.

Temos assim o alinhamento e desalinhamento.

Movimento de lateralidade.
Acompanhamento e desacompanhamento.
Seguimento e desseguimento.
Afastamento.
Fluxos.
Inclinacidade e elipsidade.

E RELAÇÃO E EQUIVALÊNCIA [TEORIA DA RELAÇÃO E EQUIVALÊNCIA] entre a rotação do primário com a translação inicial do secundário.

É possível ter previsões astronômicas e cosmológicas com este sistema graceliano. TEORIAS GRACELIANA DAS PREVISÕES

Onde é possível prever o futuro do astro e cosmo e saber o seu passado.

Temos assim, a origem, causas, efeitos e fases, e equivalências. E previsões e consequências futura.

Assim, temos uma ciência da materialidade dividida em vários ramos e partes.


A TEORIA ASTROCOSMOLÓGICA [CAFQ] DE GRACELI SE FUNDAMENTA.


1- Das origens, causas e efeitos e previsões.
2- Da materialidade, energia e estruturas.
3-Das camadas e faixa graceli.
4- Os formatos.
5- Das dinâmicas.
6- Das órbitas.
7-Da variabilidade, fluxonalidade e pulsabilidade.
8- Da unidade, equivalência, totalidade, universalidade.


Graceli descobre o movimento de sentido de seguimento da rotação e translação.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli

E o movimento de alinhamento e desalinhamento, e acompanhamento e desacompanhamento.

TEORIA DO MOVIMENTO DE DESLOCAMENTO E SENTIDO DE SEGUIMENTO TANTO NA ÓRBITA QUANTO NA ROTAÇÃO.


TEORIA DE GRACELI PARA ÓRBITAS DE EXOSPLANETAS.


Os exosplanetas possuem uma órbita irregular e crescentes irregularidades, como órbitas retrógrada, movimentos laterais [de rotação de lado], movimentos de rotação inversa ao sentido do seguimento inicial.

Ou seja, o movimento muda e varia conforme o astro se afasta da camada graceli.

Assim, não é só órbitas retrogradas.

Mas também rotação retrograda, ou seja, de sentido invertido ao seguimento do primário [descoberta de graceli].


Além da retrocidade, há também os movimentos laterais tanto na rotação quanto na translação, onde o astro se movimenta de lado.

Porem, isto é um estagio, está variação é constante, e o astro que hoje anda de lado, ou de sentido invertido, com o passar do tempo ele mudará. Ou seja, como há o deslocamento de rotação e translação também há o deslocamento constante de posicionamento e sentido de seguimento do astro. Tanto na rotação quanto na translação.


TEMOS ASSIM, O MOVIMENTO DE DESLOCAMENTO E SENTIDO DE SEGUIMENTO TANTO NA ÓRBITA QUANTO NA ROTAÇÃO. [DESCOBERTA DE GRACELI].

A DESCOBERTA É QUE OS ASTROS LONGE DA CAMADA GRACELI SEMPRE ESTARÃO NUM DESLOCAMENTO LATERAL PRODUZINDO UM FENÔMENO DE VARIAÇÃO DE POSICIONAMENTO, MUDANDO COM O PASSAR DO TEMPO. O ASTRO QUE HOJE SE ENCONTRA NUMA POSIÇÃO RETRÓGRADA NO FUTURO ELE SE VOLTARÁ NA POSIÇÃO NORMAL, E RETORNARÁ NA POSIÇÃO RETRÓGRADA OU LATERAL. ISTO TANTO NA TRANSLAÇÃO QUANTO NA ROTAÇÃO.

Outro ponto também é que o astro não se posiciona no centro da eclíptica. Sempre numa posição ao lado.


Isto acontece principalmente com astros longe de seus primários e fora da camada graceli.

O que produz isto tanto na órbita quanto na rotação é o movimento de lateralidade.

Alem do movimento de translação e rotação.

Temos o de recessão.
O de inclinacidade e elipsidade.
O de lateralidade.
E o de sentido de seguimento.
E os balanços e fluxos.

Alinhamento e desalinhamento.
Acompanhamento e desacompanhamento.


A partir da camada graceli a inclinação e elipsidade sempre estarão em crescimento.

Pois a sua aceleração diminui, mas o fenômeno continua.

O movimento de lateralidade, sentido de seguimento, alinhamento e desalinhamento, acompanhamento e desacompanhamento. Também diminuem na aceleração, mas o fenômeno continua por isto que há uma proporção entre as distancias dos planetas, e entre os satélites.

O movimento retrógrado é mais presente nos astros mais distantes e menores e nos exosplanetas.


Temos o movimento retrógrado e o movimento desretrógrado. Ou seja, ele está constantemente em deslocamento lateral, em épocas tem um sentido, em outras está de lado, e em outras está se movimentando de lado.

Isto ocorre porque além da rotação e translação o astro também se move de lado.

Este andar de lado ocorre tanto na rotação quanto na translação [ na órbita].

E fora da camada graceli isto está mais presente nos astros. Por isto que encontramos mais isto nos astros distantes de seus primários e nos exosplanetas e cometas.


NOVAS TEORIAS GRACELIANA.

Do alinhamento e do desalinhamento.

Do movimento de lateralidade.

Do seguimento e da retrocidade.

Do acompanhamento e desacompanhamento.

Inclinacidade e alinhamento e eclíptica.

Elipsidade e arredondamento.

Das irregularidades, fluxos, balanços, etc.

Decréscimo das dinâmicas pela desintegração de energia.

[a energia se desintegra tirando potência do astro, e com o espaço denso o astro perde dinâmica].

Isto ocorre com todas as dinâmicas.

Teoria do afastamento progressivo.

Teoria de vários universos e fases de universos.

Do espaço denso.
De gases.
De elementos leves.
Leves e pesados.
Leves, pesados e esferas.
E galáxias.
E aglomerados.
Universo lento, sem luz, sem temperatura, radiação fraca, matéria escura e fase final. Astros livres no espaço. Sem alinhamento, sem seguimento, e pouco acompanhamento, movimentos irregulares e retrógrados a normais, e de normais a retrógrados.


Teoria da cafq.



A camada e faixa graceli passam a dimensionar o astro com outras proporções.

Uma da própria esfera.
Outra da faixa graceli.
E outra que vai até a camada graceli. Que ambas dependem da produção de energia do astro.

Que é um sistema de energia e campo que tem alcance e intensidade conforme a produção de energia do astro. E é decrescente com o afastamento e o tempo de produção de energia do astro.



TEORIA física e ASTRONÔMICA DA VARIABILIDADE.

[a variabilidade acontece também na microfísica, quântica, nuclear e no sistema de produção dos elementos químicos].

Esta teoria difere da relatividade por tratar do fenômeno em si, enquanto na relatividade restrita trata do fenômeno em relação à referencial e o continuo espaço-tempo.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

O balanço astronômico é um tipo de variabilidade.

Na fase da faixa graceli o astro passa por variações no movimento de lateralidade, recessão [afastamento], rotação e translação. E também na elipcidade e na inclinacidade [tanto a elipse quanto a inclinação estão sempre em mudança].

Estas variações decrescentes na faixa graceli e crescentes fora da faixa graceli e algumas seguindo fluxos que fazem com que o astro desenvolva uma órbita retrógrada, rotação retrógrada [em exosplanetas, em Vênus, alguns satélites], e rotação com grande inclinação em relação à eclíptica.

Planetas como Vênus que tem uma translação contrária aos demais e contrária à rotação do sol. E urano que tem uma rotação com 90 graus de arco em relação à eclíptica.

Isto prova que a natureza segue uma variação própria independente de referenciais e que aumenta ou diminui conforme os sistemas e fases em que se encontra.

[aqui se tem uma nova mentalidade da astronomia, que é a astronomia variante que é em mudanças e fluxos].

Os sistemas também seguem variações de intensidade e alcance isto se confirma quando os cometas se aproximam do sol e da faixa graceli solar.

A elipcidade e inclinacionalidade seguem também uma variação de fluxos, isto se confirma nas órbitas dos cometas. E nos seus períodos.


Enquanto umas teorias determinam as elipses.

Esta teoria determina que as elipses passam por variações decrescentes, períodos de estabilidade e períodos crescentes.

O mesmo acontece com as inclinações, irregularidades, fluxos, balanços astronômicos, movimentos retrógrados e de lateralidade.



A variabilidade fenomênica também acontece nos ínfimos fenômenos, como nos saltos dos elétrons de uma órbita para outra. Nos spin, nos fótons que são liberados quando um elétron pula de uma órbita para outra.

Na variação de energia para a produção dos elementos químicos.


Na microfísica as variações e os movimentos de lado acontecem por causa dos micros explosões de energia. E é isto que faz com os elétrons pulam de uma camada para outra..


Nos astro o movimento de lado [de lateralidade] é que faz com os astros tenham tanta mudança nos movimentos, produzindo as variações na elipse e nas inclinações, nos fluxos e nos balanços, e nas rotações e nas translações.

E o que produz as variações também são as variações de energia.

O que se observa nos exosplanetas é uma confirmação das teorias graceliana.

[não é a gravidade que captura os exosplanetas, por que eles são expelidos para fora pela ação da radiação, por isto que existe o movimento de afastamento [recessão], e é por isto que os planetas têm uma progressão em suas órbitas. Pois enquanto uns se formam os outros se afastam, fazendo com que eles tenham uma progressão de afastamento entre eles. O mesmo acontece com os satélites, cometas, e estrelas].



TEORIA DO SEGUIMENTO DO SENTIDO DA ROTAÇÃO DO PRIMÁRIO.

A rotação do primário determina o sentido da translação do secundário, por isto que em todos os planetas muito próximos há o seguimento do sentido da rotação do primário. Isto não acontece com Vênus por ele ter mudado de posição, mas isto é um processo constante. E Vênus como todos os outros astros estarão variando constantemente de posição.

1-Assim, o movimento retrógrado dos exosplanetas, as grandes inclinações de rotação e translação confirmam as teorias graceliana.

2-O sentido do seguimento da translação do secundário na rotação do primário é um dos fundamentos das teorias de graceli. Em que o primário produz a translação inicial secundário.

3-E que explica o sentido da translação do secundário em relação ao sentido da rotação do primário.

4-E as variações em que ele passa.


As outras teorias – da gravitação e relatividade não explicam e não tratam destes fundamentos.



SOBRE AS VARIAÇÕES NAS INCLINAÇÕES, EXCENTRICIDADES, BALANÇOS, E FLUXOS.

Teoria da infinita mudança.

Isto é um processo constante e infinito. E o astro que se encontra numa posição normal no futuro estará em posição retrógrada, ou com grandes inclinações e excentricidades.

Porém, as excentricidades são sempre crescentes, em astros fora da faixa graceli.

A inversão também é encontrada na rotação, por isto que urano tem uma inclinação tão grande.

A excentricidade e inclinações na faixa graceli decrescem em graus de arco, e são crescentes em graus de arco, porém a aceleração é decrescente. Pois, decresce a aceleração conforme decresce a rotação, a translação e o afastamento.



 TEORIAS DA VARIABILIDADE, FLUXONALIDADE, EXCENTRICIDADE E INCLINACIDADE.


Assim, a excentricidade e inclinações [ da translação e rotação] seguem uma variação decrescente em graus de arco até sair da faixa graceli.

Ao sair da faixa graceli passa a ser crescente em graus de arco.

E decrescente em aceleração.

E, tanto em graus de arco quanto em aceleração e tempo seguem uma variação de fluxos variados.

Assim, temos as teorias da variabilidade, fluxonalidade, excentricidade e inclinacidade.

TEORIA DO ACOMPANHAMENTO.

O seguimento é uma das provas do afastamento e do acompanhamento.

O acompanhamento é o fenômeno que acontece nos sistemas astronômicos e galácticos.

Pois, o sistema de satélites de um planeta acompanha o sistema planetário, este acompanha o sistema estelar, este por sua vez acompanha o sistema de galáxias, e este de aglomerados.

Por isto que mesmo tendo o seu próprio movimento, o secundário acompanha o primário, pois é formado dentro de um sistema de energia [dentro da faixa graceli]. E ao sair da faixa graceli passa a aumentar as suas irregularidades orbitais e dinâmicas.

E quando muito longe, no caso os exosplanetas passam a vagar livremente no espaço, com pouco acompanhamento, pouca dinâmica e afastamento, e grandes irregularidades.


As quatro fases.

1-Dentro da faixa graceli.

2-Entre a faixa graceli e a parte externa. Semi-estabilidade [de decrescente para crescente nas irregularidades].

3-Fora da faixa graceli. Irregularidades crescentes.

4-Longe da faixa graceli. [exosplanetas]. Grandes irregularidades, movimentos retrógrados, e mudanças constantes de sentido de seguimento.


Teoria da variabilidade e fluxonalidade.

TEORIA física, ASTRONÔMICA e cosmológica DA VARIABILIDADE e fluxonalidade de graceli.

[a variabilidade acontece também na microfísica, quântica, nuclear e no sistema de produção dos elementos químicos].

Esta teoria difere da relatividade por tratar do fenômeno em si, enquanto na relatividade restrita trata do fenômeno em relação à referencial e o continuo espaço-tempo.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.



O balanço astronômico é um tipo de variabilidade.

Na fase da faixa graceli o astro passa por variações no movimento de lateralidade, recessão [afastamento], rotação e translação. E também na elipsidade e na inclinacidade [tanto a elipse quanto a inclinação estão sempre em mudança].

Estas variações decrescentes na faixa graceli e crescentes fora da faixa graceli e algumas seguindo fluxos que fazem com que o astro desenvolva uma órbita retrógrada, rotação retrógrada [em exosplanetas, em Vênus, alguns satélites], e rotação com grande inclinação em relação à eclíptica.

Planetas como Vênus que tem uma translação contrária aos demais e contrária à rotação do sol. E urano que tem uma rotação com 90 graus de arco em relação à eclíptica.

Isto prova que a natureza segue uma variação própria independente de referenciais e que aumenta ou diminui conforme os sistemas e fases em que se encontra.

[aqui se tem uma nova mentalidade da astronomia, que é a astronomia variante que é em mudanças e fluxos].

Os sistemas também seguem variações de intensidade e alcance isto se confirma quando os cometas se aproximam do sol e da faixa graceli solar.

A elipsidade e inclinalidade seguem também uma variação de fluxos, isto se confirma nas órbitas dos cometas. E nos seus períodos.


Enquanto umas teorias determinam as elipses.

Esta teoria determina que as elipses passam por variações decrescentes, períodos de estabilidade e períodos crescentes.

O mesmo acontece com as inclinações, irregularidades, fluxos, balanços astronômicos, movimentos retrógrados e de lateralidade.



A variabilidade fenomênica também acontece nos ínfimos fenômenos, como nos saltos dos elétrons de uma órbita para outra. Nos spin, nos fótons que são liberados quando um elétron pula de uma órbita para outra.

Na variação de energia para a produção dos elementos químicos.


Na microfísica as variações e os movimentos de lado acontecem por causa dos micros explosões de energia. E é isto que faz com os elétrons pulam de uma camada para outra..


Nos astro o movimento de lado [de lateralidade] é que faz com os astros tenham tanta mudança nos movimentos, produzindo as variações na elipse e nas inclinações, nos fluxos e nos balanços, e nas rotações e nas translações.

E o que produz as variações também são as variações de energia.

O que se observa nos exosplanetas é uma confirmação das teorias graceliana.

[não é a gravidade que captura os exosplanetas, por que eles são expelidos para fora pela ação da radiação, por isto que existe o movimento de afastamento [recessão], e é por isto que os planetas têm uma progressão em suas órbitas. Pois enquanto uns se formam os outros se afastam, fazendo com que eles tenham uma progressão de afastamento entre eles. O mesmo acontece com os satélites, cometas, e estrelas].



TEORIA DO SEGUIMENTO DO SENTIDO DA ROTAÇÃO DO PRIMÁRIO.

A rotação do primário determina o sentido da translação do secundário, por isto que em todos os planetas muito próximos há o seguimento do sentido da rotação do primário. Isto não acontece com Vênus por ele ter mudado de posição, mas isto é um processo constante. E Vênus como todos os outros astros estarão variando constantemente de posição.

1-Assim, o movimento retrógrado dos exosplanetas, as grandes inclinações de rotação e translação confirmam as teorias graceliana.

2-O sentido do seguimento da translação do secundário na rotação do primário é um dos fundamentos das teorias de graceli. Em que o primário produz a translação inicial secundário.

3-E que explica o sentido da translação do secundário em relação ao sentido da rotação do primário.

4-E as variações em que ele passa.


As outras teorias – da gravitação e relatividade não explicam e não tratam destes fundamentos.



SOBRE AS VARIAÇÕES NAS INCLINAÇÕES, EXCENTRICIDADES, BALANÇOS, E FLUXOS.

Teoria da infinita mudança.

Isto é um processo constante e infinito. E o astro que se encontra numa posição normal no futuro estará em posição retrógrada, ou com grandes inclinações e excentricidades.

Porém, as excentricidades são sempre crescentes, em astros fora da faixa graceli.

A inversão também é encontrada na rotação, por isto que urano tem uma inclinação tão grande.

A excentricidade e inclinações na faixa graceli decrescem em graus de arco, e são crescentes em graus de arco, porém a aceleração é decrescente. Pois, decresce a aceleração conforme decresce a rotação, a translação e o afastamento.



 TEORIAS DA VARIABILIDADE, FLUXONALIDADE, EXCENTRICIDADE E INCLINACIDADE.


Assim, a excentricidade e inclinações [ da translação e rotação] seguem uma variação decrescente em graus de arco até sair da faixa graceli.

Ao sair da faixa graceli passa a ser crescente em graus de arco.

E decrescente em aceleração.

E, tanto em graus de arco quanto em aceleração e tempo seguem uma variação de fluxos variados.

Assim, temos as teorias da variabilidade, fluxonalidade, excentricidade e inclinacidade.



TEORIA DO ACOMPANHAMENTO.

O seguimento é uma das provas do afastamento e do acompanhamento.

O acompanhamento é o fenômeno que acontece nos sistemas astronômicos e galácticos.

Pois, o sistema de satélites de um planeta acompanha o sistema planetário, este acompanha o sistema estelar, este por sua vez acompanha o sistema de galáxias, e este de aglomerados.

Por isto que mesmo tendo o seu próprio movimento, o secundário acompanha o primário, pois é formado dentro de um sistema de energia [dentro da faixa graceli]. E ao sair da faixa graceli passa a aumentar as suas irregularidades orbitais e dinâmicas.

E quando muito longe, no caso os exosplanetas passam a vagar livremente no espaço, com pouco acompanhamento, pouca dinâmica e afastamento, e grandes irregularidades.


As quatro fases.

1-Dentro da faixa graceli.

2-Entre a faixa graceli e a parte externa. Semi-estabilidade [de decrescente para crescente nas irregularidades].

3-Fora da faixa graceli. Irregularidades crescentes.

4-Longe da faixa graceli. [exosplanetas]. Grandes irregularidades, movimentos retrógrados, e mudanças constantes de sentido de seguimento.

Teoria graceli da variabilidade física, química, astronômica e cosmológica.


Teoria graceli de fluxos, variação e pulsos nos sistemas atômicos.


Na teoria dos energeticuns ocorrem os fluxos e pulsos na produção dos elementos químicos,

E que estes pulsos e fluxos obedecem a uma variação crescente e decrescente.

Esta variação e fluxos também ocorrem nos balanços dos movimentos de rotação e translação dos astros.

Numa variação crescente e decrescente.


Esta variabilidade está presente no processamento físico e comportamento das partículas, no spin [ rotação] das partículas, energia de ligação e outros fenômenos.


Esta teoria difere da relatividade, pois a relatividade se fundamenta em referências e na variação em relação com espaço e com o tempo. Um bom exemplo é a variação de paralaxe, em que a variação aumenta conforme há um distanciamento entre dois observadores.


Já a teoria da variabilidade trata do fenômeno em si, suas variações, pulsos, e fluxos naturais.



A fluxonalidade pode ser encontrada nos períodos e órbitas dos cometas e asteróides.

Balanço astronômico das órbitas dos astros.

No sistema atômico.

Na liberação de fótons de luz e energia quando o elétron pula de uma órbita para outra.

Na radiação.


OS FLUXOS também são realizados nos movimentos e órbitas que os astros, principalmente cometas e asteróides fazem.

No seu movimento de inclinacidade, circularidade, elipsidade, lateralidade, rotação, recessão, balanços e translação.

Confirma-se nos períodos dos cometas de órbitas e períodos longos.



IRREGULARIDADES ORBITAIS.

Recessão.

A terra diminui dezesseis segundos em cada milhão de anos, ou seja, há um retardamento [desaceleração] em torno de seu eixo.

Isto confirma a desaceleração do movimento pela desintegração de energia de cada astro.

E a lua se afasta da terra a uma velocidade da ordem de quatro centímetros por ano.

Isto confirma que os astros são impulsionados para fora pela ação da radiação e camada graceli e não atraídos pela ação de alguma força.

A recessão, a translação e a lateralidade também diminuem com a desintegração de energia. Isto se confirma com a experiência.

A rotação tem uma influência direta da ação da faixa e camada graceli, pois inicia ínfima e depois aumenta até um ápice que a energia do astro pode produzir, e depois com a desintegração da própria energia a rotação desacelera.

Ou seja, sai de um sistema de energia [da faixa e camada graceli do primário] e enquanto vai saindo vai tendo ação da energia do próprio astro, enquanto a rotação vai sendo produzida.

Assim, a translação e recessão diminuem com a desintegração de energia.

HÁ DOIS FATORES PARA A DIMINUIÇÃO DE ACELERAÇÃO.

1 - O AFASTAMENTO DA FAIXA E CAMADA GRACELI.
2- A DESINTEGRAÇÃO DE ENERGIA DO PRÓPRIO ASTRO.

A rotação começa ínfima mesmo o astro tendo uma grande produção de energia [exemplo – mercúrio e Vênus no sistema solar, e Amaltéia no sistema de júpiter].
POIS ELES SE ENCONTRAM DENTRO DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

Quanto mais próximo do astro produtor da faixa e camada graceli maior e ação destes fatores.

BALANÇOS.

Os astros sofrem um balanço de até nove minutos de graus de arco quando dentro da faixa e camada graceli.

E cometas sofrem alterações físicas, químicas, estruturais, orbitais e dinâmicas quando entram e saem da faixa e camada graceli.

O balanço é na verdade um fluxo.

E por se tratar de fluxo há um fluxo orbital e dinâmico nas órbitas, períodos e dinâmicas dos cometas.



VARIAÇÕES DA DINÂMICA E ÓRBITA DA LUA, DEFORMAÇÕES DE ÓRBITA DA LUA, E FLUXOS DE ÓRBITAS E DINÂMICAS DA LUA.



EVECÇÃO.
Há situações que o sol estica a órbita da lua, e outras situações que a comprime. E isto depende de onde a terra se encontra – mais próxima do sol [ periélio] elipse mais acentuada, e quando a terra está no afélio – menos acentuada – a diferença é de nove minutos de graus [9´].

Isto acontece por que quando a terra está mais próxima do sol também carrega a lua para mais próxima do sol, aumentando a sua temperatura, energia e radiação, com isto dando uma aceleração maior na sua dinâmica.

Também depende do posicionamento em relação à eclíptica, pois neste caso se alua estiver entre a terra e o sol, e com a terra num posicionamento mais próximo do sol, logo, a lua terá um maior acentuação na sua elipse [maior excentricidade].

E o contrário com um maior afastamento.

Quanto mais próximo da faixa e camada graceli maior é a excentricidade e inclinação, e a ação de seguimento de sentido de movimentos, a ação de alinhamento, e a ação de acompanhamento.

O alinhamento, seguimento, e acompanhamento são fenômenos, mas também são formas de dinâmicas.


Assim, a órbita da lua é oval [ tipo um ovo de galinha], e esta ovalidade é variável, sempre em mudança, e segue fluxos e variações. [ ver quarta teoria de astronomia de graceli – publicada na internet].

É oval por que sempre tem uma das extremidades mais acentuada do que a outra.

É variável por que sempre tem uma pequena mudança.

E segue fluxos por que a variação segue uma mudança até um ponto e depois retorna. Num processo constante de ida e volta.

Com isto a dinâmica também é variável.



PARALAXE –

No quarto crescente a lua se move em direção oposta ao sol e por isto recebe a ação radiação solar e é por isto QUE A ACELERAÇÃO DA LUA É RETARDADA – ou seja, a radiação solar impulsiona a lua para fora enquanto a sua tendência de órbita e energia própria a impura para produzir a sua órbita normal.

Logo, se houvesse ação de atração de campos haveria uma aceleração em direção ao sol, mas isto não acontece. Isto é mais um exemplo que contraio a teoria da gravitação.

MOVIMENTO RETARDADO = MOVIMENTO PRÓPRIO – IMPULSÃO DA RADIAÇÃO DO SOLAR.


E NO QUARTO MINGUANTE É ACELERADA progressivamente por que se move no sentido da radiação solar, e por isto a aceleração é crescente, pois tem a sua velocidade natural mais a impulsão da radiação solar.
ACELERAÇÃO = MOVIMENTO PRÓPRIO + IMPULSÃO DA RADIAÇÃO SOLAR.

A rotação nasce [tem a sua origem da energia e radiação do próprio astro].

A translação nasce da rotação, energia, e faixa e camada graceli. O astro ainda na forma de anel já tem a sua translação.

Por isto que há uma equivalência próxima entre velocidade equatorial do primário e velocidade translacional do secundário, quando este se encontra muito próximo do primário.

Ainda dentro da faixa e camada graceli o astro já inicia a sua própria rotação e própria translação.




TEORIA DA UNIFICAÇÃO COSMOLÓGICA.

Astronomia e cosmologia de graceli.

A unificação acontece entre elementos, no alinhamento, seguimento, acompanhamento, nas dinâmicas e órbitas.

Na energeticidade, no universo estruturante e astronomia estruturante.

Na alternancidade.

Na alternancidade de faixa e camada graceli para energia.

Nos fluxos, variações e balanços.

Física - entre a termodinâmica, quântica, nuclear.


Tipos de órbitas.

Ovais [sempre com uma das extremidades mais pontudas e outra mais larga].

Órbitas ovais variáveis e de fluxos – confirma-se nos cometas e na lua quando entram na faixa e camada graceli.

Órbitas irregulares, variáveis e de fluxos variados. Isto acontece principalmente com a lua por estar sempre entrando e saindo da faixa e camada graceli, e por cometas quando entram e saem da faixa e camada graceli.

Órbitas de balanços entre dois extremos, com as variações [inclinações e elipse] sempre sendo crescentes e decrescentes [ou seja, com fluxos variados].

Balanço orbital. Confirma-se nas órbitas na terra e nas órbitas da lua e cometas.

Lateralidade.

Fluxo graceli.

Fluxo astronômico graceli. E fluxo atômico na produção de energia e novos elementos – de leves em pesados e de pesados em leves. [ver teoria da energeticidade - publicada na internet]


Assim as órbitas passam por processos dessemelhantes [diferentes] em cada órbita realizada.

Isto também acontece com as galáxias, sistema astronômico e sistema atômico.



TEORIA DE ALTERNANCIDADE INCLUINDO A FAIXA E CAMADA GRACELI.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli

A aceleração translacional é maior quando o astro se encontra dentro da faixa e camada graceli por ser a faixa e camada graceli um sistema de energia, mesmo assim é decrescente.

E fora da faixa e camada graceli a aceleração é decrescente, por que neste caso o que está em ação é só a produção de energia do próprio astro.

TEMOS UMA ALTERNANCIDADE DE AGENTES NA PRODUÇÃO DOS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS E COSMOLÓGICOS

TEMOS UMA ALTERNANCIDADE DE AGENTES NA PRODUÇÃO DOS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS E COSMOLÓGICOS.

Esta variação também acontece com todas as dinâmicas.

Por este caminho de alternancidade é possível responder por que há um processo de fluxos, de oscilação, de decrescência para crescente e de crescente para decrescente, isto acontece em todos os fenômenos astronômicos.

Pois, os fenômenos astronômicos passam por fases conforme o posicionamento dentro da faixa e camada graceli, e conforme o seu estágio de energia. E a ação de energia da faixa e camada graceli.


´´Na natureza tudo tem sua origem.
Tudo se transforma.
Tudo se desintegra. Exceto Deus, pois este é absoluto´´.


O acompanhamento acontece por que o astro [secundário] tem sua origem em um sistema em translação [faixa e camada graceli]. E passa a acompanhar esta translação do sistema, porém mantém a sua translação.

Assim, a sua translação tem origem da rotação, faixa e camada graceli do primário, ainda dentro da faixa e camada graceli o astro inicia o processo de ação através de sua energia.

E fora da faixa e camada graceli o secundário continua a produção de sua translação com a sua própria energia.

[por este caminho é possível responder a diferença na progressão de translação entre Marte [ no extremo da faixa e camada graceli] e júpiter fora da faixa e camada graceli, mesmo tendo uma grande produção de energia.

Porém, a produção de energia consegue se sobressair na rotação, pois júpiter é o que tem o maior diâmetro e a maior velocidade equatorial.


Assim, dentro do sistema de faixa e camada graceli o secundário ainda faz parte do sistema do primário.

E ele se encontra na produção de energia do sistema, e produzindo a dinâmica e órbita e dinâmicas.

ASSIM, HÁ DOIS AGENTES ATUANDO.

1- O DO SISTEMA DEDE ENERGIA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.
2- E O DE ENERGIA DO PRÓPRIO ASTRO.

ISTO SOBRE TODAS AS DINÂMICAS, ÓRBITAS, INCLINAÇÕES, ELIPSES, ACOMPANHAMENTO, ALINHAMENTO E DESALINHAMENTO, SEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO.


ASSIM, TEMOS UM PROCESSO EM CONSTANTE AÇÃO [ ESTRUTURANTE].
UMA ALTERNANCIDADE.
UMA VARIABILIDADE E FLUXONALIDADE.
UM SISTEMA ONDE O ASTRO VAI ALÉM DE SEU DIÂMETRO [FAIXA E CAMADA GRACELI].
UM PROCESSO CRESCENTE E DECRESCENTE. E DECRESCENTE PARA CRESCENTE.

Assim, temos um sistema galáxia –estrela- planeta – satélite. [um dentro do outro, e todos com a sua própria ação pela ação de sua energia, e ação de seu sistema de faixa e camada graceli].

E temos um sistema em rotação e translação próprio e um dento do outro. E todos produzindo a sua dinâmica, afastamento, órbita, alinhamento, acompanhamento, seguimento, inclinacidade e desinclinacidade, elipsidade e deselipsidade.

Dentro dele o sistema planeta – satélite faz parte da sua rotação e desenvolve a sua própria translação e rotação.

Assim, produz a sua própria órbita e dinâmica e segue a do sistema.

Assim, temos um sistema de órbitas.
De dinâmicas,
De produção de energia,
De produção de elementos químicos,
De produção de astros,
De desintegração.



Teoria de graceli da formação dos astros, sistemas atômicos e galáxias.

Teorias publicadas na internet.



TEORIA DE ALTERNANCIDADE INCLUINDO A FAIXA E CAMADA GRACELI.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli

A aceleração translacional é maior quando o astro se encontra dentro da faixa e camada graceli por ser a faixa e camada graceli um sistema de energia, mesmo assim é decrescente.

E fora da faixa e camada graceli a aceleração é decrescente, por que neste caso o que está em ação é só a produção de energia do próprio astro.

TEMOS UMA ALTERNANCIDADE DE AGENTES NA PRODUÇÃO DOS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS E COSMOLÓGICOS

TEMOS UMA ALTERNANCIDADE DE AGENTES NA PRODUÇÃO DOS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS E COSMOLÓGICOS.

Esta variação também acontece com todas as dinâmicas.

Por este caminho de alternancidade é possível responder por que há um processo de fluxos, de oscilação, de decrescência para crescente e de crescente para decrescente, isto acontece em todos os fenômenos astronômicos.

Pois, os fenômenos astronômicos passam por fases conforme o posicionamento dentro da faixa e camada graceli, e conforme o seu estágio de energia. E a ação de energia da faixa e camada graceli.


´´Na natureza tudo tem sua origem.
Tudo se transforma.
Tudo se desintegra. Exceto Deus, pois este é absoluto´´.


O acompanhamento acontece por que o astro [secundário] tem sua origem em um sistema em translação [faixa e camada graceli]. E passa a acompanhar esta translação do sistema, porém mantém a sua translação.

Assim, a sua translação tem origem da rotação, faixa e camada graceli do primário, ainda dentro da faixa e camada graceli o astro inicia o processo de ação através de sua energia.

E fora da faixa e camada graceli o secundário continua a produção de sua translação com a sua própria energia.

[por este caminho é possível responder a diferença na progressão de translação entre Marte [ no extremo da faixa e camada graceli] e júpiter fora da faixa e camada graceli, mesmo tendo uma grande produção de energia.

Porém, a produção de energia consegue se sobressair na rotação, pois júpiter é o que tem o maior diâmetro e a maior velocidade equatorial.


Assim, dentro do sistema de faixa e camada graceli o secundário ainda faz parte do sistema do primário.

E ele se encontra na produção de energia do sistema, e produzindo a dinâmica e órbita e dinâmicas.

ASSIM, HÁ DOIS AGENTES ATUANDO.

1- O DO SISTEMA DEDE ENERGIA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.
2- E O DE ENERGIA DO PRÓPRIO ASTRO.

ISTO SOBRE TODAS AS DINÂMICAS, ÓRBITAS, INCLINAÇÕES, ELIPSES, ACOMPANHAMENTO, ALINHAMENTO E DESALINHAMENTO, SEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO.


ASSIM, TEMOS UM PROCESSO EM CONSTANTE AÇÃO [ ESTRUTURANTE].
UMA ALTERNANCIDADE.
UMA VARIABILIDADE E FLUXONALIDADE.
UM SISTEMA ONDE O ASTRO VAI ALÉM DE SEU DIÂMETRO [FAIXA E CAMADA GRACELI].
UM PROCESSO CRESCENTE E DECRESCENTE. E DECRESCENTE PARA CRESCENTE.

Assim, temos um sistema galáxia –estrela- planeta – satélite. [um dentro do outro, e todos com a sua própria ação pela ação de sua energia, e ação de seu sistema de faixa e camada graceli].

E temos um sistema em rotação e translação próprio e um dento do outro. E todos produzindo a sua dinâmica, afastamento, órbita, alinhamento, acompanhamento, seguimento, inclinacidade e desinclinacidade, elipsidade e deselipsidade.

Dentro dele o sistema planeta – satélite faz parte da sua rotação e desenvolve a sua própria translação e rotação.

Assim, produz a sua própria órbita e dinâmica e segue a do sistema.

Assim, temos um sistema de órbitas.
De dinâmicas,
De produção de energia,
De produção de elementos químicos,
De produção de astros,
De desintegração.




Teoria de graceli da origem dos planetas, exosplanetas, e satélites.

Os exosplanetas são planetas que se afastaram das órbitas normais pela velocidade de recessão [ afastamento]. Antes de ser um exosplanetas eles foram planetas.

Os planetas se originam do material da radiação que o primário [ no caso o sol] expele no espaço.

E que se transforma em esfera, antes de passar pela fase de anéis. Isto ocorre pela ação do magnetismo do primário na produção dos anéis, e esfera pela ação da compressão do espaço denso e atmosfera.

Os satélites também passam pelo mesmo processo, só que eles se originam pela material dos planetas em que eles circundam.

O mesmo acontece com os asteróides e cometas.

Ver teorias de graceli de astronomia, cosmologia, física, do universo e do sistema atômico. [publicados na internet].


Este trabalho já está publicado [na internet] nas teorias de graceli.



Teoria de graceli do crescimento progressivo de matéria do cosmo.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

Ver teorias de graceli e teoria cósmica da gracelongênese. [ publicados na internet].

TEORIA DE FORMATOS DE UNIVERSOS. E DE SISTEMAS ASTRONÔMICOS.

Os universos dependem do estágio da sua materialidade, se ele estiver numa fase de gases tem um formato, se estiver numa fase de esferas outro formato. E ai continua.

Assim, ele passa pela fase.

De universo de espaço denso.
De gases e nebulosas.
De nebulosas a esferas.
De esferas a discos.
De discos a instabilidades orbitais crescentes e dinâmicas decrescentes.
E no último estágio passa à esferas vagantes no espaço, com pouca dinâmica, sem luz [matéria escura] sem temperatura positiva, é um universo sem formato definido. E movimentos que varia de normal a retrógrado e de retrogrado a normal, o mesmo acontece com a rotação.


A natureza do movimento não é ser reto, mas sim curvo, pois toda rotação e translação são curvos independentes se eles estão próximos ou longe a sistemas de energia como a faixa e camada graceli. E quando longe com a sua própria energia desenvolve movimentos curvos.

A oscilação depende da energia do sistema, pois os gases têm maiores oscilações do que planetas, e planetas mais próximos da energia solar e camada graceli tem maiores oscilações do que planetas mais distantes.

A translação são curvas por ter origem curva pela rotação do primário e camada graceli curva, e também quando longe destes agentes a energia produz a radiação no espaço produzindo a rotação e consequentemente a translação. [o próprio termo rotação e translação determina a essência do que são estes movimentos].

A amplitude do sistema graceliano engloba varias teorias numa unidade que engloba a origem, as causas e efeitos e previsões. E envolve a física, química, cosmologia, e astronomia.

E que os astros não deslizam numa suposta curvatura do espaço como determina a relatividade geral.

Ou mesmo não são atraídos por uma suposta gravidade,

Mas sim são impulsionados para fora pela ação da energia do primário, faixa e camada graceli e radiação do primário.

Que determinam o posicionamento e a distancia que hoje os astros se encontram do sol.

TEORIA DA FAIXA E CAMADA  DE SISTEMAS ASTRO-COSMOLÓGICO.

Assim, os efeitos variam e dependem da energia do sistema primário, tanto na produção das dinâmicas, órbitas, formatos de alinhamento, acompanhamento, seguimento, inclinações e elipses.

Os exosplanetas e alguns cometas saem sistema graceli e não mais voltam [não mais acompanham os primários].

Este sistema é do céu, da terra, do alinhamento cósmico, afastamento, rotação, faixa e camada graceli e da matéria e da origem da matéria e dos elementos químicos.


TEORIA DE MUDANÇAS [ALTERNANCIDADE] ASTRONÔMICAS – DE GRACELI.
Autor – Graceli.
Muda o agente [ o origem e a causa] de energia para faixa e camada graceli, e de faixa e camada graceli para energia própria.

Agentes de anelação, e esferificação.

Muda o formato do sistema [ de inclinado para disco, de disco para arredondado].

De elipse para arredondamento, de arredondamento para elipse.

O sistema de instável para estável, e de estável para instável.

A aceleração de rotação pequena para grande, e de grande quando sai da faixa e camada graceli para pequena e ínfima.

A aceleração de translação de grande para pequena.

A aceleração de afastamento [recessão] de pequena para grande, e quando sai da faixa e camada graceli passa a ser produzida pela própria energia do astro, e esta energia sempre se encontra em desintegração, logo o decréscimo constante e progressivo.

O mesmo acontece com o movimento de lateralidade.

E o balanço rotacional e translacional.

E o formato da elipse.

Há uma equivalência entre as variações de entre todas as dinâmicas.



Teoria do universo não inercial.

Autor – graceli.
A natureza do movimento é ser curvo.

Pois, a rotação é curva.

E a translação tem a sua origem primária na rotação do primário. e na faixa e camada graceli. Isto pode ser confirmado no movimento dos gases sob pressão, atmosfera, e no movimento translacional dos anéis dos planetas.

Todo corpo é constituído de matéria, e toda matéria é energia e toda energia é movimento. E todo corpo tem rotação. E a rotação faz com que a o corpo translada naturalmente no espaço. Estando ou não em torno do outro.

A natureza da rotação é ser curva, e decresce com a diminuição de energia. Isto se confirma com o afastamento e tempo de vida e processamento de energia dos planetas e todos os astros [ver teorias de graceli].

Ou seja, o movimento está relacionado a energia do corpo.

E com isto é impossível dizer que existe inércia. Alem de que a natureza do movimento é ser curvo.

E conforme aumenta a produção de energia. No caso de gases a curvatura aumenta consideravelmente.

Com isto não existe repouso ou movimento uniforme de qualquer corpo. Pois todo corpo é constituído de energia, e toda energia é movimento.

E=movimento.

E todos os movimentos são não uniformes, ou seja, com a energia, temperatura e pressão.

 E conforme aumenta a pressão aumenta o movimento oscilatório dos gases.

Isto se confirma com a termodinâmica.

Por outro lado também a energia não se conserva. Pois, ela se desintegra enquanto está sendo processada. E outras matérias têm origens em outros pontos do cosmo.



A teoria da gravitação não tem o objetivo de explicar a causa da translação e órbita. Mas tenta explicar por que os astros não saem em linha reta e se afastam de seus primários, e por que se mantém em órbitas curvas.

A teoria da gravitação não consegue explicar a causa do movimento de rotação e de recessão [o afastamento decrescente de seus primários].  Que determina o afastamento e distancia dos primários.

Nem a desaceleração da rotação, da recessão, e do movimento de lateralidade.

As dinâmicas e órbitas têm as suas origens na energia, camada e faixa graceli.

E a translação de um secundário é um prosseguimento da rotação do primário que produziu aquele secundário.

PRIMEIRA LEI.

No universo graceliano todo corpo não é constituído de massa, mas de energia. E fora e dentro da energia não há inércia, mas movimento natural e curvo.

Energia = curvatura.
Energia = movimento.
Energia = oscilação e variação.


SEGUNDA LEI.

A velocidade de um corpo fora de qualquer sistema físico decresce ou aumenta a sua velocidade natural conforme aumenta ou decresce a sua produção de energia.

A e = a a.
D e = d a.

Isto se confirma com as físicas quântica, nuclear, termodinâmica e a cosmologia e astronomia.

Se aumentarmos a pressão ou temperatura sobre os gases a sua velocidade e oscilação de movimentos também aumentarão.

O mesmo acontece com a dilatação.

Não relacionei outros movimentos e fenômenos que as teorias da gravitação e relatividade não conseguiram provar. Como o seguimento de sentido de movimento e desseguimento, o alinhamento e desalinhamento. O acompanhamento e desacompanhamento.

E também sobre os anéis e formatos dos astros. [ ver teorias de graceli publicadas na internet.



LEIS PARA O ACOMPANHAMENTO.



TEORIA DOS SISTEMAS DE GRACELI – DO ATÔMICO AO ASTRONÔMICO, GALÁCTICO, DE VÁRIOS UNIVERSOS E O CÓSMICO.


Autor – Ancelmo Luiz Graceli

Astronomia de sistema de graceli
De produção interação de energia.

De camada e faixa graceli. [o sistema atômico também é inserido de camada e faixa graceli].

De fenômenos e causas.

De variabilidade e fluxonalidade.

De equivalência e proporcionalidade.

De energeticidade e alternancidade.

As faixas e camada graceli são sistemas físicos de energia, espaço denso e campos, e radiação.


1-     A translação nasce da energia, camada e faixas graceli e rotação do primário.
2-     O secundário ainda na fase de anéis já possui sua translação inicial.
3-     E não possui rotação.

Só quando está passando do formato de anéis para esfera que passa a iniciar a sua rotação, mas em uma progressão ínfima.

Só quando passa de anel para esfera e enquanto ainda está se afastamento da camada e faixa graceli que o astro consegue empreender toda sua rotação. E quando chega ao ápice pela sua energia chega ao ápice de sua rotação, e com a desintegração de energia começa a decrescer até quase a um repouso em termos de rotação.


OS SISTEMAS SÃO OS ATÔMICOS, ASTRONÔMICOS [ESTELAR, PLANETÁRIO, SATÉLICOS, COMENTÁRIO, E DE ASTERÓIDES], GALÁCTICOS, E DE AGLOMERADOS.

E um dentro do outro para produzir o acompanhamento, o seguimento de sentido de movimento, e o alinhamento com a ação primordial da faixa e camada graceli.

Com a faixa e camada graceli forma-se um sistema onde o astro aumenta seu alcance de atuação, pois o astro se divide em três limites.

1- UM DO SEU DIÂMETRO DE MATERIALIDADE.

2- OUTRO QUE É A FAIXA GRACELI - Outro no seu diâmetro de energeticidade que envolve a sua eclíptica, que um disco, uma faixa de energia central produzida principalmente pelo magnetismo.

3- E OUTRO QUE É A CAMADA GRACELI que envolve toda circunferência do astro, e que tem alcance e intensidade de ação limitada conforme a produção de energia do astro e que a libera no espaço.

No caso do sol, a camada solar tem aproximadamente 1.5 de unidade astronômica, ou seja, vai aproximadamente até marte.

Mas por que achei este resultado.

Simples, nestas imediações ocorrem vários fenômenos diferenciados dos outros, principalmente destruição de caudas de cometas, destruição de asteróides quando estão produzindo uma órbita em direção ao sol.

Como também muitas órbitas e dinâmicas sofrem pequenas variações nestas mediações.

O sistema atômico também tem faixa e camada graceli.



O cometa Halley tem um fluxo e um pequeno [ínfimo] afastamento, por isto que a sua órbita está sempre sendo acrescida de alguns minutos.

Os sistemas produzem principalmente.

O acompanhamento.
O seguimento.
O alinhamento.
A inclinacidade e a desinclinacidade [alinhamento].
A elipsidade e o arredondamento da órbita.

A translação.
A lateralidade.
Afastamento.
E balanços de órbitas.
Desaceleração de rotação [dentro do sistema [ faixa e camada graceli].


O terciário dentro da faixa e camada graceli é um complemento do secundário, e este do primário.

E quando saem fora passam a desenvolver a sua própria translação, e muito longe no caso de alguns cometas e dos exosplanetas não mais acompanham o movimento do primário.

Assim, alem do movimento de translação, lateralidade, afastamento, rotação também há o movimento de acompanhamento.

Por exemplo, a lua desenvolve um quilometro por segundo de translação, mas acompanha o planeta terra em volta do sol, e a terra desenvolve vinte nove quilômetros por segundos, logo, a lua tem seu um quilometro de translação que ela mesma desenvolve com a sua energia e faixa e camada graceli, e tem uma velocidade de vinte nove quilômetros por segundos de acompanhamento da terra.

Pois, a lua faz parte do sistema da terra e está dentro do sistema da faixa e camada graceli.

E a terra por sua vez se move na galáxia, e esta nos aglomerados. Ou seja, o astro tem e produz também a sua própria velocidade, e tem e faz parte da velocidade dos sistemas.

Um dentro do outro.

Não é o espaço que se movimento, mas a energia do astro que produz um alongamento de energia no espaço de seu diâmetro.

E este alongamento tem o tamanho variável com a energia do astro, logo é decrescente em alcance e intensidade, e decresce conforme o astro decresce a sua produção de energia.

É um sistema de energia denso espacial dentro do espaço denso.

Este sistema também acontece com o sistema atômico e gases.

Este sistema não tem translação, mas acompanha a rotação do astro que o produz, por isto que os secundários que estão dentro deles os acompanham, mas também produzem os seus sistemas e as suas dinâmicas.

Assim, exosplanetas, exoscometas, exos-estrelas saem de sistemas primários, mas continua o seu processo de produção de movimentos.

Assim, um sistema acompanha o outro por estar dentro do outro, pois a faixa e a camada graceli é uma continuação de energia do astro no espaço.

ASSIM, HÁ DOIS FENÔMENOS ACONTECENDO AO MESMO TEMPO.

O DA ÓRBITA PRÓPRIA E DINÂMICA.

E O DO ACOMPANHAMENTO EM QUE SE ENCONTRA O SECUNDÁRIO NO SISTEMA DE ENERGIA [FAIXA E CAMADA GRACELI].


MOVIMENTO GRACELI [TRANSLAÇÃO SECUNDÁRIA].
MOVIMENTO DO TERCIÁRIO EM RELAÇÃO AO PRIMÁRIO. [DO SATÉLITE EM RELAÇÃO AO SOL].

Assim pode-se dizer que a lua [como exemplo] desenvolve um quilometro por segundo da sua própria órbita.

E vinte nove quilômetros por segundos em que acompanha a terra.

Assim também se há uma soma de dois movimentos – um translacional e outro de acompanhamento. Então se for considerado o movimento da lua, ou de outro satélite qualquer do sistema solar em torno do sol, logo este movimento em relação ao sol estará sempre pendendo mais para um dos lados.

Ou seja, é uma volta envolta da terra, e envolta do sol.

Assim, o satélite se aproxima e se afasta do sol em cada translação completa, e com isto há um deslocamento de paralaxe.

A energia produz a rotação do astro e do sistema.

E decresce em intensidade e alcance conforme a produção de energia.




ASSIM, O SISTEMA DE GRACELI CONSEGUE RESPONDER.

1-A origem, a causa e desenvolvimento da rotação, e suas fases de crescimento e desaceleração.

2-A eclíptica [alinhamento em disco pelo magnetismo] do cosmo, das estrelas, planetas e satélites. E do movimento lateral.

3-O afastamento progressivo dos astros [causa do movimento de recessão]. Prova o distanciamento entre os astros, principalmente os planetas.

4-Prova que os astros estão se afastando infimamente de seus primários pela radiação e faixa e camada graceli.

5-E não sendo atraídos por uma força de gravidade. Com isto cai o eixo teórico de Galileu, Newton, Einstein.

Fundamentado na inércia [Galileu].

Força e gravidade [Newton].

Espaço curvo [Einstein].

6-O alinhamento, afastamento, seguimento de sentido de movimento, acompanhamento.

7-Variação de crescimento e decrescimento de dinâmicas, elipses, e inclinações, e balanços e fluxos.

8-Origem da translação pela faixa e camada graceli do primário e pela rotação do primário.

9-Sistema estruturante, variável [grande, médio, pequeno]

10Formato, achatamento de astro, número de satélites e outros.

11-A MESMA CAUSA DO ACHATAMENTO DO DIÂMETRO DO ASTRO TAMBÉM É DO ALINHAMENTO DO SISTEMA. Assim, astro e sistema têm pouca diferença na sua produção, pois os seus agentes são os mesmos – o magnetismo da faixa e camada graceli do seu primário.

12-Variação na faixa e camada graceli.

13-Não conservação de energia.

14-Inclui a origem dos elementos químicos no sistema astronômico e cosmológico.

15- CAFQ de graceli.

Ver outras respostas nas astronomias e cosmológicas de graceli – publicadas na internet.


A aceleração translacional é maior quando o astro se encontra dentro da faixa e camada graceli por ser a faixa e camada graceli um sistema de energia, mesmo assim é decrescente.

E fora da faixa e camada graceli a aceleração é decrescente, por que neste caso o que está em ação é só a produção de energia do próprio astro.

TEMOS UMA ALTERNANCIDADE DE AGENTES NA PRODUÇÃO DOS FENÔMENOS ASTRONÔMICOS E COSMOLÓGICOS.

Esta variação também acontece com todas as dinâmicas.

Por este caminho de alternancidade é possível responder por que há um processo de fluxos, de oscilação, de decrescência para crescente e de crescente para decrescente, isto acontece em todos os fenômenos astronômicos.

Pois, os fenômenos astronômicos passam por fases conforme o posicionamento dentro da faixa e camada graceli, e conforme o seu estágio de energia. E a ação de energia da faixa e camada graceli.


´´Na natureza tudo tem sua origem.
Tudo se transforma.
Tudo se desintegra. Exceto Deus, pois este é absoluto´´.


O acompanhamento acontece por que o astro [secundário] tem sua origem em um sistema em translação [faixa e camada graceli]. E passa a acompanhar esta translação do sistema, porém mantém a sua translação.

Assim, a sua translação tem origem da rotação, faixa e camada graceli do primário, ainda dentro da faixa e camada graceli o astro inicia o processo de ação através de sua energia.

E fora da faixa e camada graceli o secundário continua a produção de sua translação com a sua própria energia.

[por este caminho é possível responder a diferença na progressão de translação entre Marte [ no extremo da faixa e camada graceli] e júpiter fora da faixa e camada graceli, mesmo tendo uma grande produção de energia.

Porém, a produção de energia consegue se sobressair na rotação, pois júpiter é o que tem o maior diâmetro e a maior velocidade equatorial.


Assim, dentro do sistema de faixa e camada graceli o secundário ainda faz parte do sistema do primário.

E ele se encontra na produção de energia do sistema, e produzindo a dinâmica e órbita e dinâmicas.

ASSIM, HÁ DOIS AGENTES ATUANDO.

1- O DO SISTEMA DEDE ENERGIA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.
2- E O DE ENERGIA DO PRÓPRIO ASTRO.

ISTO SOBRE TODAS AS DINÂMICAS, ÓRBITAS, INCLINAÇÕES, ELIPSES, ACOMPANHAMENTO, ALINHAMENTO E DESALINHAMENTO, SEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO.


ASSIM, TEMOS UM PROCESSO EM CONSTANTE AÇÃO [ ESTRUTURANTE].
UMA ALTERNANCIDADE.
UMA VARIABILIDADE E FLUXONALIDADE.
UM SISTEMA ONDE O ASTRO VAI ALÉM DE SEU DIÂMETRO [FAIXA E CAMADA GRACELI].
UM PROCESSO CRESCENTE E DECRESCENTE. E DECRESCENTE PARA CRESCENTE.

Assim, temos um sistema galáxia –estrela- planeta – satélite. [um dentro do outro, e todos com a sua própria ação pela ação de sua energia, e ação de seu sistema de faixa e camada graceli].

E temos um sistema em rotação e translação próprio e um dento do outro. E todos produzindo a sua dinâmica, afastamento, órbita, alinhamento, acompanhamento, seguimento, inclinacidade e desinclinacidade, elipsidade e deselipsidade.

Dentro dele o sistema planeta – satélite faz parte da sua rotação e desenvolve a sua própria translação e rotação.

ESTE MOVIMENTO SECUNDÁRIO DE ACOMPANHAMENTO QUE NÃO É UMA TRANSLAÇÃO E NÃO É UMA ROTAÇÃO, E NÃO É UMA RECESSÃO – É O MOVIMENTO GRACELI UM.

E O MOVIMENTO DE ALINHAMENTO E DESALINHAMENTO É O MOVIMENTO GRACELI DOIS.

E O SEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO É O FENÔMENO GRACELI.



Assim, produz a sua própria órbita e dinâmica e segue a do sistema.

Assim, temos um sistema de órbitas.
De dinâmicas,
De produção de energia,
De produção de elementos químicos,
De produção de astros,
De desintegração.



SISTEMA GRACELI DE INTERAÇÃO DE ENERGIA.


Interação de energia dos sistemas.

A produção de energia de todo sistema produz a interação de entre as partes e no espaço entre as partes.

Com isto faz com que todo o sistema produza sua dinâmica e órbita no espaço.

E que todo satélite possa acompanhar a translação do seu primário [planeta] no espaço.

E se toda dinâmica decresce na mesma proporção da desintegração de energia, logo não existe inércia. O movimento não se mantém. Ele decresce não pela ação da distância da gravidade do primário, mas pela desintegração de energia do próprio astro [quando este está fora da faixa e camada graceli]. Isto para todas as dinâmicas.

Enquanto dentro da faixa graceli a translação decresce, e a rotação tem um crescimento acentuado. Mas ao sair da faixa e camada graceli a rotação chega até o ápice que a sua energia consegue produzir e depois a aceleração rotacional é decrescente. Por causa da desintegração de energia.

Se houvesse inércia todas as dinâmicas se conservariam, mas isto não acontece.

Principalmente por que o espaço não é um vazio, mas contém densidade.

Conforme a energia se desintegra o sistema da faixa e camada graceli também se torna decrescente na sua intensidade e alcance.

Alguns exosplanetas, exoscometas, e exos-estrelas saem sistema e não mais acompanham o sistema primário.


Assim, as teorias de graceli conseguem explicar.

1- O afastamento.
2-O alinhamento.
3-O acompanhamento.
4-O seguimento de sentido de movimento.
5-O movimento graceli [ o segundo [terceiro e quarto] movimento de translação dentro de sistemas de graceli].
6-A rotação.
7-A origem da translação.
8-Uma só teoria para todas as dinâmicas e órbitas.
9-A formação e desintegração dos astros.
10- Uma só causa para os anéis e alinhamento das órbitas.

O espaço denso rompe com a inércia, pois freia os astros no espaço.

E mesmo a rotação não tendo tanto contato com o espaça denso, decresce e torna-se ínfima. Provando que conforme a energia é desintegrada [na mesma proporção] a velocidade equatorial é decresciva.

Logo, não é possível haver inércia.

E todo movimento tem por natureza ser curvo por que a rotação é curva. [não tem como não ser].

E a translação nasce da rotação do primário e dentro da faixa e camada graceli.


SOBRE A IDADE DO SISTEMA SOLAR.

Se for feito um comparativo entre a produção dos elementos químicos, a abundância dos elementos leves no cosmo. E a velocidade de recessão dos planetas.

Veremos que

Se a terra se afasta menos de um metro ao ano, e se tem cento e cinquenta milhões de quilômetros de distância, logo a idade do planeta pode passar de cento e cinquenta trilhões de anos.

Este comparativo pode ser feito com os outros planetas.

Logo, o sistema solar é muito mais velho, e o cosmo também.


SOBRE A NÃO-EXPANSÃO DO UNIVERSO.

Assim, com um cosmo tão velho é impossível que o mesmo esteja em expansão, pois não veríamos nenhuma estrela, e nem o sol. Mas engraçado o danado é quente.

Logo, tem alguma coisa que não é verdadeira.






Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


TEORIA GRACELI PARA ACOMPANHAMENTO, DESACOMPANHAMENTO, SEGUIMENTO E DESSEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO.
Autor – graceli.

O acompanhamento é quando o astro ou sistema de astros acompanham o primário espaço afora.

Isto ocorre pelos fenômenos dentro da camada graceli, onde o astro é produzido e ainda como parte do primário [ dentro da camada graceli] passa a acompanhar o primário.

E este por sua vez já está acompanhando o astro que o produziu.

Fora da camada este astro tende a sair do acompanhamento.


O ACOMPANHAMENTO TAMBÉM OCORRE NO SEGUIMENTO DE SENTIDO DE TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO EM RELAÇÃO À ROTAÇÃO DO PRIMÁRIO.

Pois, a translação do secundário enquanto ele ainda está em formação faz parte da rotação do primário.

Só ao se afastar que ele passa a produzir a sua própria translação e rotação pela sua própria energia.

E antes de produzir a translação ele produz o movimento de rotação, recessão [afastamento] e lateralidade.

O que produz o movimento de recessão [ afastamento] é a impulsão da radiação do primário sobre o secundário.

E o que produz a lateralidade, balanço, fluxos, rotação são os fenômenos da camada graceli e a energia do próprio astro em formação.

O mesmo acontece com o movimento de inclinacidade e desinclinacidade rotacional e translacional, e o movimento de elipsidade e deselipsidade.


O MOVIMENTO SECUNDÁRIO DE ACOMPANHAMENTO QUE NÃO É UMA TRANSLAÇÃO E NÃO É UMA ROTAÇÃO, E NÃO É UMA RECESSÃO – É O MOVIMENTO GRACELI UM.

E O MOVIMENTO DE ALINHAMENTO E DESALINHAMENTO É O MOVIMENTO GRACELI DOIS.

E O SEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO É O FENÔMENO GRACELI.


TRATADO DO DIRECIONAMENTO DA ORDEM CÓSMICA, ASTRONÔMICA, FÍSICA E QUÍMICA.

Há uma ordem e direcionamento nas órbitas e dinâmicas dos astros. Produzindo uma harmonia que envolve desde a produção dos elementos químicos, às dinâmicas e órbitas dos astros, etc.


TEORIA astronômica e cosmológica DA CAMADA E FAIXAS GRACELI.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

Cosmofísica graceliana.

Camada graceli [envoltório em todo astro e em todo sistema de astros, galáxias e sistema atômico].

 Faixa graceli [anel de ação que posiciona na faixa do equador e eclíptica produzindo o movimento de lateralidade]. E produzindo o alinhamento.

A faixa graceli que produz os astros primeiro produzindo os anéis forma uma faixa méis denso de matéria, energia e campos dentro do astro, produzindo assim o magnetismo, e daí produzindo os outros fenômenos, como anéis, alinhamento e acompanhamento.

 Ação magnética de lateralidade dos pólos para o equador.

Tanto a camada quanto a faixa estão presentes no sistema atômico, de astros, galáxias, e na formação cósmica.

A camada e faixa graceli que determinam o alinhamento cósmico, anéis, eclipses, acompanhamento astronômico e cósmico, movimento de lateralidade [da inclinação para o centro da faixa].


A faixa produzida pelo magnetismo produz o alinhamento cósmico, anéis, o movimento de lateralidade e inclinacidade, e elipsidade e os eclipses, e a eclíptica.

O próprio magnetismo é produzido por uma faixa graceli interna [dentro dos primários, que se formaram durante a formação do astro na fase de anéis]. Pois, nesta fase que o astro passou que é a fase de anéis tem maior densidade, por isto que o magnetismo sempre é dos pólos para o equador.

Assim, temos

1- A FAIXA GRACELI INTERNA [DENTRO DO ASTRO].

2- A FAIXA GRACELI EXTERNA [ESPACIAL], em volta do equador do astro. Produzindo os anéis, eclíptica, movimento de lateralidade, fluxos, balanços, movimento de inclinação e elipses,

3- E A CAMADA GRACELI ESPACIAL, que é uma circunferência em torno de todo astro.
 Produzindo a esferificação. E o seguimento de sentido de movimento pelo secundário.

4- E A CAMADA GRACELI DE SISTEMAS, onde uma fica dentro da primeira e primária. E de secundários dentro de secundários.

Produzindo o acompanhamento cósmico e espacial.



TEMOS NESTE PONTO.

1- Os processos de formação dos anéis, esferas, radiação e magnetismo.

2- As dinâmicas e órbitas.

3- As dinâmicas de lateralidade, e movimentos de inclinacidade e elipsidade, e retrocidade.

4- E as variações e fluxos e balanços de todas as dinâmicas e órbitas.

5- E o fenômeno do alinhamento cósmico e desalinhamento [eclíptica]
6- O fenômeno do acompanhamento cósmico.
7- E o fenômeno do seguimento de sentido de movimento.


Isto inclui o sistema atômico, o sistema estelar e planetário, sistemas de galáxias, e o próprio cosmo.

Fora da camada graceli o astro ou sistemas inicia uma outra fase, que é a fase da irregularidade crescente e aceleração decrescente.

Produzindo movimentos retrógrados tanto de translação quanto de rotação, movimentos de lado, inclinações e excentricidades grandes.



ASSIM, A ECLÍPTICA ORBITAL E A ECLÍPTICA ROTACIONAL, QUE SÃO O ALINHAMENTO TRANSLACIONAL E ROTACIONAL SÃO DETERMINADAS PELA AÇÃO DA FAIXA GRACELI.


FENÔMENO DO ALINHAMENTO ROTACIONAL.

Temos neste ponto que não só a órbita passa por um alinhamento de posicionamento, mas também a rotação do astro.


Assim, as galáxias se distribuem formando um centro cheio [arredondado], ainda quando a inclinação é pequena, e também a excentricidade também passa por esta fase.

Ou seja, com os sistemas estelar, planetário o movimento de inclinação começa grande e diminui [achatando a galáxia], e a inclinação depois volta a aumentar infinitamente. Porém, a aceleração é decrescente infinitamente.

Ou seja, o formato é crescente enquanto a aceleração é decrescente.

O mesmo acontece com o movimento de circularidade e elipsidade.

Inicia grande e depois diminui, e depois começa a aumentar formando uma elipse sempre maior, porém a aceleração é decrescente infinitamente.

Assim, os sistemas produzem um formato elíptico para arredondado, e arredondado para elíptico.

E bojudo para achatado [alinhamento e eclíptico], e achatado para bojudo, bordos [extremidades] maiores e crescentes.

Como se vê aqui, todo este processo se encontra em mudança, pois a natureza não é fixa, mas estruturante.

E como os sistemas estelares também há os movimentos livres quando estes se encontram muito distantes da faixa e camada graceli.

E estes movimentos já fora da camada graceli os astros desenvolvem a sua própria rotação, translação, órbitas, elipsidade e inclinacidade, uns produzindo movimentos retrógrados, de lateralidade, fluxos orbitais e rotacionais, balanços, etc.


É bom ressaltar que a natureza espacial tem neste ponto três fases.

A DA FAIXA GRACELI.

A DA CAMADA GRACELI.

E A ESPACIAL [fora da camada e faixa graceli], com menos densidade, onde os astros ficam livres e onde passa a imperar só a energia do próprio astro para a sua órbita, dinâmicas, e fenômenos.

Até um asteróide ou cometa quando entram na camada e faixa graceli a suas órbitas sofrem uma pequena alteração.

Alguns cometas têm parte da sua coma e cauda desintegradas quando entram na camada ou faixa graceli. E já houve caso de alguns serem desintegrados.

Ou mesmo saírem com uma maior cauda por ter passado por um processo maior de desintegração quando sofreu a ação da temperatura do sol sobre ele.


As estrelas como os exosplanetas também saem de suas órbitas e passam a vagar livremente no espaço.


Assim, a faixa graceli é que produz o achatamento dos sistemas de galáxias, estrelas, planetas e asteróides.

Dentro das estrelas, planetas e cometas há a faixa graceli interna que se formou durante a origem e estruturação do astro. Durante a fase de anel em que o astro passou.

Esta faixa que determinará a faixa graceli espacial e as camadas graceli.

Assim temos

1- A FAIXA GRACELI INTERNA [dentro do astro].

2- A FAIXA GRACELI [externa, ENVOLTA do astro e anel], QUE É UM DISCO DE ENERGIA E MAGNETISMO ENVOLTA DO EQUADOR DO ASTRO. COM DENSIDADE E ALCANCE DECRESCENTES.

3- A CAMADA GRACELI QUE É UM ENVOLTÓRIO EM TODO ASTRO COM ALCANCE E DENSIDADE DECRESCENTES.

4- E A ESPACIAL. FORA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

Dentro das estrelas têm a faixa graceli interna que se formou durante  a sua origem na fase de anel estelar cósmico.

Que através disto pode-se calcular a idade das estrelas e do cosmo, que é trilhões de vez maiores do que imaginamos hoje.

É bom lembrar que há vários universos, em varias fases. Ver teoria do universo fluxonário estruturante, teoria cosmológica da gracelongênese, segunda teoria cosmologia graceliana [publicadas na internet].


Com isto a natureza e os astros na tem fim na sua produção, e a matéria e o espaço são infinitos e sem forma definida.


COSMOFÍSICA – agentes e fenômenos cósmicos.

A energia, a compressão do espaço denso e a faixa graceli são os agentes da física, sistema atômico, astros, anéis, faixas, camadas, galáxias, universos e do cosmos.

A compressão do espaço denso forma a matéria e alguns elementos leves.

Que vão produzir a energia e os astros.

A energia vai produzir campos, radiação e a faixa graceli, e quando sair da camada graceli vai manter a dinâmica e órbita do astro ou sistema pela produção da sua energia e do sistema.

A faixa graceli vai carrear pelo magnetismo para produzir os anéis, a camada graceli vai comprimir pela ação do espaço denso e atmosfera produzindo as esferas, que serão os secundários.

O sistema atômico também tem as faixas e a camada graceli.

A radiação produzida pela energia do primário vai impulsionar os anéis e esferas para fora, produzindo o afastamento progressivo e lento [movimento de recessão] do secundário.


A ação da faixa e camada graceli, juntamente com o magnetismo e compressão atmosférica e espaço denso vão comprimir e esferificar o material expelido pelo primário, que com este material serão formados os anéis, que dos anéis serão formados a faixa graceli interna, e depois este material se transformará em esferas.

A faixa graceli vai produzir o movimento de lateralidade, inclinacidade e elipsidade produzindo o alinhamento [ eclíptica e formato em disco, e a órbita será arredondada, pela deselipsidade].

Ou seja, o astro inicia com uma considerável inclinação e excentricidade, e passa por uma fase de alinhamento [translacional e rotacional] e arredondamento de órbita que funciona neste ponto pela ação da faixa graceli.

Ao sair da faixa graceli o astro inicia um processo de irregularidade crescente e dinâmica decrescente. Ou seja, desacelera.

Que levará o astro a ter órbitas e rotações retrógradas, irregulares, e surgirão os exosplanetas pelo afastamento [movimento de recessão].

E quanto menor e distante estiver o astro maior será a sua irregularidade, e retrocidade tanto orbital quanto rotacional.

Observação. As irregularidades das elipses, inclinações e retrocidade é um processo constante. Ou seja, podemos ter uma observação hoje de uma forma e no futuro de outra, e mais adiante outra, ou mesma a primeira.

Ou seja, a elipsidade arredondamento, a inclinacidade translacional e rotacional, a retrocidade é um movimento constante.

O mesmo acontece com o movimento de lateralidade, ou seja, os astros não só se movimentam em rotação, translação e recessão, mas também se desloca de lado tanto na rotação quanto na sua órbita.

Pelo posicionamento do sol em relação à via Láctea, e por ela ser uma estrela secundária isto me leva a crer que o cosmos tem trilhões de anos.

Assim, existem as faixas e camada graceli.

Planetária - que alinha e carrega [faz acompanhar os satélites], e produz o seguimento de sentido de movimento do secundário pelo movimento rotacional do primário.

Solar [estelar] - que alinha, carrega e seguimenta planetas e cometas.

Galáctica – que alinha e faz acompanhar estrelas, planetas e satélites.

De aglomerados – que faz acompanhar, seguimenta e alinha em forma de disco galáxias, estrelas, planetas, e satélites. Mesmo os errantes.

O COSMO É FORMADO DE VÁRIOS UNIVERSO QUE SE DIVIDEM EM QUATRO CATEGORIAS – VER TEORIAS DO UNIVERSO FLUXONÁRIO E DA GRACELONGÊNESE.


FAIXA E CAMADA GRACELI CÓSMICA.

Assim, o universo é constituído de.

Espaço denso,
Faixa e camada graceli,
Matéria, energia, radiação, temperatura, luz e outros.
Compressão.
E outros fenômenos.

As estrelas são formadas num sistema igual à dos planetas e satélites.

Por isto possuem a faixa graceli interna [disco com maior densidade na faixa equador e dento da estrela] e que isto que seguimentará o magnetismo para dos pólos para o centro, produzindo o equador, o alinhamento, o formato em disco, a eclíptica e a faixa graceli.

E também os anéis.

E para isto ser verdade as estrelas também passam por este processo na sua produção, logo, elas são bem velhas por isto uma idade de trilhões de anos, e não de bilhões.

Esta idade se confirma com o movimento de afastamento [recessão] dos planetas.

Ver a teoria do universo fluxonário, gracelongênese e a segunda teoria de astronomia graceliana.


PARA SE CALCULAR A IDADE DO UNIVERSO.

Calcula-se o movimento de recessão de plutão em relação ao ano da terra.

Com isto se verá que para cada ano a terra se afasta menos de um metro, e este afastamento também ocorre com plutão.

E considerando a distância de plutão do sol, e sendo plutão o primeiro planeta do sistema solar [não está sendo considerado aqui os exosplanetas do sistema solar que já se afastaram], logo, plutão tem uma idade de seis trilhões de anos.

E se considerar que o sol se formou antes para depois produzir os planetas.
Logo, o sol tem uma idade ainda maior.

E se considerar que as galáxias se formaram antes, logo a idade do cosmo ainda é maior.

E se considerar que antes de se formar a matéria esferificada a mesma passou por processos de formação de elementos leves a pesados, principalmente nas nebulosas, logo, temos neste ponto um cosmo ainda mais velho.

Neste ponto se separa cosmo de universo.

Cosmo é a totalidade de todos os universos.

UNIVERSOS SÃO FASES EM QUE PASSAM CADA UNIVERSO. Pois temos universos de espaço denso, de elementos leves, de esferas luz e temperatura, e universos lentos, apagados, de matéria escura e sem luz, só com uma fraca radiação [que hoje está sendo detectada, mas não encontrada].

Basicamente são quatro fases de universos, enquanto uns se encontram em fase final, outros estão iniciando a sua fase.

Com isto a quantidade de energia e matéria aumenta [é crescente] no cosmo.

Logo, a energia, e o movimento não se conservam, logo são crescentes.

O formato de uma parte do universo [da via Láctea] tem formato em disco com uma região central com um halo de aglomerados de estrelas globulares e velhas estrelas com pouca luz e temperatura, e fraca radiação. Pouco movimento e grandes irregularidades, e estrelas com movimentos retrógrados, e com granes inclinações e excentricidade.

Que confirmam as minhas teorias dentro da física, cosmologia e astronomia. Que podem ser confirmadas nas teorias de do universo fluxonário, na segunda teoria de cosmologia, nas teorias de astronomia graceliana, e na gracelongênese.

E o afastamento [expansão] na verdade é um pequeno afastamento, que se deve à radiação dos primários, e não uma falsa grande explosão que deu início a tudo.

Confirma-se nas observações do cosmos.

Em que o mesmo se divide em espaços vazio e grandes aglomerados de gases, esferas e esferas com pouca luminescência e temperatura, e radiação fraca.

A matéria surge da aglutinação do espaço denso, e em processos de aglutinação mais densa e intensa faz com que surge a matéria, energia, elementos e aglomerados de gases para depois se tornar de elementos leves, e depois a se tornar esferas e astros secundários e processando grande quantidade de energia.

Há lugares que o espaço denso tem uma enorme densidade possibilitando nestes lugares o surgimento de núcleo [centro] com maior densidade.

Onde acontece a maior produção de energia e elementos químicos.

A faixa graceli produz o formato em disco [alinhamento e eclíptica] das galáxias e aglomerados.

E o sistema solar também em disco, pelo carreamento pela faixa graceli produzindo a eclíptica.

A faixa e a camada graceli também produzem o acompanhamento, e o seguimento do sentido de movimento da rotação do primário pelo secundário pela sua translação.

E o espaço denso, atmosfera e campos comprimem a matéria produzindo as esferas.

Isto ocorre num processo de fluxos que é produzido pela energia, desintegração e reintegração em astros menores e órbitas próximas.

O que a faixa graceli produz.

Os anéis, o alinhamento e movimento de lateralidade e inclinacidade e elipsidade.

O formato em disco dos sistemas atômico, astronômico e cósmico.

O afastamento [recessão] pela ação da radiação do primário.

O seguimento do sentido da translação do secundário.

O acompanhamento dos secundários aos primários.

A compressão e esferificação pela pressão da atmosfera e espaço denso.

Produz a translação do secundário pela energia e rotação do primário.

O aumento de matéria e o decréscimo de rotação, recessão, inclinacidade, elipsidade, lateralidade, e translação prova que a inércia não existe. E que a dinâmica e órbita do astro depende da camada e faixa graceli e da energia de todo sistema.
A camada e faixa graceli também dependem da energia de todo sistema, pois o seu alcance e intensidade variam conforme a energia e o afastamento.

Se existisse inércia o movimento se manteria conforme ele iniciou.

Pois há onde um corpo há matéria, e onde há matéria há energia e energia é igual a movimento.

E o que acontece com os astros é o seguinte. O movimento diminui conforme a energia vai sendo processada e desintegrada.

M= e. Movimento é igual à energia.

Por outro lado as teorias da gravitação e relatividade não conseguiram responder o que causa o alinhamento, o acompanhamento e o seguimento.

E não responderam o causa os anéis e as esferas, e nem a relação entre astronomia, cosmologia e a produção dos elementos de leves em pesados e de pesados em leves.
[ver teoria da energeticidade, e cosmology unification – na internet]

A faixa graceli produz o deslocamento inclinado para menos inclinado, e quando fora da faixa graceli a inclinação volta a aumentar progressivamente, enquanto a aceleração da inclinação torna-se decrescente.

O mesmo acontece com a inclinação rotacional.

O mesmo acontece com o movimento de elipse para arredondamento pela ação da faixa graceli, e depois passa a produzir o movimento de elipsidade.


Ao sair da faixa e camada graceli o astro aumenta as suas inclinações rotacional e translacional, levando o astro a desenvolver um entorcimento rotacional e translacional, em que ele passa produzir um processo de órbitas retrogradas e rotações inversas, num processo de ida e volta.

Entre os movimentos pode-se citar.

1- Translação.
2-Rotação.
3-Recessão [afastamento]
4-Balanço [fluxo] rotacional e translacional.
5-Lateralidade.
6-Inclinacidade e desinclinacidade.
7-Elipsidade e arredondamento.


SOBRE AS NEBULOSAS.

Na fase inicial são as de gases dão origem à nebulosas de estrelas e gases. Ou seja, depende do estágio de processamento em que se encontram.

O formato em disco, elipse e espiral são produzidos pela faixa graceli das nebulosas.

E as estrelas nas extremidades das nebulosas são de uma fase mais avançada. Que é a fase mediana.

E na fase final são aglomerados com estrelas apagadas e com pouca dinâmica. E grandes elipses e inclinações e movimentos retrógrados.

Estas fases também passam os astros e sistemas de astros e átomos.

No centro das nebulosas e aglomerados encontram-se os gracelons – centro de imensa temperatura, radiação e luz, que é reabastecido constantemente por espaço denso. E que leva o cosmo a ter um acréscimo considerável de matéria e energia.

Pois, a todo o momento os gracelons processam e produzem novas matérias e energia e são lançadas no espaço.

OU SEJA, OS GRACELONS SÃO CENTROS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA E MATÉRIA, ONDE SÃO ABASTECIDOS POR ESPAÇO DENSO. COM ISTO A MATÉRIA É CRESCENTE.

Assim, a energia não se conserva, pois ela aumenta no cosmo e também se desintegra, mas ela está aumentando em quantidade. Pois a matéria está aumentando.

O sistema cósmico é um sistema de produção de novas energias e matéria, para isto precisa ser alimentada e abastecida com novos materiais, que é o espaço denso.

Este processo de produção de matéria e transformação de espaço denso para matéria e energia. Recebe o nome de gracelon.

E o centro onde este processamento ocorre é o gracelon. [ver teoria da gracelongênese – publicada na internet].

Este aumento de matéria se confirma com a quantidade de gases leves que se encontram na atmosfera.

E se há uma grande quantidade de matéria é porque há uma origem constante. Logo, ela só pode estar sendo processada por algum sistema de produção. E por algum componente. [Ver teoria do universo fluxonário – publicado na internet].

E se há fases do universo, e considerando a radiação fraca que é detectada no espaço, levando a crer na existência da matéria escura, logo, pode haver universos apagados e lentos.
Logo, o universo desintegra a matéria e a energia.

E levando em consideração a disposição das órbitas das galáxias e estrelas, e órbitas periféricas, logo se confirma as fases de vários universos, ou melhor, multiversos.

O gracelon como estrutura não chega ater um formato definido, é como um imenso plasma de alta temperatura, onde processa espaço denso em matéria.

Assim, temos o gracelon como processamento e como agente de transformação.

Os gracelons não são gases ou estrela, mas uma imensa massa de plasma sem formato, produzindo luz, temperatura, energia, radiação, campos e elementos químicos leves.

A produção dos pesados é de fases mais adiantadas.

E que podem ser detectados no centro das galáxias e nebulosas.

E que formam o magnetismo galáctico e a eclíptica dos aglomerados, produzindo a faixa e a camada graceli cósmica, por isto que numa fase mais adiantada o formato do cosmo e em disco, com o centro e a extremidade mais arredondados.

Dentro dos gracelons tem um fluxo de pulsos variados.

Com a faixa e camada graceli o sistema de galáxias desenvolvem um deslocamento para um centro eclíptico, formando achatamento [alinhamento, e formato em disco] das galáxias e aglomerados. Isto também se processa com o sistema de estrelas, planetas, cometas, satélites e sistema atômico.

Ou seja, temos os mesmos fenômenos para todos os sistemas, por isto que há A CAFQ [ UNIDADE COSMOLÓGICA, ASTRONÔMICA, FÍSICA, E QUÍMICA]

E QUE FORMA OS EFEITOS E MOVIMENTOS GRACELI GALÁCTICO E DE TODOS OS SISTEMAS.

E QUE SÃO OS FORMADORES DO FORMATO ACHATADO, INCLINADO, ELÍPTICO E ARREDONDADO DOS ASTROS DENTRO DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

E os movimentos retrógrados fora da faixa e camada graceli.


Ao sair da faixa e camada graceli galáctica as estrelas passam a mover com a sua própria energia, e saem do eixo eclíptico galáctico.

O mesmo que acontece com o sistema planetário e estelar.

Como no sistema solar o sistema galáctico passa pelas quatro fases.

Inicial – que é da faixa a camada graceli.

Mediana – entre a faixa e camada graceli e energia própria.

Mediana para final – fora da faixa graceli.

E final – soltas no espaço, fora de qualquer sistema eclíptico.
Com granes instabilidades, grandes e crescentes inclinações e excentricidades.
Aceleração decrescentes de todos os movimentos.


As eclípticas galácticas, estelar, e planetária são causadas pela faixa graceli de cada sistema.


O campo magnético dentro da faixa graceli que produz o alinhamento [formato em disco e eclíptica] dos sistemas.


OS SISTEMAS.
Os sistemas são os galácticos, estelares e planetários, e que por causa da ação da faixa e camada graceli ocorre o alinhamento e o acompanhamento de terciários e secundários, e de secundários a primários. Ou seja, de satélite para planeta, de planetas para estrelas, de estrelas para galáxias e estas para aglomerados.

O acompanhamento ocorre por causa da ação da faixa e camada graceli e é formado um sistema fechado onde o astro com sua energia produzem a faixa e a camada graceli, onde a ação destas pode chegar a milhares de quilômetros.

Ou seja, o alcance e intensidade dependem da produção de energia.

Como exemplo pode-se citar a faixa a camada graceli solar que chega próximo do planeta Marte.

E esta ação que produz vários fenômenos, entre eles.

1- Os anéis, a esferificação.
2- O movimento de lateralidade.
3-Juntamente com a energia produz a rotação e translação.
4-Produz o alinhamento [formato em disco e eclíptica].
5-Acompanhamento.
6- O seguimento de sentido de translação do secundário que acompanha o sentido de rotação do primário.
7-O movimento de elipse, arredondamento.
8- inclinacidade, e alinhamento.
9-Balanços, fluxos e variações.
10-Alterações na coma, cauda, energia e estrutura de cometas quando entram na camada graceli ou quando passam a faixa graceli.


Dentro da faixa e camada graceli ocorrem vários fenômenos que são.

Magnetismo, radiação, luminescência, temperatura, gravidade, pressão atmosférica, pressão do espaço denso, barreira atmosférica quando comas e caudas de cometas sofrem alterações quando a atravessam, e asteróides são destruídos quando também entram num sistema atmosférico.


Alguns cometas se desintegraram quando entraram no espaço a uma distancia de 1,5 unidades astronômicas do sol. Ou seja, próximo de marte.


Assim, temos.

Alcance e intensidade da faixa e camada graceli.
Barreira da faixa e camada graceli.
E fenômenos e efeitos da faixa e camada graceli.

Que são.

Produzir formato em disco.
Produzir o acompanhamento.
Produzir o carreamento de radiação, e gases dos pólos para o equador.
Produzir o seguimento de sentido de movimento no secundário.
E produzir as dinâmicas, órbitas e movimento de lateralidade.

E outros.


O sistema solar se transformará em um disco retorcido e alongado [disco com extremidades em espiral e formando uma elipse oval], e no final terá planetas livres e soltos no espaço produzindo movimentos retrógrados. Porém, o sistema ainda produzirá vários planetas.

Temos assim o alinhamento e desalinhamento.

Movimento de lateralidade.
Acompanhamento e desacompanhamento.
Seguimento e desseguimento.
Afastamento.
Fluxos.
Inclinacidade e elipsidade.

E RELAÇÃO E EQUIVALÊNCIA [TEORIA DA RELAÇÃO E EQUIVALÊNCIA] entre a rotação do primário com a translação inicial do secundário.

É possível ter previsões astronômicas e cosmológicas com este sistema graceliano. TEORIAS GRACELIANA DAS PREVISÕES

Onde é possível prever o futuro do astro e cosmo e saber o seu passado.

Temos assim, a origem, causas, efeitos e fases, e equivalências. E previsões e consequências futura.

Assim, temos uma ciência da materialidade dividida em vários ramos e partes.

1- Das origens, causas e efeitos e previsões.
2- Da materialidade, energia e estruturas.
3-Das camadas e faixa graceli.
4- Os formatos.
5- Das dinâmicas.
6- Das órbitas.
7-Da variabilidade, fluxonalidade e pulsabilidade.
8- Da unidade, equivalência, totalidade, universalidade.


COMPONENTES DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

Pressão magnética – carreando gases e produzindo anéis.

Pressão atmosférica e do espaço denso – produzindo disco e esferas.

Ação de impulsão da radiação – impulsionando os astros para fora produzindo o afastamento e o distanciamento entre os astros.

Pouca rotação e grande translação.

O magnetismo produz o deslocamento lateral do astro, alem da rotação, translação e afastamento.

Produz também o movimento de lateralidade para a rotação.

Tem ação sobre a elipse e o arredondamento das órbitas dos astros.


ASTRONOMIA FORA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

Energeticidade e alternancidade.

Muda e passa a atuar só a energia própria do astro.

As dinâmicas são decrescentes.

E as órbitas, afastamentos, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento, alinhamento, são crescentes e as acelerações são decrescentes.



COSMOLOGIA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

A fase após um pequeno afastamento e ainda dentro da faixa e camada graceli o astro passa a ter um alinhamento, seguimento de sentido de movimento, e acompanhamento.


FASES DE UNIVERSOS.

De gases.
De elementos leves [Nebulosas].
De esferas e elementos [ fase de estrelas e planetas].
Fase de disco pelo alinhamento da faixa e camada graceli.
Fase de astros lentos, pouca energia e luz.
Fase final – matéria escura, semi-repouso.



Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.



CAFQ de graceli - UNIFICAÇÃO ENTRE A COSMOLOGIA, ASTRONOMIA, FÍSICA E QUÍMICA.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

UMA SÓ TEORIA QUE UNIFICA OS QUATRO RAMOS DA MATERIALIDADE.

Enquanto Kepler, Galileu, Newton, Einstein desenvolveram um eixo da física, astronomia e cosmologia. Que se fundamenta em inércia, força, gravidade e curvatura do espaço e relatividade.

GRACELI DESENVOLVEU O OUTRO EIXO, com outro direcionamento, outra origem e desenvolvimento e fim. Que se fundamenta em energia, camada e faixa graceli, astronomia estruturante, gracelons, não inércia, não conservação de energia, desintegração, variabilidade e fluxonalidade e outros.

E unifica a cosmologia, astronomia, física, química num só sistema [CAFQ].

E uma outra cosmologia.

Os fenômenos de alinhamento, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento do secundário em relação ao primário. A camada graceli que é encontrada nas galáxias também é encontrada nos astros e no sistema atômico. A eclíptica galáctica. A faixa interna dos astros, estrelas e galáxias, e no sistema atômico.

O processo de desintegração e reintegração de energia, matéria e radiação.

Ou seja, a natureza do macro é a mesma da média e do micro. E por sua vez a química não é uma estrutura sólida, mas em processos, pulsos e variações, e em movimentos.


Assim, uma só teoria para a energia, o sistema atômico [ver teoria dos energeticuns – publicado na internet], acompanhamento, eclíptica atômica, astronômica, e cósmica.

Faixa graceli interna nas galáxias, astros, e sistema atômico.

Acompanhamento dos terciários aos primários  espaço afora. Através da camada graceli.

Seguimento de sentido de translação pelo secundário aos primários.


Dentro da camada graceli o astro inicia com uma elipse grande e diminui até o limite da camada. Depois passa a aumentar conforme o astro se afasta da camada graceli.

A aceleração da elipse e inclinações é decrescente, porém as irregularidades são crescentes.

O balanço, a recessão [afastamento] a lateralidade, a rotação, e a translação são decrescentes.

Ou seja, há uma unicidade produzindo a CAFQ graceliana.

Os processos físicos e a energia produzem os elementos químicos, o sistema atômico, os astros, a faixa e camada graceli, são os gracelons, produzem o alinhamento, os seguimentos, o acompanhamento, as dinâmicas e órbitas e suas variações e fluxos.


COSMOFÍSICA DE GRACELI – LEI DA EQUIVALÊNCIA.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli


LEI DA EQUIVALÊNCIA.

Há uma equivalência nos fenômenos, órbitas e dinâmicas e desintegrações quando as galáxias se afastam dos gracelons.

Esta equivalência também se confirma entre a velocidade equatorial, translacional, e velocidade de recessão [ afastamento].

E também conforme há o afastamento o formato da órbita passa pelo mesmo formato.

As desacelerações e aumento das irregularidades também se equivalem.


COSMOFÍSICA.

Segundo a lei de Hubble a velocidade de expansão aumenta proporcional à distância [ em milhões de anos luz]

Ou seja, quanto mais distante uma galáxia maior seria a sua velocidade de expansão.


E por outro lado, se todos estão em expansão alguma deveria estar vindo em direção ao sol, ou seja, algumas deveriam estar no azul, e não todas no vermelho [efeito Doppler], pois no caso mesmo se o sistema solar estivesse em expansão alguma galáxia deveria ter maior velocidade do que o sol, e neste caso estaria no azul.

Ou seja, há um erro nisto.

E se tivéssemos uma maior velocidade não notaríamos o vermelho, mas o azul, ou seja, mesmo as galáxias se afastando com velocidade 1 a nossa teria velocidade 2, logo, não veríamos o vermelho, mas o azul, pois estaríamos sempre se aproximando das mais distantes.

[ver teorias do universo fluxonário e gracelons na internet].

Se a lei de Hubble estivesse certa a idade do universo deveria ser alterada.

Logo, com um universo infinitamente velho e com galáxias se afastando [ movimento de recessão] à milhares e quilômetros por segundo não veríamos nenhuma luz vindo das estrelas, nem radiação, e nem do sol.

Por isto que consideram que o universo não é tão velho. Que é um erro cobrindo outro.

No futuro se confirmará que o que se vê para o vermelho e que se tem para a velocidade de recessão é na verdade a velocidade de translação e rotação das galáxias.

Pois, todo velocidade de afastamento é ínfima.

Como exemplo pode-se citar a velocidade da terra, enquanto a terra se afasta menos de um metro por ano, tem uma enorme velocidade de translação e de rotação.


UNIFICAÇÃO DIMENSIONAL.

A distância mais curta entre dois pontos é determinada pela energia do astro ou sistema, pois é a energia que determina a aceleração, e a partir daí o tempo de percorre de um ponto a outro, mesmo sendo este ponto uma curva ou uma reta.

Ou seja, de um universo de três ou quatro dimensões pode ser unificada numa só dimensão [ neste caso a energia do corpo].

Não está fora [ no observador], mas dentro na energia e natureza dimensional.

Pois,

Corpo= matéria= energia= dinâmica = não inércia.

No espaço a inércia de um corpo desaparece, mas a energia continua.


Assim, o que determina a velocidade de um corpo, astro ou sistema é a energia produzida pelo astro ou sistema.

Ou seja, o astro não escorrega num espaço curvo de quatro dimensões, mas sim produz o seu deslocamento pela sua energia.

O tempo entre dois extremos é determinado pela velocidade, que é determinado pela energia.


[o tempo não existe como coisa em si].

O espaço entre dois pontos é determinado pela velocidade produzida pela energia.

Ao sair um feixe de luz do sol ele chegará em um ponto na terra conforme a energia que o feixe de luz tiver, e a velocidade de rotação e translação que a terra possui, que é produzida pela energia da mesma e do sistema em que a mesma se encontra.

Assim  a energia determina a velocidade e a velocidade determina o tempo.

E o tempo determina a posição no espaço.

Que pode encontrar sempre uma posição mais próxima ou mais distante.

Com a velocidade maior, menor será o tempo de chegada a um ponto.

Ou seja, a intensidade de ação de velocidade aumenta em percentual conforme aumenta a velocidade e a energia.

Assim, a energia determina a velocidade, a posição, o tempo, o espaço, e a forma.
Pois, conforme a potência da energia que será determinada a forma entre dois pontos.

E o tempo entre dois pontos.

Assim, a energia que determina o formato em disco dos sistemas e suas dinâmicas e seguimentos e acompanhamentos.



TEORIA CÓSMICA E ASTRONÔMICA DE ENERGIA E GRACELONS.

[parte deste trabalho já foi publicado na internet].

O sistema de graceli se fundamenta essencialmente na energia, gracelons, camada e faixa graceli, unidade e outros.

Os gracelons são produzidos pela energia e são processos de energia.

O sistema de graceli não tem como base a matéria, a gravidade, a massa, inércia, força, repouso, ou curvatura de espaço [no caso da relatividade geral].

Mas tem como base a energia, os gracelons, as faixas e camada graceli.




TEORIA DE ENERGIA E GRACELONS.

As teorias de graceli e dos gracelons respondem os enigmas, os formatos, órbitas, acompanhamentos, seguimentos, alinhamentos cósmicos e planetários, e outros fenômenos do cosmo, galáxias, e planetas.

Os mesmos fenômenos que se processam para o cosmo também se processam para os planetas e estrelas.

Logo, há uma equivalência na proporcionalidade e nos fenômenos, e nas variações.



TEORIA DA VARIAÇÃO CÓSMICA. [ teoria da variabilidade].

Fase inicial – a variação de inclinação para eclíptica.

E de excentricidade para circularidade.


Fase mediana –  semi-estabilidade.

Fase final – de alinhamento para inclinação crescente.

De órbitas redondas para elípticas.

Os gracelons são os envoltórios e a circularidade, e os sistemas de acompanhamento.
E os processos de transformação de espaço denso em matéria.


E que passa de formato difuso para disco.
De disco passa dos bordos do centro e os bordos da extremidade à discos maiores.

E de disco para esferas maiores.


Todo este sistema de variabilidade não é uma relatividade, pois a relatividade se fundamenta nos observadores.

Enquanto a teoria da variabilidade se fundamenta nas variações e fluxos dos próprios fenômenos.


Sobre sistemas.

O de Aristóteles foi fechado dentro de esferas espaciais.

O de Newton dentro da gravidade.

O de Einstein dentro da curvatura do espaço.

Ou seja, eram sistemas fechados e por ligações à distância.


O SISTEMA DE GRACELI É UM SISTEMA LIVRE E SEM LIMITES, REGIDO POR ENERGIA E QUE TEM UM MEIO FÍSICO QUE É O DE ENERGIA –

ENERGIA DENTRO DOS ASTROS.
NA PRODUÇÃO DE GRACELONS.
E NA PRODUÇÃO DA CAMADA E FAIXA GRACELI.

E que por este sistema se consegue responder todos os fenômenos e enigmas. Ver teorias de graceli publicadas na internet.

Como os formatos – anéis, esferas, e discos, acompanhamentos, alinhamentos, seguimentos.

Dinâmicas e órbitas. Todas as fases.

Variações e unidades, e equivalências.

Produção dos elementos, dos astros e das galáxias.

Formação e desformação do sistema de estrelas e planetas – ver teoria do universo fluxonário.

Integração e desintegração.

Acompanhamento e desacompanhamento, alinhamento e desacompanhamento. Seguimento e desseguimento.

Elipsidade e deselipsidade.

E todos os movimentos. Com as acelerações e desacelerações.

O gracelianismo é um sistema de teorias que se fundamentam entre si. E não se fundamentam no espaço tempo, observadores, dimensões, em massa, força, inércia e campo. MAS NO PRÓPRIO FENÔMENO EM SI, NA ENERGIA, GRACELONS E CAMADAS E FAIXA GRACELI.

A teoria da variabilidade não é a variação em relação ao observador. Mas do próprio fenômeno.

Pela relatividade geral a gravidade deformaria o espaço transformando-o em esférico, quadrimensional e fechado.

Já no gracelianismo apresenta um cosmo aberto, sendo regido pela energia, e que a própria dimensão é a energia, sem formas, sem amarras, infinito na produção de novos universos enquanto uns nascem outros se desintegram.

Possibilitando a produção dos elementos químicos.

Onde a energia não se conserva, e não existe inércia.

O elemento fundamento é a energia que produz os gracelons [ que é o processamento de energia] que tem ação na origem de todos os fenômenos e todas as fazes do cosmo.

Só há uma dimensão que é a energia – logo, é unidimensional.

E a energia tudo unifica.



TEORIA DAS FORMAS.

As formas são as formas dos astros em esferas, e as formas dos anéis.

As formas das órbitas, em elipse, discos, e deformatamentos.



SOBRE AS DINÂMICAS.
RELAÇÃO E EQUIVALÊNCIA.

O afastamento [recessão] depende da energia do astro, logo, se o astro está em afastamento, logo, ele não é atraído pela gravidade, mas impulsionado pela radiação do primário.

O afastamento ínfimo [de menos de um metro por órbita] é que mantém o distanciamento entre os astros.

Por isto que júpiter tem uma maior progressão de afastamento para saturno e marte. Por ter tido mais tempo para se afastar por ser maior, e por ser maior também tem maior velocidade de recessão.

A energia que determina a radiação dentro da faixa e camada graceli.

A rotação e translação também seguem o índice de energia.

Se for feito uma relação e equivalência entre a velocidade equatorial de júpiter com a terra, e entre o volume dos dois planetas. Ver-se-á que existe uma relação e equivalência.


SOBRE O ACHATAMENTO.

O achatamento de júpiter é menor do que o de saturno, logo, não é o achatamento que determina a velocidade equatorial, mas sim a energia e a camada e faixa graceli. E sistema de energia gracelon.

A faixa graceli é um anel em disco em volta do astro, e que forma um sistema de energia que alonga o astro.

A camada graceli é um uma capa de energia que envolve todo astro.

Os gracelons são os processamentos de transformação de energia, e na produção cósmica de elementos leves.

HÁ DUAS FAIXAS GRACELI –

A interna [disco de maior densidade dentro do astro.], tem ação sobre a produção das marés.

E a externa [disco de maior densidade externo], onde são produzidas as dinâmicas e a lateralidade e o alinhamento, seguimento de sentido de movimento, e acompanhamento, e as elipses.

Se for feito uma relação entre a rotação do sol por segundo com a translação de mercúrio por segundo, se verá que a rotação do sol é maior do que a translação de mercúrio.

Isto se confirma na equivalência entre planetas primários e satélites.

FASES CÓSMICAS E TEORIA DE VÁRIOS UNIVERSOS.

Os universos se dividem conforme o seu estágio de processamento e formação, [ver teoria da gracelongênese e do universo fluxonário – publicados na internet].

Os formatos e fases cósmicas são.

De região central das galáxias – com grandes elipses e inclinações.

Região mediana das galáxias – com achatamento, movimento de alinhamento para o formato de disco [alinhamento]. E movimento de elipse para circular.


Região externa [bordas mais arredondadas pelas grandes inclinações e elipses das estrelas e exos-estrelas].

Região além das bordas – astros e estrelas soltas, livres, exos-estrelas, estrelas com movimentos retrógrados, grandes elipses e inclinações, pouca aceleração e decrescente.

Estas mesmas fases passam o sistema solar, planetário e atômico.

[ver movimentos graceli].

De alinhamento e desalinhamento. Eclipticidade e elipsidade [ arredondamento].

Os elementos químicos não se processam só nos núcleos dos astros, mas também no espaço, bordas das estrelas, nas faixas e camada graceli.

Isto depende da fase de energia que está em processamento.

E que a fase de processamento de energia depende também do estágio dos elementos e do estágio do sistema em que estes elementos se encontram.

Assim, para cada fase e estágio do sistema em que o astro se encontra, e conforme a sua energia haverá um tipo de órbita, dinâmica, formato, e variação e fluxo, alinhamento, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento. Etc.

Assim, é seguido fluxos sempre em mudança. Ver teoria de astronomia estruturante – de graceli – na internet.


O sistema de graceli é um sistema aberto, onde não existe inércia, e o agente principal é a energia seguida da faixa e camada graceli.

Corpo = matéria = energia = movimento.

Onde todo corpo não tem massa  e não tem inércia, e tem energia, dinâmica própria, onde os astros não são atraídos, mas sim impulsionados para fora pela ação da radiação dentro da camada graceli, e alinhados pela ação do magnetismo dentro da faixa graceli, e que a faixa e camada graceli produzem o seguimento de sentido de movimento e o acompanhamento cósmico. E a rotação é produzida por estes três agentes [ energia, faixa e camada].

E a translação do secundário surge primeiro como uma consequência da rotação do primário, e depois pela sua própria energia.

Quanto maior e com mais energia maior e a sua dinâmica, isto se confirma na rotação, lateralidade, movimento de recessão, e na translação com astros fora da camada e faixa graceli [exemplo júpiter – pode-se confirmar que júpiter tem a maior velocidade equatorial e de recessão entre todos os planetas].

Enquanto plutão fora e longe da faixa e camada graceli, e com quase toda sua energia desintegrada tem a menor velocidade equatorial e translacional.

Mercúrio e Vênus têm a menor rotação por estarem dentro da faixa e camada graceli, mesmo estando com uma intensa produção de energia.

Assim, a natureza do movimento é ser curva.

O astro se forma e tem origem num movimento curvo do sistema.

A rotação é por natureza curva.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Leis astronômicas e cosmológicas de graceli.

Autor –Ancelmo Luiz Graceli

1- De unidade.
2- De equivalência.
3- De universalidade [cafq].

4- De rotação.
5- De faixas e camada graceli.

6- De acompanhamento.
7- Seguimento.
8- Alinhamento

9-  Desacompanhamento.
10- Desseguimento.
11- Desalinhamento.

12- Inclinacidade.
13- Elipsidade.

14- Desinclinacidade.
15- Deselipsidade.

16- Retrocidade. [ rotacional e translacional]
17- Desretrocidade.

18- E variações e fluxos constante de retrogracidade e desretrocidade.
19- De variações e fluxos.

20- Balanços e oscilações.




Leis.

1-A translação do secundário surge da rotação do primário originado pela faixa e camada graceli.

2-Por isto acontece o seguimento de sentido de movimento entre o primário e o secundário.

3-Como também acontece o decréscimo de aceleração dos dois movimentos do primário e secundário.

4-A rotação, translação, recessão, lateralidade, e outros movimentos são decrescente pelo afastamento da faixa e camada graceli, e pela desintegração de energia do astro, e dentro da camada e faixas graceli.

5-E o decréscimo acontece na mesma proporção de desintegração de energia do astro e da faixa e camada graceli.

6-O seguimento, acompanhamento, e o alinhamento acontecem por causa da faixa e camada graceli que os mantém por um bom tempo.

7-Secundários e terciários que se afastaram muito passam a vagar no espaço, e a produzir movimentos e órbitas irregulares e retrogradas, e rotações inversas. São alguns planetas, satélites, cometas, e exosplanetas.


8-Mas, primeiro saem da faixa e camada graceli e do alinhamento aumentando as inclinações e a excentricidade das elipses.

9-TODO MOVIMENTO É CURVO POR NATUREZA. UMA PROVA DISTO É A ROTAÇÃO DOS ASTROS, E A OSCILAÇÃO DOS GASES. LOGO, NÃO EXISTE MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME.

As marés não existem por causa da gravitação por causa de vários fenômenos, entre eles a própria temperatura da terra, a temperatura e radiação do sol, e depende também do alinhamento cósmico, no caso da eclíptica.


10-TODO CORPO É CONSTITUÍDO DE ENERGIA, E ENERGIA É IGUAL A MOVIMENTO.

C = E = M.

ISTO PODE SER CONFIRMA COM A ROTAÇÃO, POIS OS MAIORES ASTROS SÃO OS QUE TÊM AS MAIORES VELOCIDADES EQUATORIAIS E MAIOR AFASTAMENTO [ MOVIMENTO DE RECESSÃO]. [ VER TEORIA DE ASTRONOMIA DE GRACELI].

LOGO, SE O MOVIMENTO DEPENDE DA ENERGIA, LOGO, NÃO EXISTE INÉRCIA.


11- Todo movimento decresce com a desintegração de energia do primário e da camada e faixa graceli. Isto acontece com todos os movimentos.

Júpiter é o que tem a maior velocidade equatorial, enquanto plutão, mercúrio e Vênus a menor. Porém mercúrio e Vênus se encontram dento da faixa e camada graceli, e mesmo tendo muita energia têm as menores rotações.

Pois, Vênus e mercúrio sofrem a influencia direta da radiação, temperatura, e energia da camada e faixa graceli solar, por isto suas rotações são ínfimas, mesmo tendo uma enorme energia.

O movimento de recessão [afastamento] de júpiter também é o maior. E plutão tem o menor. Isto se confirma nas experiências e também na distancia alcançadas por cada astro.

Plutão por ter sido o primeiro astro do sistema solar, logo tem mais tempo em desintegração e ser um dos menores em diâmetro, por isto ter muitas irregularidades e pouca velocidade em todos os seus movimentos.



PARA CADA, SITUAÇÃO HÁ VARIÁVEIS PRÓPRIAS.

1- ENERGIA DO PRIMÁRIO E FAIXA E CAMADA GRACELI. Grande excentricidade e grande inclinação, ínfima rotação.

2- DENTRO DA FAIXA E CAMADA GRACELI.  Movimento de lateralidade, e deslocamento para um alinhamento.

3- AO SAIR DA FAIXA E CAMADA GRACELI. Alinhamento [eclíptica máxima], variável de estabilidade temporal, passa de um deslocamento de alinhamento para um deslocamento de desalinhamento.

4- A UM DISTANCIAMENTO MÉDIO DA FAIXA E CAMADA GRACELI E ENERGIA DO ASTRO EM DESINTEGRAÇÃO. O desalinhamento, as inclinações e excentricidade são crescentes. Enquanto desaceleram.


5- A UM DISTANCIAMENTO GRANDE DA ENERGIA DO PRIMÁRIO E DA FAIXA E CAMADA GRACELI DO PRIMÁRIO E ENERGIA E DESINTEGRAÇÃO DO ASTRO.

6-Com todos os movimentos decrescentes, e o desalinhamento, elipse e órbitas retrogradas e rotações inversas crescentes.


12- CONFIRMA-SE NAS TEORIAS COSMOLÓGICAS E GRACELONGÊNESE QUE A MATÉRIA AUMENTA NO UNIVERSO. COM ISTO A ENERGIA NÃO SE CONSERVA ELA SE DESINTEGRA NO PROCESSO, MAS HÁ O PROCESSO DE GRACELONGÊNESE QUE A MATÉRIA E A ENERGIA SÃO PRODUZIDAS E AUMENTADAS.



Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


TEORIA ASTRONÔMICA E COSMOLÓGICA DOS SISTEMAS DE GRACELI.

O sistema planetário é um sistema.
De estrelas outro.
A lua forma um sistema com a terra.

O átomo é um sistema de produção de energia e produção de elementos, e fusões e fissões de elementos.


Teoria graceli da variabilidade física, química, astronômica e cosmológica.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Teoria graceli de fluxos, variação e pulsos nos sistemas atômicos.


Na teoria dos energeticuns ocorrem os fluxos e pulsos na produção dos elementos químicos,

E que estes pulsos e fluxos obedecem a uma variação crescente e decrescente.

Esta variação e fluxos também ocorrem nos balanços dos movimentos de rotação e translação dos astros.

Numa variação crescente e decrescente.


Esta variabilidade está presente no processamento físico e comportamento das partículas, no spin [ rotação] das partículas, energia de ligação e outros fenômenos.


Esta teoria difere da relatividade, pois a relatividade se fundamenta em referências e na variação em relação com espaço e com o tempo. Um bom exemplo é a variação de paralaxe, em que a variação aumenta conforme há um distanciamento entre dois observadores.


Já a teoria da variabilidade trata do fenômeno em si, suas variações, pulsos, e fluxos naturais.



Teoria de graceli da origem da eclíptica – alinhamento e desalinhamento atômico, astronômico e cosmológico.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli


O causa o alinhamento dos astros, do sistema atômico e cosmológico é o magnetismo, que é processado e produzido pela energia do astro, ou sistema atômico.

Levando ao fenômeno da eclíptica, que está presente nas órbitas dos astros, órbita do sistema atômico, e órbita de galáxias e aglomerados.


A rotação também produz um fenômeno de eclipticidade, em que o movimento da inclinação de rotação e balanço da rotação pode ter alinhamento em relação a outros astros.

O processo e fenômeno e de alinhamento ocorrem dentro da faixa [ou] camada graceli.


Logo ao sair da camada [envoltório] o astro tem um breve período de estabilidade, mudando de estabilidade de alinhamento para um desalinhamento crescente.

Quanto mais afastado estiver o astro, ele apresentará um desalinhamento maior. Mas mesmo sendo grande pelo o que já adquiriu, o desalinhamento será decrescente na sua aceleração.


O alinhamento, formato em disco dos sistemas, a eclíptica se deve ao magnetismo presente na camada graceli e produzido pela energia do astro.

O desalinhamento é a inclinação presente em todas as órbitas.

O desalinhamento é crescente nos astros fora da camada graceli, porém a aceleração é decrescente.

E do formato em disco, o sistema passa a ter um formato arredondado.

Por isto que para os astros muito distantes quase não há eclipse.


TEORIA DE GRACELI DE ASTRONOMIA E COSMOLOGIA DA VARIABILIDADE E DA RENOVAVIBILIDADE.
E A ENERGIA NÃO SE CONSERVA.


Autor – Ancelmo Luiz Graceli.


COM ISTO SAÍMOS DE UM UNIVERSO ABSOLUTO POR UM LADO, E RELATIVO POR OUTRO E ENTRAMOS NUM UNIVERSO PRÓPRIO, VARIÁVEL E FLUXONÁRIO E ESTRUTURANTE. FENOMÊNICO [O PRÓPRIO FENÔMENO DETERMINA A SUA NATUREZA]. QUE NASCE E SE DESINTEGRA.

E VARIA ATÉ SUA ÍNFIMA EXISTÊNCIA.

A matéria é infinitamente produzida e destruída. [ver teoria da gracelongênese].

PARECER SOBRE A TEORIA DA GRAVITAÇÃO.

A teoria da gravitação defende que a gravidade faz uma força contraria [ sentido contrario] ao movimento natureza que é ser reto. Envergando constantemente este movimento para que a órbita se torne curva e mantenha o astro em sua órbita.

Ou seja, temos neste ponto dois fatores – um a ação da gravidade como força contrária ao movimento que a teoria defende que seria por natureza retilíneo.

E outra de que o movimento seria por natureza retilíneo.

Ou seja, dois erros numa só defesa.

Primeiro - A natureza do movimento é ser curvo [ toda rotação, e translação é curva [ exosplanetas fora de centros de campos têm translação curva].

Segundo – A causa e origem do movimento se encontram na origem do astro, e que o astro antes de ser uma esfera já possui movimento. Neste caso na forma de anéis. E tem uma origem e causa na energia e na camada e faixa graceli.

E movimentos oscilatórios de gases estão fora de campos e sob a ação de energia, logo, desenvolvem movimentos curvos independentes de campos.

E A TEORIA DA GRAVITAÇÃO E RELATIVIDADE NÃO CONSEGUE FUNDAMENTAR E PREVER ESTES FENÔMENOS.

LEIS ASTRONÔMICAS E COSMOLÓGICAS DE GRACELI.

1- De unidade.
2- De equivalência.
3- De universalidade [cafq].

4- De rotação.
5- De faixas e camada graceli.

6- De acompanhamento.
7- Seguimento.
8- Alinhamento

9-  Desacompanhamento.
10- Desseguimento.
11- Desalinhamento.

12- Inclinacidade.
13- Elipsidade.

14- Desinclinacidade.
15- Deselipsidade.

16- Retrocidade. [ rotacional e translacional]
17- Desretrocidade.

18- E variações e fluxos constante de retrogracidade e desretrocidade.
19- De variações e fluxos.

20- Balanços e oscilações.




Leis.

1-A translação do secundário surge da rotação do primário originado pela faixa e camada graceli.

2-Por isto acontece o seguimento de sentido de movimento entre o primário e o secundário.

3-Como também acontece o decréscimo de aceleração dos dois movimentos do primário e secundário.

4-A rotação, translação, recessão, lateralidade, e outros movimentos são decrescente pelo afastamento da faixa e camada graceli, e pela desintegração de energia do astro, e dentro da camada e faixas graceli.

5-E o decréscimo acontece na mesma proporção de desintegração de energia do astro e da faixa e camada graceli.

6-O seguimento, acompanhamento, e o alinhamento acontecem por causa da faixa e camada graceli que os mantém por um bom tempo.

7-Secundários e terciários que se afastaram muito passam a vagar no espaço, e a produzir movimentos e órbitas irregulares e retrogradas, e rotações inversas. São alguns planetas, satélites, cometas, e exosplanetas.


8-Mas, primeiro saem da faixa e camada graceli e do alinhamento aumentando as inclinações e a excentricidade das elipses.

9-TODO MOVIMENTO É CURVO POR NATUREZA. UMA PROVA DISTO É A ROTAÇÃO DOS ASTROS, E A OSCILAÇÃO DOS GASES. LOGO, NÃO EXISTE MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME.

As marés não existem por causa da gravitação por causa de vários fenômenos, entre eles a própria temperatura da terra, a temperatura e radiação do sol, e depende também do alinhamento cósmico, no caso da eclíptica.


10-TODO CORPO É CONSTITUÍDO DE ENERGIA, E ENERGIA É IGUAL A MOVIMENTO.

C = E = M.

ISTO PODE SER CONFIRMA COM A ROTAÇÃO, POIS OS MAIORES ASTROS SÃO OS QUE TÊM AS MAIORES VELOCIDADES EQUATORIAIS E MAIOR AFASTAMENTO [ MOVIMENTO DE RECESSÃO]. [ VER TEORIA DE ASTRONOMIA DE GRACELI].

LOGO, SE O MOVIMENTO DEPENDE DA ENERGIA, LOGO, NÃO EXISTE INÉRCIA.


11- Todo movimento decresce com a desintegração de energia do primário e da camada e faixa graceli. Isto acontece com todos os movimentos.

Júpiter é o que tem a maior velocidade equatorial, enquanto plutão, mercúrio e Vênus a menor. Porém mercúrio e Vênus se encontram dento da faixa e camada graceli, e mesmo tendo muita energia têm as menores rotações.

Pois, Vênus e mercúrio sofrem a influencia direta da radiação, temperatura, e energia da camada e faixa graceli solar, por isto suas rotações são ínfimas, mesmo tendo uma enorme energia.

O movimento de recessão [afastamento] de júpiter também é o maior. E plutão tem o menor. Isto se confirma nas experiências e também na distancia alcançadas por cada astro.

Plutão por ter sido o primeiro astro do sistema solar, logo tem mais tempo em desintegração e ser um dos menores em diâmetro, por isto ter muitas irregularidades e pouca velocidade em todos os seus movimentos.



PARA CADA, SITUAÇÃO HÁ VARIÁVEIS PRÓPRIAS.

1- ENERGIA DO PRIMÁRIO E FAIXA E CAMADA GRACELI. Grande excentricidade e grande inclinação, ínfima rotação.

2- DENTRO DA FAIXA E CAMADA GRACELI.  Movimento de lateralidade, e deslocamento para um alinhamento.

3- AO SAIR DA FAIXA E CAMADA GRACELI. Alinhamento [eclíptica máxima], variável de estabilidade temporal, passa de um deslocamento de alinhamento para um deslocamento de desalinhamento.

4- A UM DISTANCIAMENTO MÉDIO DA FAIXA E CAMADA GRACELI E ENERGIA DO ASTRO EM DESINTEGRAÇÃO. O desalinhamento, as inclinações e excentricidade são crescentes. Enquanto desaceleram.


5- A UM DISTANCIAMENTO GRANDE DA ENERGIA DO PRIMÁRIO E DA FAIXA E CAMADA GRACELI DO PRIMÁRIO E ENERGIA E DESINTEGRAÇÃO DO ASTRO.

6-Com todos os movimentos decrescentes, e o desalinhamento, elipse e órbitas retrogradas e rotações inversas crescentes.


12- CONFIRMA-SE NAS TEORIAS COSMOLÓGICAS E GRACELONGÊNESE QUE A MATÉRIA AUMENTA NO UNIVERSO. COM ISTO A ENERGIA NÃO SE CONSERVA ELA SE DESINTEGRA NO PROCESSO, MAS HÁ O PROCESSO DE GRACELONGÊNESE QUE A MATÉRIA E A ENERGIA SÃO PRODUZIDAS E AUMENTADAS.




E também a teoria da gravitação não prova a origem e causa da própria gravidade e do movimento translacional, rotacional e de recessão.

Não prova as fases em que passam as dinâmicas, estruturas, produção e desintegração de energia, órbitas.

Não conseguem prever o alinhamento, acompanhamento, e o seguimento de sentido de movimento de todos os sistemas.

Por que os planetas próximos têm um comportamento orbital e dinâmica [ na fase dentro da faixa e camada graceli].

Outro comportamento ao sair [ fase mediana].

E outro comportamento ao se afastar da faixa e camada graceli.

Não determina a causa do formato e achatamento e numero de satélites de cada astro.

Logo, se a gravitação defende um sistema fixo e absoluto, e a relatividade um sistema relativo a observadores e ao espaço e ao tempo.

AS TEORIAS DE GRACELI DEFENDEM UM SISTEMA [CAFQ] MUTÁVEL, ALTERÁVEL, ESTRUTURANTE, FLUXONÁRIO,  VARIÁVEL E PULSANTE.

RENOVÁVEL COM NOVAS ORIGENS DE MATÉRIA POR FASES DE UNIVERSOS, E DESINTEGRAÇÃO DE MATÉRIA ATÉ À MATÉRIA ESCURA. UM UNIVERSO QUE NÃO SE CONSERVA E NEM A ENERGIA, NÃO É INERCIAL. E POR NATUREZA CURVO. [VER TEORIAS DE GRACELI PUBLICADAS NA INTERNET].

E uma teoria cosmo astro estruturante com causa, origem e efeito.

E se unifica na cafq.

Ou seja, a teoria da gravidade considera o movimento dos astros como algo que já está no cosmo. Como sustenta também que os astros fazem parte do cosmo.

Enquanto as teorias de graceli sustentam e provam que os astros são produções constantes, inclusive o seu movimento.

Ou seja, não é possível o astro ter movimento antes de existir.

O astro ainda na forma de anel já tem movimento.

E não defende uma causa dos movimentos de recessão, rotação, e lateralidade, alinhamento, seguimento de sentido de movimento, e acompanhamento.

Por outro lado a relatividade geral encurvou o espaço para que os astros deslizassem no espaço e pudessem realizar suas órbitas. Transformando o que é física em geometria.

Mas não dá conta dos fenômenos citados nas leis de graceli.

Ou seja, uma teoria não é para fundamentar só uma parte da astronomia, mas toda uma cafq, que engloba todas as dinâmicas, órbitas, alinhamentos, acompanhamento, seguimento, inclinações, formas de astros, etc.

Assim, o movimento tem fases, algumas de grandes acelerações e outras de pequenas desacelerações.

Enquanto o decréscimo se deve ao afastamento da faixa e camada graceli e à desintegração de energia.

O decréscimo se deve ao afastamento da faixa e camada graceli e à desintegração de energia, e não a uma suposta inércia, ou a um atrito com o espaço denso. Pois a rotação que tem pouco atrito também decresce na aceleração.

O mesmo acontece com o desenvolvimento do alinhamento, seguimento, acompanhamento, lateralidade, recessão, inclinacidade e excentricidade.

E os movimentos retrógrados e desretrógrados.

As irregularidades são crescentes, mas as acelerações são decrescentes. Quando os astros estão longe da faixa e camada graceli e já tem um grande potencial de desintegração de energia.

O movimento tem a sua origem durante a sua fase formação [fase de anel] através da rotação e faixa e camada graceli, e energia do secundário.

Depois se mantém através das causas.

1-     Causa da faixa e camada graceli [ primeira fase]
2 – causa camada e faixa graceli e energia do astro [segunda fase].

3- causa – só a energia própria do astro. [Ultima fase].


As teorias da gravitação e relatividade não conseguiram responder a origem e causa dos movimentos e órbitas.

A origem e causa das distancias e suas variações.

A origem e causa do alinhamento e desalinhamento, seguimento, desseguimento, acompanhamento e desacompanhamento, lateralidade, inclinacidade, elipsidade e retrocidade, e inversabilidade do movimento de rotação.

Origem e causa do formato esférico e achatado dos astros.



Assim, com tantos fenômenos não alcançados pela teoria da gravitação e relatividade é bom realçar que a idéia de inércia está relacionada com a força para deslocar um corpo, que é determinada pelo peso, e o peso pela gravidade e massa do corpo.

Quanto mais denso e maior for um corpo maior deve ser  a força para vencer a inércia.

PORÉM, TODO CORPO TEM MATÉRIA, E MATÉRIA É IGUAL A ENERGIA, E ENERGIA É IGUAL A MOVIMENTO NATURAL. [ISTO NA TEORIA DE GRACELI].

Assim, a inércia é a relação entre peso e gravidade de um astro.

Logo, não se pode dizer que um corpo tem massa, mas ele tem energia e movimento próprio. E todo movimento é por natureza curvo.

Logo, não existe inércia e repouso, ou movimento retilíneo.

MAS SIM, ENERGIA, MOVIMENTO PRÓPRIO, E MOVIMENTO CURVILÍNEO.

E A ENERGIA NÃO SE CONSERVA.

COM ISTO SAÍMOS DE UM UNIVERSO ABSOLUTO POR UM LADO, E RELATIVO POR OUTRO E ENTRAMOS NUM UNIVERSO PRÓPRIO, VARIÁVEL E FLUXONÁRIO E ESTRUTURANTE. FENOMÊNICO [O PRÓPRIO FENÔMENO DETERMINA A SUA NATUREZA]. QUE NASCE E SE DESINTEGRA.

E VARIA ATÉ SUA ÍNFIMA EXISTÊNCIA.



ASSIM, O MOVIMENTO DE QUALQUER CORPO FORA DE SISTEMA DE ENERGIA É PROPORCIONAL À SUA PRODUÇÃO DE ENERGIA.




Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.


Teoria de graceli sobre a elipsidade e a deselipsidade [arredondamento] das órbitas.

O processo de formação das elipses e das deselipses [circularidade] se deve  também à energia do astro e da camada graceli do primário e do próprio astro.

E passa pelas mesmas fases da inclinação [ rotacional e translacional].


TEORIA DO UNIVERSO EM CRESCIMENTO pelo processo de gracelongênese..

Autor – Ancelmo Luiz graceli.


Isto prova que o universo está em crescimento [não em relação à expansão, mas em relação ao crescimento de energia, matéria, novas galáxias, novos astros, novos universos].

Pois, o processo de produção e transformação na produção de energia, matéria pelos gracelons é maior do que o sistema de desintegração.

Pois, mesmo havendo a desintegração com o material desintegrado acontece a reintegração formando novos astros menores [secundários e terciários]. [ver teoria do universo fluxonário].

Logo, a quantidade de matéria, astros, energia, galáxias e astros são crescentes. E isto se confirma com a grande quantidade de matéria, astros, galáxias que vemos no espaço.

E a quantidade de planetas, satélites são muito maior do que a de estrelas.

E há universos apagados [sem luz e sem temperatura] lentos e com seus astros dispersos  [sem ser em forma de discos]. Em estágio de latência.

E em estágio de origem em outros pontos do espaço.

Isto rompe com a conservação de energia. Mas, os fatos e a observação devem prevalecer.



UNIVERSOS DE TRANSFORMAÇÃO E TRANSIÇÃO.


Teoria dos gracelons como faixa [camada] graceli.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

Sobre os gracelons na forma de faixa graceli.
Fenômenos e sistemas de fenômenos que formam a faixa graceli [gracelons].

Não é o campo, mas o sistema de energia que forma um envoltório em torno do astro. E sua intensidade e alcance dependem da produção de energia do astro. Logo é decrescente em intensidade.

1-Espaço energético do envoltório [camada de energia, radiação e campos].

2-Campo [principalmente o magnetismo] do espaço energético.
Observação. O campo gravitacional é insignificante para a produção das dinâmicas e das órbitas, pois é muito fraco.

3-A ação do magnetismo se encontra na produção dos anéis em carrear os gases para a faixa do equador. E que servirá para produzir novos secundários.

Também tem função fundamental nas órbitas, nas dinâmicas, e no alinhamento dos sistemas de planetas, satélites e estrelas, produzindo o formato em disco. E a inclinação das órbitas. E o movimento de lateralidade e o movimento de inclinacidade. E é o que produz a eclíptica.

4-Radiação do espaço energético. Que é o que produz o movimento de afastamento dos secundários [ movimento de recessão]. E é o que determina a distancia crescente entre os astros.

5-Pressão do espaço energético, e pressão atmosférica. Ao contrário do que se pensa o espaço tem densidade. É o que produz a esfericidade dos astros. Do contrario eles seriam achatados e irregulares.


Assim, temos a

1-Energeticidade dos energeticuns na produção de energia e elementos químicos. [ ver teoria dos energeticuns na internet].

2-Energia dentro dos astros.

3-Envoltório [camada] de energia nos astros, produzida pela energia do astro [faixa graceli e gracelons].

Teoria dos gracelons.

1-     Massa cósmica que se encontra no centro dos aglomerados e galáxias. Com imensa pulsação r processamento de energia. E expelição de energia e radiação. Magnetismo e pressão sobre o espaço denso. Não é esférico e muda de forma constantemente. Plasma.


2-     Gracelons atmosféricos.
3-     Abrange a camada [faixa] graceli de energia, radiação e campos.
4-     Meio físico de pressão atmosférica. A solar vai até Marte, ou seja, tem aproximadamente 1,5 de alcance de unidade astronômica.

Assim, tem a camada dos satélites, planetários, estelar, galáctico, de aglomerados e a cósmica.


Onde ficam os fenômenos da faixa graceli.

Onde são produzidos os fenômenos de acompanhamento, seguimento do sentido da translação do secundário, alinhamento, elipsidade, formato em isco, esfericidade dos astros, anéis, dinâmicas e órbitas.



Tem alcance limitado e de intensidade e densidade decrescente.

É um meio físico de maior intensidade e densidade, ou seja, o astro não tem o seu limite até a sua extremidade, mas vai além da sua esfericidade.

Ou seja, o limite da terra vai até a sua atmosfera, e além dela.

Há também o gracelon do sistema atômico.

Ou seja, o astro se encontra num sistema, e este sistema em outro, assim até os aglomerados.

Por isto que acontece o acompanhamento do movimento e órbita dos sistemas espaço afora. Por isto que mesmo dependendo da energia o sistema de satélites acompanha o sistema de planetas e estes de estrelas, estes de galáxias, assim infinitamente.

E quando saem da camada gracelon de energia o astro passa a desenvolver movimentos livres, aleatórios, retrógrados, irregulares, com poucas dinâmicas e decrescentes.

Do contrário não haveria o acompanhamento, o seguimento do sentido do movimento e o alinhamento [eclíptica].

Assim, temos dentro da camada graceli o fenômeno da eclipticidade [ produção do alinhamento].

E fora da camada graceli o fenômeno da deseclipticidade. Desacompanhamento. Ficando os astros soltos, livres e com movimentos aleatórios e alguns retrógrados.


Teoria dos sistemas gracelons e suas interações.

A ação entre os gracelons é que faz com os astros e sistemas de astros acompanham os outros sistemas espaço afora.
Ou seja, um sistema se forma dentro do outro, a através da camada graceli possa ocorre os fenômenos citados acima.

Ao sair da camada graceli há ainda por algum tempo o acompanhamento, mas quando fica muito distante da camada graceli, passa a ocorrer o desacompanhamento, o desseguimento do sentido do movimento, a deseclipticidade.


Há cometas e asteróides que entram da camada graceli e saem, mas alguns sofrem alterações em suas órbitas, nas suas caldas e comas, e alguns se desintegram.


Assim, mercúrio, Vênus, terra, e marte têm as suas próprias camadas e se encontram dentro da camada solar [de maior densidade].

E após marte a camada solar já não tem mais tanta intensidade e alcance.

Júpiter está fora da camada graceli.

Nesta concepção o tamanho e alcance do sol são de 1,5 u.a. e vai até marte.


FÓRMULA PARA CAMADA GRACELI.

Diâmetro do astro + a sua energia = alcance e intensidade da camada graceli de energia do astro.

Assim, o que produz a camada é a produção de energia do astro.

Logo, é variável e decrescente.com a desintegração de energia do astro. E é proporcional ao astro [sua produção de energia], ou seja de alcance finito e limitado.

E com intensidade e densidade maior na faixa da eclíptica, por causa do magnetismo.

Não é um campo, mas é um meio de energia.



Assim, a camada [envoltório, faixa] graceli é um meio de energia, campo e pressão sobre os fenômenos e a matéria, produzindo anéis, esferas e deslocamento.

E é um meio mais denso do que a densidade do espaço.

 Na produção de anéis

O gracelon atua na ação de esferificação. Produzindo os astros secundários.
Através da pressão da camada de energia, campos, atmosfera, e espaço denso que são produzindo dentro da camada graceli.
Cálculo para se medir o alcance e intensidade da camada graceli.

Diâmetro + temperatura externa * indica = km de raio.

Do sol.

Diâmetro + temperatura * indica = aproximadamente 1.5 u.a. de raio.

Ou seja, a camada graceli varia conforme o diâmetro e temperatura do astro.

A camada graceli é uma extensão energética do astro e sistema de astro no espaço.

Ou seja, o astro vai além do seu diâmetro.

Produzindo um sistema dentro do outro. Possibilitando que os sistemas produzam o acompanhamento, deslocamento dinâmica, seguimento de sentido de movimentos, e o alinhamento [ em disco]. Como também o fenômeno da eclipticidade, da inclinacidade, e da elipsidade.

Temos, assim, numa só teoria todas as causas, efeitos e previsões.



Conclusão.


Assim, a camada graceli é um prolongamento do astro.

E é produzindo pela produção de energia.

O prolongamento funciona como uma engrenagem onde uma funciona dentro da outra produzindo o acompanhamento dos astros e sistema atômico, de satélites, planetário, estelar, galáctico e cósmico.

E produz o alinhamento e o seguimento do sentido do movimento. O fenômeno da elipsidade, inclinacidade.



E a camada graceli tem funções especificas.

A compressão pelo espaço denso.
Ação de campos e energia na produção do sistema atômico e que produz os elementos químicos [ sistemas de elementos químicos]. Ver teoria dos energeticuns – na internet.

Depois a ação do magnetismo produzindo o alinhamento [ que produz a eclíptica].

Prolongamento dos sistemas e o astro, possibilitando o acompanhamento espaço afora.


Outra forma de camada é a camada interna [dentro do astro].

Assim, em relação ao sol. Este é uma estrela madura [com bom tempo de processamento] e tem dentro de si camadas de energia.



Assim, os gracelons como camada de energia. Também é.

Radiação. Produzindo o movimento de recessão. E com o material servindo para a produção de astros.

1-Energia e seu prolongamento no espaço.
2-Atmosfera.
3-Maior pressão do espaço denso.
4-Pressão Atmosférica.
5-Energia e processamento no espaço.
6-Temperatura elevada e decrescente.
7-Magnetismo interno e no espaço.
8-Pressão de gases, e do espaço denso. Produzindo a esferificação [astros esféricos].
9-Carreamento de materiais pelo magnetismo em direção à eclíptica para formar, anéis e discos.
10-Interação e encaixe dos sistemas produzindo o acompanhamento espaço afora.
11-Ação do magnetismo para produzir os sistemas em discos.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


Teoria graceli de desintegração de energia dos astros.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Os astros passam por duas fases.

Uma fase de integração, onde ele é formado pela compressão de material da radiação expelido pelos primários. Que passa pela fase de anéis, discos e esferas.

E depois a fase que já fora da camada graceli ele passa a se desintegrar. Isto ocorre pelo processamento natural de energia, radiação, e temperatura. Onde o astro perde matéria e energia. Perdendo densidade, dinâmicas, e a sua órbita, rotação, movimento de lateralidade passam a aumentar as suas irregularidades.

Ficando o astro com uma variação de inclinacidade, elipsidade, retrogracidade grandes. Mesmo que suas acelerações sejam decrescentes.

Isto está presente nas teorias graceliana.

Do universo fluxonário.
Segunda teoria de cosmologia.
Unificação cosmológica.
Teoria cósmica da gracelongênese.


Teoria graceliana de vários universos e do aumento de matéria.



TEORIA CÓSMICA DA GRACELONGÊNESE.

Teoria da origem e do crescimento do universo pelo processo de gracelons.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2-  Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

 E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.







Teoria cósmica da gracelongênese.

1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2-  Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

 E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.


Assim, a teoria da gracelongênese explica o processo de achatamento e dasachatamento do cosmo.


A recessão [afastamento] e o decréscimo da recessão do cosmo.

Explica as fases em que passam as galáxias, astros, radiação, energia, faixa graceli, matéria e elementos químicos.


Teoria da fluxonalidade de achatamento e desachatamento do cosmo, galáxias, sistemas estelares, e planetários e de satélites.

Ou seja, o cosmo não é fixo.

Universo pré-maturo – de espaço denso e gases.

Universo chato [ plano – pelo efeito magnético da faixa graceli] jovem.

Universo redondo – meia idade – em recessão [ afastamento].

Universo velho – redondo astros sem alinhamento, com pouca dinâmica e sem luz [ ai será encontrada o restante da matéria escura que está faltando no universo, e que se comprova através da pesquisa.


A energia produz o magnetismo. E dentro dos astros e nas galáxias há um anel de densidade maior do que nas extremidades em relação aos pólos.


Teoria da causalidade primária da origem do universo.


Elemento primordial e primário – é o espaço denso.
Processamento – forma causal é o processamento chamado gracelon.

Fornalha – gracelon - onde os elementos passam por um estágio de processamento para se tornar em matéria e energia.


Energia e matéria produzidas pelo elemento primário que é o espaço denso e através do gracelon que é o processamento de espaço denso em matéria.


Assim, se tem a gênese continuada pelo processamento de gracelon.


O formatamento e desformatamento [ achatamento e desachatamento ocorre pelo magnetismo da faixa graceli e gracelons.


Por este caminho fica inviável a conservação de energia – pois ela se desintegra e nasce num processo continuado [ que intitulei processo gracelon].


Neste sistema de universo não inicio nem fim, so um sistema continuado de origem de matéria pelos gracelons, e desintegração de matéria pelo processamento de energia.


Não há um universo com formatos definidos, eles variam conforme o estagio em que se encontram, uns sendo em formato de disco, outros sem formato.

Porem, o espaço não é curvo é sem forma definida.

E o tempo não varia, pois o tempo não existe como coisa em si. Este universo não acontece num espaço e tempo,

Mas sim, acontece num processamento de gracelons, num espaço sem referenciais, e num estágio cosmológico de cada universo.



Explicações possíveis pela teoria da gracelongênese.

Explica a recessão [afastamento cósmico]. Que ocorre pela perca da impulsão inicial da radiação pelo sistema primário que produziu a galáxia, estrela ou planeta.
Pela desintegração de energia dos próprios sistemas, galáxias, astros.


Fundamenta o acompanhamento e desacompanhamento cósmico.

O achatamento em disco e o desachatamento com o afastamento.

O seguimento do sentido da rotação do primário.

A esferificação dos astros.

O paradóxido de Olbers [ por que há luz onde deviria haver escuridão.

A abundância dos elementos leves na natureza e no espaço. [Pois um universo infinitamente velho, os elementos em sua maioria deveriam ser pesados]. Pois isto ocorre por causa do processo continuado e alimentado constantemente. E que elementos pesados podem produzir elementos leves – ver teoria da energeticidade e energeticuns [na internet [teorias graceliana]].

As irregularidades das órbitas.

O que se encontra na ação primeira não pé a gravidade, mas o espaço denso que passa pelo processamento dos gracelons, para se tornar matéria, energia, magnetismo, faixa graceli e os gracelons [1] [2] [3] [4].



Teoria astronômica e física da variabilidade de graceli.


Fundamenta-se em relação ao próprio fenômeno e não em relação à referenciais.

O balanço astronômico, os fluxos e suas variações, as mudanças das elipses e inclinações, variações para movimentos retrógrados, e outros fenômenos.


Universo de mudança eterna.

Assim, o universo é uma constante e infinita produção, desintegração, estruturação. Sempre iniciando e reiniciando. Enquanto ele se desintegra num ponto do espaço, ele se reinicia em outros pontos do espaço.

Logo, isto rompe com a conservação de energia.

A teoria cósmica da gracelongênese não se fundamenta na gravidade, espaço curvo, tempo variável, grande explosão. Mas sim, em espaço denso, energia e gracelons.

Com um universo de processo de achatamento e desachatamento, alinhamento e desalinhamento, elipsidade e deselipsidade.

Por isto que é estruturante e segue fluxos de avanços e voltas.

Com isto os gracelons como agentes e formas de processos são o agente principal do desenvolvimento e processamento do cosmo.

Com isto estamos num universo muito velho, em trilhões de anos do que imaginamos hoje.

Junto com a variabilidade há também a fluxonalidade [ver [na internet] teoria do universo fluxonário estruturante, e os fluxos em que passa os cometas quando entram na faixa graceli].

Teoria da elipsidade, da inclinacidade e da retrogracidade.

Ou seja, o universo e o movimento do cosmo é uma mudança constante, e as inclinações, as elipses, e os movimentos retrógrados estão sempre em mudanças. Aumentando e diminuindo, indo e retornando, seguindo fluxos e avanços progressivos.

Com isto, como existe nos sistemas planetários, satélicos, estelares também ocorre nos sistemas galácticos e cósmicos.

Com universos que passam por fases e formas, como também por estágios químicos e de processamentos de energia.


Sobre o formato do cosmo.

O universo não é achatado, mas a disposição em que passa uma fase dos astros que o compõe forma um sistema na forma de disco. E que ao ficar velho vão ser dispersos, formando um sistema arredondado.


Um universo de gases é jovem.
Um universo chato é de idade mediana.
Um universo com galáxias espalhadas e movimento lento é infinitamente velho.

Assim, não é o espaço que é chato ou que expande, e isto não ocorre pela gravidade ou grandes explosões, mas sim pela energia e faixa graceli e gracelons que produz o deslocamento da matéria e o formato em que os sistemas passam.

Assim, o espaço não tem forma, não é chato e nem curvo.

Assim, o universo que defendo e fundamento em minhas teorias é o universo de energia, materialidade e mudanças constante, renovações e desintegrações. E não conservações de energia.

O espaço não tem fim [ limite]. E a matéria termina e outras surgem do espaço denso que passa pelos processos dos gracelons.

O tempo não existe como coisa em si.


Por este caminho graceliano se encontra se encontra as origens, causas, feitos, unidades, homogeneidade, previsibilidade, e um a relação, universalidade e unidade.

E também a forma das galáxias, o acompanhamento, e a distribuição e abundância dos elementos leves em todo o cosmo. Ou seja, um universo infinitamente velho consegue ter a grande quantidade de elementos leves. Ver teoria dos energeticuns na internet.

Por que há a mesma radiação cósmica em todas as partes do universo.

E a fundamentação da matéria escura ainda não encontrada. Pois um universo muito velho não produzirá temperatura e luz. Mas poderá ser detectado por sistemas de radiação cósmica.


Gracelongênese.

1-Processo continuado.
2=Processo continuado e alimentado constantemente por espaço denso.
3-É o processamento que ocorre no centro das galáxias e aglomerados.



Os agentes e os limites do universo são determinados pelos gracelons, energia, e matéria. E não por um falso espaço curvo e pelo tempo [um tempo que não existe como coisa em si].


Teoria cósmica da alimentação.

Na teoria cósmica de processos continuados, em que os gracelons [fornalha cósmica na produção da matéria, energia e elementos, e que processam o espaço denso para produzir matéria, energia e elementos químicos].

Este processo recebe continuadamente fases adiantadas de processamento de espaço denso. E com este material em adiantado estagio físico e químico alimenta os gracelons [ processamento e núcleo de galáxias e aglomerados].

Ou seja, no cosmo há um processo de alimentação continuada, e um processo continuado de produção de matéria, energia, elementos e astros.

Por isto que há um crescimento na quantidade dos astros, elementos e galáxias no espaço.

E que passa por dois processos –

O primário que é pelos gracelons como foi visto acima.

O secundário – que é pelo processo de desintegração e reintegração [ver teoria do universo fluxonário estruturante – na internet].


Assim, há um processo de alimentação continuada para haver o crescimento de matéria, energia e astros do cosmo.

Este processo de alimentação e continuação também ocorre no sistema atômico, onde há a alimentação de energia e ínfimas partículas e fótons de radiação para que o sistema atômico na produção dos elementos tenha um processo de continuidade, para que haja transformação de elementos leves em pesados e pesados em leves.

Ou seja, se em todo processo há perca de energia e matéria, logo para que o processo se mantenha e não diminua tem que haver um processo de alimentação continuado.


E isto possibilita que num universo infinitamente velho tenha mais elementos leves do que pesados.

Observação. Numa teoria de estágio cósmico estamos num universo jovem, mesmo já sendo muito velho.

Pois, nos quatro estágios de universo somos jovens.

1-Pois, há os primários e iniciais – só de gases.

2-Os jovens – gases leves em abundancia, pesados, galáxias e astros esferificados, em forma de disco para dispersos. Poucos movimentos retrógrados.

3-Os medianos e maduros – dispersos e com pouca energia e luz no cosmo. Muitos movimentos retrógrados. Lentos. Elementos leves e pesados.

4-Os finais – muito lentos, dispersos, movimentos retrógrados, sem forma, sem luz, calor, temperatura muito baixa, estágio final de desintegração. Elementos pesados em abundância.

Assim, mesmo estando num universo muito velho [trilhões de anos mais do que imaginamos hoje, este universo que estamos ainda é jovem].

Continuando –

Os próprios gracelons são alimentados para processar novas matérias para suprir o cosmo de novos elementos, energia, luz, temperatura, radiação, galáxias, estrelas, e gracelons, dinâmicas, formas e cores.



Conclusão. Cosmofísica de gracelons.

ORIGEM DE UNIVERSO CONTINUADO.

Ele se reabastece e se renova o todo o momento. Pois, o material que ele expele para formar as galáxias e esferas são renováveis, ele adquire do espaço denso, que vai se transformar em energia e matéria. Pois, o sistema de gracelons [ fornalha e processamento] no núcleo das galáxias transforma espaço denso em energia e energia em matéria.

Como é visto aqui há três estágios básicos e fundamentais da natureza.

O primeiro e primário que é o espaço denso.
O segundo a energia.
E o terceiro a matéria, que é um estado menos energético e mais sólido da energia e espaço denso.

Espaço denso = energia = matéria.



Assim, há vários universos e todos em estágios diferentes. 


E cada universo tem uma continuação no seu processo de origem, que ocorre pelo sistema de gracelons [ transformação de espaço denso em energia, e de energia em matéria, astros e galáxias].

E seguem um fluxo estruturante [ de primários para secundários – ver teoria do universo fluxonário].



TEORIA DO UNIVERSO EM CRESCIMENTO pelo processo de gracelongênese..

Isto prova que o universo está em crescimento [não em relação à expansão, mas em relação ao crescimento de energia, matéria, novas galáxias, novos astros, novos universos].

Pois, o processo de produção e transformação na produção de energia, matéria pelos gracelons é maior do que o sistema de desintegração.

Pois, mesmo havendo a desintegração com o material desintegrado acontece a reintegração formando novos astros menores [secundários e terciários]. [ver teoria do universo fluxonário].

Logo, a quantidade de matéria, astros, energia, galáxias e astros são crescentes. E isto se confirma com a grande quantidade de matéria, astros, galáxias que vemos no espaço.

E a quantidade de planetas, satélites são muito maior do que a de estrelas.

E há universos apagados [ sem luz e sem temperatura] lentos e com seus astros dispersos  [sem ser em forma de discos]. Em estágio de latência.

E em estágio de origem em outros pontos do espaço.

Isto rompe com a conservação de energia. Mas, os fatos e a observação devem prevalecer.


Cosmofísica três.

Nascimento continuado, alimentação continuada, desintegração e reintegração continuada [ fluxos]..



Assim, os gracelons que formam o cento dos aglomerados produzem constantemente galáxias e estrelas, e mais próximo dos gracelons ocorre uma maior velocidade de recessão [ afastamento do primário], mas também é pequeno se comparado com a velocidade de translação e de rotação.


Como o sistema solar ou planetário, o secundário tem uma grande velocidade de translação que consegue percorrer milhões de quilômetros por ano, enquanto que a velocidade de recessão apenas alguns metros [ ou centímetros] por ano.

Isto parece pouco, mas é o que determina o distanciamento progressivo entre os astros e galáxias.

E isto também ocorre com as galáxias.



TEORIA DO NASCIMENTO, MORTE E FLUXO CONTINUADO POR GRACELONS.


O núcleo dos aglomerados em seu estagio primário absorve espaço denso e o transformam em energia, e depois em matéria, elementos, radiação, galáxias e astros.


Ou seja, os gracelons das galáxias e aglomerados absorvem constantemente espaço denso que se transforma em energia, plasma e matéria mais densificada e com forma variada e indefinida.


Conclusão dois.

Há três tipos [categorias] de gracelons.

Primário – o de aglomerados e galáxias – em plasma e com grandes variações de formas, onde a matéria é processada e originada.

Secundário – é o próprio sistema de processamento que transforma espaço denso em energia, [plasma] e matéria.

Terciário – [faixa graceli] sistema de energia no espaço com alcance e intensidade decrescente e proporcional a energia produzida pelo astro ou sistemas de astros. E que produz o achatamento, seguimento de sentido de movimento, elipsidade, e acompanhamento do astro e sistema de astros no espaço afora. E produz a órbita do astro quando dentro da faixa graceli.

Sendo que o que produz o achatamento da órbita e formato é o magnetismo do primário.

E o que produz seguimento do sentido da translação do secundário é o sentido da rotação do primário. [A translação do secundário é um prolongamento da rotação do primário].

E o que produz o afastamento [movimento de recessão] é a impulsão da radiação do primário.

A elipse também depende dos fenômenos e energia da faixa graceli.

O acompanhamento espaço afora é que a faixa graceli forma um sistema de energia, e que faz com que os secundários enquanto dentro da faixa graceli, ou ainda sob a ação que lhe foi imposta passam a agir sobre os secundários. Por isto que há o acompanhamento.

Mas ao sair da faixa graceli e da influência da faixa o astro passa a desenvolver a sua própria órbita. Ficando mais lento progressivamente conforme desintegra a sua energia, passa a aumentar a sua inclinação e elipse, e a desenvolver um movimento retrógrado em relação a outros astros [isto se confirma nos exosplanetas].



ASSIM,

1-Para um universo de origem constante continuada, este universo não teve origem no tempo e na matéria. Ou seja, ele é infinito e sem limites.

2-Para um cosmo de vários universos em fases e estágios, este universo não tem origem no tempo e nem no espaço.

3-Para um universo de origem fluxonária e estruturante, este universo não tem origem no tempo, no espaço, na matéria. E sim no processamento e nos fluxos que ocorre a partir do espaço denso, e que produz a estruturação, formatamento e desformatamento do universo.

ASSIM, TEMOS COSMO DE ORIGEM CONSTANTE E CONTINUADA.

EM VÁRIOS ESTÁGIOS E FASES.

E QUE SEGUEM FLUXOS ESTRUTURANTES [DE DESINTEGRAÇÃO E REINTEGRAÇÃO, FORMATAMENTO E DESFORMATAMENTO].


Assim, pode-se encontrar universos em vários estágios e fases.

1-Iniciais – em forma de gases.

2-Jovens – em esferas, gases e em formato orbital em discos. Formato de sistemas onde uns acompanham os outros. Onde estamos.

3-Maduros – esferas sem luz e temperatura, dispersos, lentos.

4 Fase final – muito lentos, quase parados, dispersos e sem formato de órbitas. Sem luz e temperatura. Isto responde pela matéria escura tanto procura.


Com isto.
1-Com isto temos um cosmo de vários universos.

2-De origem continuada e alimentada por espaço denso.
3-Fluxos estruturantes e desintegrantes.
4-Universo de processamento e transformação da energia, da matéria, de elementos, astros e galáxias.

5-E a base não é o espaço e nem o tempo, mas os gracelons, energia e o processamento.

Estes cinco pilares formam a base do cosmo.


Pois, segue uma origem continuada e alimentada, onde os gracelons modifica o espaço denso em energia, matéria, plasma e elementos.


Assim, os núcleos das estrelas não apagam repentinamente por estarem sendo abastecidos constantemente, produzindo um universo crescente em quantidade de energia, matéria e novos elementos.

Confirma-se que o núcleo atômico no sistema atômico de produção de energia também é abastecido por energia que vem de fora.


Assim, a física, a química, cosmologia de graceli não trabalha a dureza da matéria, ou a indeterminação quântica, mas a invariabilidade da energia e o seu processamento. Não é um universo fixo e de estruturas, mas variável e de produção de energia e crescimento cósmico com seus fluxos.

A física de graceli é a física da energeticidade, unidade, universalidade, variabilidade do próprio fenômeno.

E a química é a química que se unifica com a física. E física, química, astronomia e cosmologia tornam-se uma só coisa [unicidade graceliana].

Os gracelons, espaço denso e energia são os agentes principais.

E toda a química, física, cosmologia e astronomia se unificam por energia.
Todos os fenômenos de alguma forma são variáveis e desenvolvem fluxos.

Um átomo não é uma partícula, mas um sistema em e de produção de energia [ver teoria dos energeticuns]. Ou seja, a química é física e a física é a química.

O mesmo acontece com as partículas, a luz, astros, galáxias e o cosmo.

É um cosmo em que o determinante não é a estrutura, a forma, a massa, a pseudo curvatura do espaço, a gravidade, ma a energia que produz o astro e a sua dinâmica e órbita. O mesmo vale para os sistemas de galáxias, e o sistema atômico.


O vazio é maior do que o cheio. E o cheio é produzido pela energia.

Onde os elementos são produzidos por processamento de energia, onde elementos leves são transformados em pesados e pesados são transformados em leves [ver teoria dos energeticuns de graceli – na internet].

Isto explica porque quando um elétron pula de uma camada para outra expele um fóton de luz.

Onde a energia produz o magnetismo, e o magnetismo produz os anéis dos astros, com o material da atmosfera e da radiação expelida pelo astro.

Os secundários são produzidos pelo material dos anéis, e pela ação dos gracelons e faixa graceli. Isto é provado pelos anéis e pelo achatamento equatorial dos secundários.


Assim a física de graceli não é a física de estruturas, mas de energia, não é em relação a referenciais e à observadores.

Mas sim, de processamento em que as estruturas não passam de pacotes de sistemas de produção de energia, em que a física e a química é uma só coisa.

E isto faz com que os elementos, átomos, astros, e o cosmo venham a existir.

E abre uma nova perspectiva na ciência. A estruturalidade, variabilidade, fluxonalidade, unicidade e energeticidade.



TEORIA CÓSMICA DA GRACELONGÊNESE.

Teoria da origem e do crescimento do universo pelo processo de gracelons.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2-  Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

 E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.







Teoria cósmica da gracelongênese.

1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2-  Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

 E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.


Assim, a teoria da gracelongênese explica o processo de achatamento e dasachatamento do cosmo.


A recessão [afastamento] e o decréscimo da recessão do cosmo.

Explica as fases em que passam as galáxias, astros, radiação, energia, faixa graceli, matéria e elementos químicos.


Teoria da fluxonalidade de achatamento e desachatamento do cosmo, galáxias, sistemas estelares, e planetários e de satélites.

Ou seja, o cosmo não é fixo.

Universo pré-maturo – de espaço denso e gases.

Universo chato [ plano – pelo efeito magnético da faixa graceli] jovem.

Universo redondo – meia idade – em recessão [ afastamento].

Universo velho – redondo astros sem alinhamento, com pouca dinâmica e sem luz [ ai será encontrada o restante da matéria escura que está faltando no universo, e que se comprova através da pesquisa.


A energia produz o magnetismo. E dentro dos astros e nas galáxias há um anel de densidade maior do que nas extremidades em relação aos pólos.


Teoria da causalidade primária da origem do universo.


Elemento primordial e primário – é o espaço denso.
Processamento – forma causal é o processamento chamado gracelon.

Fornalha – gracelon - onde os elementos passam por um estágio de processamento para se tornar em matéria e energia.


Energia e matéria produzidas pelo elemento primário que é o espaço denso e através do gracelon que é o processamento de espaço denso em matéria.


Assim, se tem a gênese continuada pelo processamento de gracelon.


O formatamento e desformatamento [ achatamento e desachatamento ocorre pelo magnetismo da faixa graceli e gracelons.


Por este caminho fica inviável a conservação de energia – pois ela se desintegra e nasce num processo continuado [ que intitulei processo gracelon].


Neste sistema de universo não inicio nem fim, so um sistema continuado de origem de matéria pelos gracelons, e desintegração de matéria pelo processamento de energia.


Não há um universo com formatos definidos, eles variam conforme o estagio em que se encontram, uns sendo em formato de disco, outros sem formato.

Porem, o espaço não é curvo é sem forma definida.

E o tempo não varia, pois o tempo não existe como coisa em si. Este universo não acontece num espaço e tempo,

Mas sim, acontece num processamento de gracelons, num espaço sem referenciais, e num estágio cosmológico de cada universo.



Explicações possíveis pela teoria da gracelongênese.

Explica a recessão [afastamento cósmico]. Que ocorre pela perca da impulsão inicial da radiação pelo sistema primário que produziu a galáxia, estrela ou planeta.
Pela desintegração de energia dos próprios sistemas, galáxias, astros.


Fundamenta o acompanhamento e desacompanhamento cósmico.

O achatamento em disco e o desachatamento com o afastamento.

O seguimento do sentido da rotação do primário.

A esferificação dos astros.

O paradóxido de Olbers [ por que há luz onde deviria haver escuridão.

A abundância dos elementos leves na natureza e no espaço. [Pois um universo infinitamente velho, os elementos em sua maioria deveriam ser pesados]. Pois isto ocorre por causa do processo continuado e alimentado constantemente. E que elementos pesados podem produzir elementos leves – ver teoria da energeticidade e energeticuns [na internet [teorias graceliana]].

As irregularidades das órbitas.

O que se encontra na ação primeira não pé a gravidade, mas o espaço denso que passa pelo processamento dos gracelons, para se tornar matéria, energia, magnetismo, faixa graceli e os gracelons [1] [2] [3] [4].



Teoria astronômica e física da variabilidade de graceli.


Fundamenta-se em relação ao próprio fenômeno e não em relação à referenciais.

O balanço astronômico, os fluxos e suas variações, as mudanças das elipses e inclinações, variações para movimentos retrógrados, e outros fenômenos.


Universo de mudança eterna.

Assim, o universo é uma constante e infinita produção, desintegração, estruturação. Sempre iniciando e reiniciando. Enquanto ele se desintegra num ponto do espaço, ele se reinicia em outros pontos do espaço.

Logo, isto rompe com a conservação de energia.

A teoria cósmica da gracelongênese não se fundamenta na gravidade, espaço curvo, tempo variável, grande explosão. Mas sim, em espaço denso, energia e gracelons.

Com um universo de processo de achatamento e desachatamento, alinhamento e desalinhamento, elipsidade e deselipsidade.

Por isto que é estruturante e segue fluxos de avanços e voltas.

Com isto os gracelons como agentes e formas de processos são o agente principal do desenvolvimento e processamento do cosmo.

Com isto estamos num universo muito velho, em trilhões de anos do que imaginamos hoje.

Junto com a variabilidade há também a fluxonalidade [ver [na internet] teoria do universo fluxonário estruturante, e os fluxos em que passa os cometas quando entram na faixa graceli].

Teoria da elipsidade, da inclinacidade e da retrogracidade.

Ou seja, o universo e o movimento do cosmo é uma mudança constante, e as inclinações, as elipses, e os movimentos retrógrados estão sempre em mudanças. Aumentando e diminuindo, indo e retornando, seguindo fluxos e avanços progressivos.

Com isto, como existe nos sistemas planetários, satélicos, estelares também ocorre nos sistemas galácticos e cósmicos.

Com universos que passam por fases e formas, como também por estágios químicos e de processamentos de energia.


Sobre o formato do cosmo.

O universo não é achatado, mas a disposição em que passa uma fase dos astros que o compõe forma um sistema na forma de disco. E que ao ficar velho vão ser dispersos, formando um sistema arredondado.


Um universo de gases é jovem.
Um universo chato é de idade mediana.
Um universo com galáxias espalhadas e movimento lento é infinitamente velho.

Assim, não é o espaço que é chato ou que expande, e isto não ocorre pela gravidade ou grandes explosões, mas sim pela energia e faixa graceli e gracelons que produz o deslocamento da matéria e o formato em que os sistemas passam.

Assim, o espaço não tem forma, não é chato e nem curvo.

Assim, o universo que defendo e fundamento em minhas teorias é o universo de energia, materialidade e mudanças constante, renovações e desintegrações. E não conservações de energia.

O espaço não tem fim [ limite]. E a matéria termina e outras surgem do espaço denso que passa pelos processos dos gracelons.

O tempo não existe como coisa em si.


Por este caminho graceliano se encontra se encontra as origens, causas, feitos, unidades, homogeneidade, previsibilidade, e um a relação, universalidade e unidade.

E também a forma das galáxias, o acompanhamento, e a distribuição e abundância dos elementos leves em todo o cosmo. Ou seja, um universo infinitamente velho consegue ter a grande quantidade de elementos leves. Ver teoria dos energeticuns na internet.

Por que há a mesma radiação cósmica em todas as partes do universo.

E a fundamentação da matéria escura ainda não encontrada. Pois um universo muito velho não produzirá temperatura e luz. Mas poderá ser detectado por sistemas de radiação cósmica.


Gracelongênese.

1-Processo continuado.
2=Processo continuado e alimentado constantemente por espaço denso.
3-É o processamento que ocorre no centro das galáxias e aglomerados.



Os agentes e os limites do universo são determinados pelos gracelons, energia, e matéria. E não por um falso espaço curvo e pelo tempo [um tempo que não existe como coisa em si].


Teoria cósmica da alimentação.

Na teoria cósmica de processos continuados, em que os gracelons [fornalha cósmica na produção da matéria, energia e elementos, e que processam o espaço denso para produzir matéria, energia e elementos químicos].

Este processo recebe continuadamente fases adiantadas de processamento de espaço denso. E com este material em adiantado estagio físico e químico alimenta os gracelons [ processamento e núcleo de galáxias e aglomerados].

Ou seja, no cosmo há um processo de alimentação continuada, e um processo continuado de produção de matéria, energia, elementos e astros.

Por isto que há um crescimento na quantidade dos astros, elementos e galáxias no espaço.

E que passa por dois processos –

O primário que é pelos gracelons como foi visto acima.

O secundário – que é pelo processo de desintegração e reintegração [ver teoria do universo fluxonário estruturante – na internet].


Assim, há um processo de alimentação continuada para haver o crescimento de matéria, energia e astros do cosmo.

Este processo de alimentação e continuação também ocorre no sistema atômico, onde há a alimentação de energia e ínfimas partículas e fótons de radiação para que o sistema atômico na produção dos elementos tenha um processo de continuidade, para que haja transformação de elementos leves em pesados e pesados em leves.

Ou seja, se em todo processo há perca de energia e matéria, logo para que o processo se mantenha e não diminua tem que haver um processo de alimentação continuado.


E isto possibilita que num universo infinitamente velho tenha mais elementos leves do que pesados.

Observação. Numa teoria de estágio cósmico estamos num universo jovem, mesmo já sendo muito velho.

Pois, nos quatro estágios de universo somos jovens.

1-Pois, há os primários e iniciais – só de gases.

2-Os jovens – gases leves em abundancia, pesados, galáxias e astros esferificados, em forma de disco para dispersos. Poucos movimentos retrógrados.

3-Os medianos e maduros – dispersos e com pouca energia e luz no cosmo. Muitos movimentos retrógrados. Lentos. Elementos leves e pesados.

4-Os finais – muito lentos, dispersos, movimentos retrógrados, sem forma, sem luz, calor, temperatura muito baixa, estágio final de desintegração. Elementos pesados em abundância.

Assim, mesmo estando num universo muito velho [trilhões de anos mais do que imaginamos hoje, este universo que estamos ainda é jovem].

Continuando –

Os próprios gracelons são alimentados para processar novas matérias para suprir o cosmo de novos elementos, energia, luz, temperatura, radiação, galáxias, estrelas, e gracelons, dinâmicas, formas e cores.



Conclusão. Cosmofísica de gracelons.

ORIGEM DE UNIVERSO CONTINUADO.

Ele se reabastece e se renova o todo o momento. Pois, o material que ele expele para formar as galáxias e esferas são renováveis, ele adquire do espaço denso, que vai se transformar em energia e matéria. Pois, o sistema de gracelons [ fornalha e processamento] no núcleo das galáxias transforma espaço denso em energia e energia em matéria.

Como é visto aqui há três estágios básicos e fundamentais da natureza.

O primeiro e primário que é o espaço denso.
O segundo a energia.
E o terceiro a matéria, que é um estado menos energético e mais sólido da energia e espaço denso.

Espaço denso = energia = matéria.



Assim, há vários universos e todos em estágios diferentes. 


E cada universo tem uma continuação no seu processo de origem, que ocorre pelo sistema de gracelons [ transformação de espaço denso em energia, e de energia em matéria, astros e galáxias].

E seguem um fluxo estruturante [ de primários para secundários – ver teoria do universo fluxonário].



TEORIA DO UNIVERSO EM CRESCIMENTO pelo processo de gracelongênese..

Isto prova que o universo está em crescimento [não em relação à expansão, mas em relação ao crescimento de energia, matéria, novas galáxias, novos astros, novos universos].

Pois, o processo de produção e transformação na produção de energia, matéria pelos gracelons é maior do que o sistema de desintegração.

Pois, mesmo havendo a desintegração com o material desintegrado acontece a reintegração formando novos astros menores [secundários e terciários]. [ver teoria do universo fluxonário].

Logo, a quantidade de matéria, astros, energia, galáxias e astros são crescentes. E isto se confirma com a grande quantidade de matéria, astros, galáxias que vemos no espaço.

E a quantidade de planetas, satélites são muito maior do que a de estrelas.

E há universos apagados [ sem luz e sem temperatura] lentos e com seus astros dispersos  [sem ser em forma de discos]. Em estágio de latência.

E em estágio de origem em outros pontos do espaço.

Isto rompe com a conservação de energia. Mas, os fatos e a observação devem prevalecer.


Cosmofísica três.

Nascimento continuado, alimentação continuada, desintegração e reintegração continuada [ fluxos]..



Assim, os gracelons que formam o cento dos aglomerados produzem constantemente galáxias e estrelas, e mais próximo dos gracelons ocorre uma maior velocidade de recessão [ afastamento do primário], mas também é pequeno se comparado com a velocidade de translação e de rotação.


Como o sistema solar ou planetário, o secundário tem uma grande velocidade de translação que consegue percorrer milhões de quilômetros por ano, enquanto que a velocidade de recessão apenas alguns metros [ ou centímetros] por ano.

Isto parece pouco, mas é o que determina o distanciamento progressivo entre os astros e galáxias.

E isto também ocorre com as galáxias.



TEORIA DO NASCIMENTO, MORTE E FLUXO CONTINUADO POR GRACELONS.


O núcleo dos aglomerados em seu estagio primário absorve espaço denso e o transformam em energia, e depois em matéria, elementos, radiação, galáxias e astros.


Ou seja, os gracelons das galáxias e aglomerados absorvem constantemente espaço denso que se transforma em energia, plasma e matéria mais densificada e com forma variada e indefinida.


Conclusão dois.

Há três tipos [categorias] de gracelons.

Primário – o de aglomerados e galáxias – em plasma e com grandes variações de formas, onde a matéria é processada e originada.

Secundário – é o próprio sistema de processamento que transforma espaço denso em energia, [plasma] e matéria.

Terciário – [faixa graceli] sistema de energia no espaço com alcance e intensidade decrescente e proporcional a energia produzida pelo astro ou sistemas de astros. E que produz o achatamento, seguimento de sentido de movimento, elipsidade, e acompanhamento do astro e sistema de astros no espaço afora. E produz a órbita do astro quando dentro da faixa graceli.

Sendo que o que produz o achatamento da órbita e formato é o magnetismo do primário.

E o que produz seguimento do sentido da translação do secundário é o sentido da rotação do primário. [A translação do secundário é um prolongamento da rotação do primário].

E o que produz o afastamento [movimento de recessão] é a impulsão da radiação do primário.

A elipse também depende dos fenômenos e energia da faixa graceli.

O acompanhamento espaço afora é que a faixa graceli forma um sistema de energia, e que faz com que os secundários enquanto dentro da faixa graceli, ou ainda sob a ação que lhe foi imposta passam a agir sobre os secundários. Por isto que há o acompanhamento.

Mas ao sair da faixa graceli e da influência da faixa o astro passa a desenvolver a sua própria órbita. Ficando mais lento progressivamente conforme desintegra a sua energia, passa a aumentar a sua inclinação e elipse, e a desenvolver um movimento retrógrado em relação a outros astros [isto se confirma nos exosplanetas].



ASSIM,

1-Para um universo de origem constante continuada, este universo não teve origem no tempo e na matéria. Ou seja, ele é infinito e sem limites.

2-Para um cosmo de vários universos em fases e estágios, este universo não tem origem no tempo e nem no espaço.

3-Para um universo de origem fluxonária e estruturante, este universo não tem origem no tempo, no espaço, na matéria. E sim no processamento e nos fluxos que ocorre a partir do espaço denso, e que produz a estruturação, formatamento e desformatamento do universo.

ASSIM, TEMOS COSMO DE ORIGEM CONSTANTE E CONTINUADA.

EM VÁRIOS ESTÁGIOS E FASES.

E QUE SEGUEM FLUXOS ESTRUTURANTES [DE DESINTEGRAÇÃO E REINTEGRAÇÃO, FORMATAMENTO E DESFORMATAMENTO].


Assim, pode-se encontrar universos em vários estágios e fases.

1-Iniciais – em forma de gases.

2-Jovens – em esferas, gases e em formato orbital em discos. Formato de sistemas onde uns acompanham os outros. Onde estamos.

3-Maduros – esferas sem luz e temperatura, dispersos, lentos.

4 Fase final – muito lentos, quase parados, dispersos e sem formato de órbitas. Sem luz e temperatura. Isto responde pela matéria escura tanto procura.


Com isto.
1-Com isto temos um cosmo de vários universos.

2-De origem continuada e alimentada por espaço denso.
3-Fluxos estruturantes e desintegrantes.
4-Universo de processamento e transformação da energia, da matéria, de elementos, astros e galáxias.

5-E a base não é o espaço e nem o tempo, mas os gracelons, energia e o processamento.

Estes cinco pilares formam a base do cosmo.


Pois, segue uma origem continuada e alimentada, onde os gracelons modifica o espaço denso em energia, matéria, plasma e elementos.


Assim, os núcleos das estrelas não apagam repentinamente por estarem sendo abastecidos constantemente, produzindo um universo crescente em quantidade de energia, matéria e novos elementos.

Confirma-se que o núcleo atômico no sistema atômico de produção de energia também é abastecido por energia que vem de fora.


Assim, a física, a química, cosmologia de graceli não trabalha a dureza da matéria, ou a indeterminação quântica, mas a invariabilidade da energia e o seu processamento. Não é um universo fixo e de estruturas, mas variável e de produção de energia e crescimento cósmico com seus fluxos.

A física de graceli é a física da energeticidade, unidade, universalidade, variabilidade do próprio fenômeno.

E a química é a química que se unifica com a física. E física, química, astronomia e cosmologia tornam-se uma só coisa [unicidade graceliana].

Os gracelons, espaço denso e energia são os agentes principais.

E toda a química, física, cosmologia e astronomia se unificam por energia.
Todos os fenômenos de alguma forma são variáveis e desenvolvem fluxos.

Um átomo não é uma partícula, mas um sistema em e de produção de energia [ver teoria dos energeticuns]. Ou seja, a química é física e a física é a química.

O mesmo acontece com as partículas, a luz, astros, galáxias e o cosmo.

É um cosmo em que o determinante não é a estrutura, a forma, a massa, a pseudo curvatura do espaço, a gravidade, ma a energia que produz o astro e a sua dinâmica e órbita. O mesmo vale para os sistemas de galáxias, e o sistema atômico.


O vazio é maior do que o cheio. E o cheio é produzido pela energia.

Onde os elementos são produzidos por processamento de energia, onde elementos leves são transformados em pesados e pesados são transformados em leves [ver teoria dos energeticuns de graceli – na internet].

Isto explica porque quando um elétron pula de uma camada para outra expele um fóton de luz.

Onde a energia produz o magnetismo, e o magnetismo produz os anéis dos astros, com o material da atmosfera e da radiação expelida pelo astro.

Os secundários são produzidos pelo material dos anéis, e pela ação dos gracelons e faixa graceli. Isto é provado pelos anéis e pelo achatamento equatorial dos secundários.


Assim a física de graceli não é a física de estruturas, mas de energia, não é em relação a referenciais e à observadores.

Mas sim, de processamento em que as estruturas não passam de pacotes de sistemas de produção de energia, em que a física e a química é uma só coisa.

E isto faz com que os elementos, átomos, astros, e o cosmo venham a existir.

E abre uma nova perspectiva na ciência. A estruturalidade, variabilidade, fluxonalidade, unicidade e energeticidade.


















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