domingo, 19 de setembro de 2010


COSMOLOGIA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

A fase após um pequeno afastamento e ainda dentro da faixa e camada graceli o astro passa a ter um alinhamento, seguimento de sentido de movimento, e acompanhamento.


FASES DE UNIVERSOS.

De gases.
De elementos leves [Nebulosas].
De esferas e elementos [ fase de estrelas e planetas].
Fase de disco pelo alinhamento da faixa e camada graceli.
Fase de astros lentos, pouca energia e luz.
Fase final – matéria escura, semi-repouso.



Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.



CAFQ de graceli - UNIFICAÇÃO ENTRE A COSMOLOGIA, ASTRONOMIA, FÍSICA E QUÍMICA.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

UMA SÓ TEORIA QUE UNIFICA OS QUATRO RAMOS DA MATERIALIDADE.

Enquanto Kepler, Galileu, Newton, Einstein desenvolveram um eixo da física, astronomia e cosmologia. Que se fundamenta em inércia, força, gravidade e curvatura do espaço e relatividade.

GRACELI DESENVOLVEU O OUTRO EIXO, com outro direcionamento, outra origem e desenvolvimento e fim. Que se fundamenta em energia, camada e faixa graceli, astronomia estruturante, gracelons, não inércia, não conservação de energia, desintegração, variabilidade e fluxonalidade e outros.

E unifica a cosmologia, astronomia, física, química num só sistema [CAFQ].

E uma outra cosmologia.

Os fenômenos de alinhamento, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento do secundário em relação ao primário. A camada graceli que é encontrada nas galáxias também é encontrada nos astros e no sistema atômico. A eclíptica galáctica. A faixa interna dos astros, estrelas e galáxias, e no sistema atômico.

O processo de desintegração e reintegração de energia, matéria e radiação.

Ou seja, a natureza do macro é a mesma da média e do micro. E por sua vez a química não é uma estrutura sólida, mas em processos, pulsos e variações, e em movimentos.


Assim, uma só teoria para a energia, o sistema atômico [ver teoria dos energeticuns – publicado na internet], acompanhamento, eclíptica atômica, astronômica, e cósmica.

Faixa graceli interna nas galáxias, astros, e sistema atômico.

Acompanhamento dos terciários aos primários  espaço afora. Através da camada graceli.

Seguimento de sentido de translação pelo secundário aos primários.


Dentro da camada graceli o astro inicia com uma elipse grande e diminui até o limite da camada. Depois passa a aumentar conforme o astro se afasta da camada graceli.

A aceleração da elipse e inclinações é decrescente, porém as irregularidades são crescentes.

O balanço, a recessão [afastamento] a lateralidade, a rotação, e a translação são decrescentes.

Ou seja, há uma unicidade produzindo a CAFQ graceliana.

Os processos físicos e a energia produzem os elementos químicos, o sistema atômico, os astros, a faixa e camada graceli, são os gracelons, produzem o alinhamento, os seguimentos, o acompanhamento, as dinâmicas e órbitas e suas variações e fluxos.


COSMOFÍSICA DE GRACELI – LEI DA EQUIVALÊNCIA.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli


LEI DA EQUIVALÊNCIA.

Há uma equivalência nos fenômenos, órbitas e dinâmicas e desintegrações quando as galáxias se afastam dos gracelons.

Esta equivalência também se confirma entre a velocidade equatorial, translacional, e velocidade de recessão [ afastamento].

E também conforme há o afastamento o formato da órbita passa pelo mesmo formato.

As desacelerações e aumento das irregularidades também se equivalem.


COSMOFÍSICA.

Segundo a lei de Hubble a velocidade de expansão aumenta proporcional à distância [ em milhões de anos luz]

Ou seja, quanto mais distante uma galáxia maior seria a sua velocidade de expansão.


E por outro lado, se todos estão em expansão alguma deveria estar vindo em direção ao sol, ou seja, algumas deveriam estar no azul, e não todas no vermelho [efeito Doppler], pois no caso mesmo se o sistema solar estivesse em expansão alguma galáxia deveria ter maior velocidade do que o sol, e neste caso estaria no azul.

Ou seja, há um erro nisto.

E se tivéssemos uma maior velocidade não notaríamos o vermelho, mas o azul, ou seja, mesmo as galáxias se afastando com velocidade 1 a nossa teria velocidade 2, logo, não veríamos o vermelho, mas o azul, pois estaríamos sempre se aproximando das mais distantes.

[ver teorias do universo fluxonário e gracelons na internet].

Se a lei de Hubble estivesse certa a idade do universo deveria ser alterada.

Logo, com um universo infinitamente velho e com galáxias se afastando [ movimento de recessão] à milhares e quilômetros por segundo não veríamos nenhuma luz vindo das estrelas, nem radiação, e nem do sol.

Por isto que consideram que o universo não é tão velho. Que é um erro cobrindo outro.

No futuro se confirmará que o que se vê para o vermelho e que se tem para a velocidade de recessão é na verdade a velocidade de translação e rotação das galáxias.

Pois, todo velocidade de afastamento é ínfima.

Como exemplo pode-se citar a velocidade da terra, enquanto a terra se afasta menos de um metro por ano, tem uma enorme velocidade de translação e de rotação.


UNIFICAÇÃO DIMENSIONAL.

A distância mais curta entre dois pontos é determinada pela energia do astro ou sistema, pois é a energia que determina a aceleração, e a partir daí o tempo de percorre de um ponto a outro, mesmo sendo este ponto uma curva ou uma reta.

Ou seja, de um universo de três ou quatro dimensões pode ser unificada numa só dimensão [ neste caso a energia do corpo].

Não está fora [ no observador], mas dentro na energia e natureza dimensional.

Pois,

Corpo= matéria= energia= dinâmica = não inércia.

No espaço a inércia de um corpo desaparece, mas a energia continua.


Assim, o que determina a velocidade de um corpo, astro ou sistema é a energia produzida pelo astro ou sistema.

Ou seja, o astro não escorrega num espaço curvo de quatro dimensões, mas sim produz o seu deslocamento pela sua energia.

O tempo entre dois extremos é determinado pela velocidade, que é determinado pela energia.


[o tempo não existe como coisa em si].

O espaço entre dois pontos é determinado pela velocidade produzida pela energia.

Ao sair um feixe de luz do sol ele chegará em um ponto na terra conforme a energia que o feixe de luz tiver, e a velocidade de rotação e translação que a terra possui, que é produzida pela energia da mesma e do sistema em que a mesma se encontra.

Assim  a energia determina a velocidade e a velocidade determina o tempo.

E o tempo determina a posição no espaço.

Que pode encontrar sempre uma posição mais próxima ou mais distante.

Com a velocidade maior, menor será o tempo de chegada a um ponto.

Ou seja, a intensidade de ação de velocidade aumenta em percentual conforme aumenta a velocidade e a energia.

Assim, a energia determina a velocidade, a posição, o tempo, o espaço, e a forma.
Pois, conforme a potência da energia que será determinada a forma entre dois pontos.

E o tempo entre dois pontos.

Assim, a energia que determina o formato em disco dos sistemas e suas dinâmicas e seguimentos e acompanhamentos.



TEORIA CÓSMICA E ASTRONÔMICA DE ENERGIA E GRACELONS.

[parte deste trabalho já foi publicado na internet].

O sistema de graceli se fundamenta essencialmente na energia, gracelons, camada e faixa graceli, unidade e outros.

Os gracelons são produzidos pela energia e são processos de energia.

O sistema de graceli não tem como base a matéria, a gravidade, a massa, inércia, força, repouso, ou curvatura de espaço [no caso da relatividade geral].

Mas tem como base a energia, os gracelons, as faixas e camada graceli.




TEORIA DE ENERGIA E GRACELONS.

As teorias de graceli e dos gracelons respondem os enigmas, os formatos, órbitas, acompanhamentos, seguimentos, alinhamentos cósmicos e planetários, e outros fenômenos do cosmo, galáxias, e planetas.

Os mesmos fenômenos que se processam para o cosmo também se processam para os planetas e estrelas.

Logo, há uma equivalência na proporcionalidade e nos fenômenos, e nas variações.



TEORIA DA VARIAÇÃO CÓSMICA. [ teoria da variabilidade].

Fase inicial – a variação de inclinação para eclíptica.

E de excentricidade para circularidade.


Fase mediana –  semi-estabilidade.

Fase final – de alinhamento para inclinação crescente.

De órbitas redondas para elípticas.

Os gracelons são os envoltórios e a circularidade, e os sistemas de acompanhamento.
E os processos de transformação de espaço denso em matéria.


E que passa de formato difuso para disco.
De disco passa dos bordos do centro e os bordos da extremidade à discos maiores.

E de disco para esferas maiores.


Todo este sistema de variabilidade não é uma relatividade, pois a relatividade se fundamenta nos observadores.

Enquanto a teoria da variabilidade se fundamenta nas variações e fluxos dos próprios fenômenos.


Sobre sistemas.

O de Aristóteles foi fechado dentro de esferas espaciais.

O de Newton dentro da gravidade.

O de Einstein dentro da curvatura do espaço.

Ou seja, eram sistemas fechados e por ligações à distância.


O SISTEMA DE GRACELI É UM SISTEMA LIVRE E SEM LIMITES, REGIDO POR ENERGIA E QUE TEM UM MEIO FÍSICO QUE É O DE ENERGIA –

ENERGIA DENTRO DOS ASTROS.
NA PRODUÇÃO DE GRACELONS.
E NA PRODUÇÃO DA CAMADA E FAIXA GRACELI.

E que por este sistema se consegue responder todos os fenômenos e enigmas. Ver teorias de graceli publicadas na internet.

Como os formatos – anéis, esferas, e discos, acompanhamentos, alinhamentos, seguimentos.

Dinâmicas e órbitas. Todas as fases.

Variações e unidades, e equivalências.

Produção dos elementos, dos astros e das galáxias.

Formação e desformação do sistema de estrelas e planetas – ver teoria do universo fluxonário.

Integração e desintegração.

Acompanhamento e desacompanhamento, alinhamento e desacompanhamento. Seguimento e desseguimento.

Elipsidade e deselipsidade.

E todos os movimentos. Com as acelerações e desacelerações.

O gracelianismo é um sistema de teorias que se fundamentam entre si. E não se fundamentam no espaço tempo, observadores, dimensões, em massa, força, inércia e campo. MAS NO PRÓPRIO FENÔMENO EM SI, NA ENERGIA, GRACELONS E CAMADAS E FAIXA GRACELI.

A teoria da variabilidade não é a variação em relação ao observador. Mas do próprio fenômeno.

Pela relatividade geral a gravidade deformaria o espaço transformando-o em esférico, quadrimensional e fechado.

Já no gracelianismo apresenta um cosmo aberto, sendo regido pela energia, e que a própria dimensão é a energia, sem formas, sem amarras, infinito na produção de novos universos enquanto uns nascem outros se desintegram.

Possibilitando a produção dos elementos químicos.

Onde a energia não se conserva, e não existe inércia.

O elemento fundamento é a energia que produz os gracelons [ que é o processamento de energia] que tem ação na origem de todos os fenômenos e todas as fazes do cosmo.

Só há uma dimensão que é a energia – logo, é unidimensional.

E a energia tudo unifica.



TEORIA DAS FORMAS.

As formas são as formas dos astros em esferas, e as formas dos anéis.

As formas das órbitas, em elipse, discos, e deformatamentos.



SOBRE AS DINÂMICAS.
RELAÇÃO E EQUIVALÊNCIA.

O afastamento [recessão] depende da energia do astro, logo, se o astro está em afastamento, logo, ele não é atraído pela gravidade, mas impulsionado pela radiação do primário.

O afastamento ínfimo [de menos de um metro por órbita] é que mantém o distanciamento entre os astros.

Por isto que júpiter tem uma maior progressão de afastamento para saturno e marte. Por ter tido mais tempo para se afastar por ser maior, e por ser maior também tem maior velocidade de recessão.

A energia que determina a radiação dentro da faixa e camada graceli.

A rotação e translação também seguem o índice de energia.

Se for feito uma relação e equivalência entre a velocidade equatorial de júpiter com a terra, e entre o volume dos dois planetas. Ver-se-á que existe uma relação e equivalência.


SOBRE O ACHATAMENTO.

O achatamento de júpiter é menor do que o de saturno, logo, não é o achatamento que determina a velocidade equatorial, mas sim a energia e a camada e faixa graceli. E sistema de energia gracelon.

A faixa graceli é um anel em disco em volta do astro, e que forma um sistema de energia que alonga o astro.

A camada graceli é um uma capa de energia que envolve todo astro.

Os gracelons são os processamentos de transformação de energia, e na produção cósmica de elementos leves.

HÁ DUAS FAIXAS GRACELI –

A interna [disco de maior densidade dentro do astro.], tem ação sobre a produção das marés.

E a externa [disco de maior densidade externo], onde são produzidas as dinâmicas e a lateralidade e o alinhamento, seguimento de sentido de movimento, e acompanhamento, e as elipses.

Se for feito uma relação entre a rotação do sol por segundo com a translação de mercúrio por segundo, se verá que a rotação do sol é maior do que a translação de mercúrio.

Isto se confirma na equivalência entre planetas primários e satélites.

FASES CÓSMICAS E TEORIA DE VÁRIOS UNIVERSOS.

Os universos se dividem conforme o seu estágio de processamento e formação, [ver teoria da gracelongênese e do universo fluxonário – publicados na internet].

Os formatos e fases cósmicas são.

De região central das galáxias – com grandes elipses e inclinações.

Região mediana das galáxias – com achatamento, movimento de alinhamento para o formato de disco [alinhamento]. E movimento de elipse para circular.


Região externa [bordas mais arredondadas pelas grandes inclinações e elipses das estrelas e exos-estrelas].

Região além das bordas – astros e estrelas soltas, livres, exos-estrelas, estrelas com movimentos retrógrados, grandes elipses e inclinações, pouca aceleração e decrescente.

Estas mesmas fases passam o sistema solar, planetário e atômico.

[ver movimentos graceli].

De alinhamento e desalinhamento. Eclipticidade e elipsidade [ arredondamento].

Os elementos químicos não se processam só nos núcleos dos astros, mas também no espaço, bordas das estrelas, nas faixas e camada graceli.

Isto depende da fase de energia que está em processamento.

E que a fase de processamento de energia depende também do estágio dos elementos e do estágio do sistema em que estes elementos se encontram.

Assim, para cada fase e estágio do sistema em que o astro se encontra, e conforme a sua energia haverá um tipo de órbita, dinâmica, formato, e variação e fluxo, alinhamento, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento. Etc.

Assim, é seguido fluxos sempre em mudança. Ver teoria de astronomia estruturante – de graceli – na internet.


O sistema de graceli é um sistema aberto, onde não existe inércia, e o agente principal é a energia seguida da faixa e camada graceli.

Corpo = matéria = energia = movimento.

Onde todo corpo não tem massa  e não tem inércia, e tem energia, dinâmica própria, onde os astros não são atraídos, mas sim impulsionados para fora pela ação da radiação dentro da camada graceli, e alinhados pela ação do magnetismo dentro da faixa graceli, e que a faixa e camada graceli produzem o seguimento de sentido de movimento e o acompanhamento cósmico. E a rotação é produzida por estes três agentes [ energia, faixa e camada].

E a translação do secundário surge primeiro como uma consequência da rotação do primário, e depois pela sua própria energia.

Quanto maior e com mais energia maior e a sua dinâmica, isto se confirma na rotação, lateralidade, movimento de recessão, e na translação com astros fora da camada e faixa graceli [exemplo júpiter – pode-se confirmar que júpiter tem a maior velocidade equatorial e de recessão entre todos os planetas].

Enquanto plutão fora e longe da faixa e camada graceli, e com quase toda sua energia desintegrada tem a menor velocidade equatorial e translacional.

Mercúrio e Vênus têm a menor rotação por estarem dentro da faixa e camada graceli, mesmo estando com uma intensa produção de energia.

Assim, a natureza do movimento é ser curva.

O astro se forma e tem origem num movimento curvo do sistema.

A rotação é por natureza curva.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Leis astronômicas e cosmológicas de graceli.

Autor –Ancelmo Luiz Graceli

1- De unidade.
2- De equivalência.
3- De universalidade [cafq].

4- De rotação.
5- De faixas e camada graceli.

6- De acompanhamento.
7- Seguimento.
8- Alinhamento

9-  Desacompanhamento.
10- Desseguimento.
11- Desalinhamento.

12- Inclinacidade.
13- Elipsidade.

14- Desinclinacidade.
15- Deselipsidade.

16- Retrocidade. [ rotacional e translacional]
17- Desretrocidade.

18- E variações e fluxos constante de retrogracidade e desretrocidade.
19- De variações e fluxos.

20- Balanços e oscilações.




Leis.

1-A translação do secundário surge da rotação do primário originado pela faixa e camada graceli.

2-Por isto acontece o seguimento de sentido de movimento entre o primário e o secundário.

3-Como também acontece o decréscimo de aceleração dos dois movimentos do primário e secundário.

4-A rotação, translação, recessão, lateralidade, e outros movimentos são decrescente pelo afastamento da faixa e camada graceli, e pela desintegração de energia do astro, e dentro da camada e faixas graceli.

5-E o decréscimo acontece na mesma proporção de desintegração de energia do astro e da faixa e camada graceli.

6-O seguimento, acompanhamento, e o alinhamento acontecem por causa da faixa e camada graceli que os mantém por um bom tempo.

7-Secundários e terciários que se afastaram muito passam a vagar no espaço, e a produzir movimentos e órbitas irregulares e retrogradas, e rotações inversas. São alguns planetas, satélites, cometas, e exosplanetas.


8-Mas, primeiro saem da faixa e camada graceli e do alinhamento aumentando as inclinações e a excentricidade das elipses.

9-TODO MOVIMENTO É CURVO POR NATUREZA. UMA PROVA DISTO É A ROTAÇÃO DOS ASTROS, E A OSCILAÇÃO DOS GASES. LOGO, NÃO EXISTE MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME.

As marés não existem por causa da gravitação por causa de vários fenômenos, entre eles a própria temperatura da terra, a temperatura e radiação do sol, e depende também do alinhamento cósmico, no caso da eclíptica.


10-TODO CORPO É CONSTITUÍDO DE ENERGIA, E ENERGIA É IGUAL A MOVIMENTO.

C = E = M.

ISTO PODE SER CONFIRMA COM A ROTAÇÃO, POIS OS MAIORES ASTROS SÃO OS QUE TÊM AS MAIORES VELOCIDADES EQUATORIAIS E MAIOR AFASTAMENTO [ MOVIMENTO DE RECESSÃO]. [ VER TEORIA DE ASTRONOMIA DE GRACELI].

LOGO, SE O MOVIMENTO DEPENDE DA ENERGIA, LOGO, NÃO EXISTE INÉRCIA.


11- Todo movimento decresce com a desintegração de energia do primário e da camada e faixa graceli. Isto acontece com todos os movimentos.

Júpiter é o que tem a maior velocidade equatorial, enquanto plutão, mercúrio e Vênus a menor. Porém mercúrio e Vênus se encontram dento da faixa e camada graceli, e mesmo tendo muita energia têm as menores rotações.

Pois, Vênus e mercúrio sofrem a influencia direta da radiação, temperatura, e energia da camada e faixa graceli solar, por isto suas rotações são ínfimas, mesmo tendo uma enorme energia.

O movimento de recessão [afastamento] de júpiter também é o maior. E plutão tem o menor. Isto se confirma nas experiências e também na distancia alcançadas por cada astro.

Plutão por ter sido o primeiro astro do sistema solar, logo tem mais tempo em desintegração e ser um dos menores em diâmetro, por isto ter muitas irregularidades e pouca velocidade em todos os seus movimentos.



PARA CADA, SITUAÇÃO HÁ VARIÁVEIS PRÓPRIAS.

1- ENERGIA DO PRIMÁRIO E FAIXA E CAMADA GRACELI. Grande excentricidade e grande inclinação, ínfima rotação.

2- DENTRO DA FAIXA E CAMADA GRACELI.  Movimento de lateralidade, e deslocamento para um alinhamento.

3- AO SAIR DA FAIXA E CAMADA GRACELI. Alinhamento [eclíptica máxima], variável de estabilidade temporal, passa de um deslocamento de alinhamento para um deslocamento de desalinhamento.

4- A UM DISTANCIAMENTO MÉDIO DA FAIXA E CAMADA GRACELI E ENERGIA DO ASTRO EM DESINTEGRAÇÃO. O desalinhamento, as inclinações e excentricidade são crescentes. Enquanto desaceleram.


5- A UM DISTANCIAMENTO GRANDE DA ENERGIA DO PRIMÁRIO E DA FAIXA E CAMADA GRACELI DO PRIMÁRIO E ENERGIA E DESINTEGRAÇÃO DO ASTRO.

6-Com todos os movimentos decrescentes, e o desalinhamento, elipse e órbitas retrogradas e rotações inversas crescentes.


12- CONFIRMA-SE NAS TEORIAS COSMOLÓGICAS E GRACELONGÊNESE QUE A MATÉRIA AUMENTA NO UNIVERSO. COM ISTO A ENERGIA NÃO SE CONSERVA ELA SE DESINTEGRA NO PROCESSO, MAS HÁ O PROCESSO DE GRACELONGÊNESE QUE A MATÉRIA E A ENERGIA SÃO PRODUZIDAS E AUMENTADAS.



Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


TEORIA ASTRONÔMICA E COSMOLÓGICA DOS SISTEMAS DE GRACELI.

O sistema planetário é um sistema.
De estrelas outro.
A lua forma um sistema com a terra.

O átomo é um sistema de produção de energia e produção de elementos, e fusões e fissões de elementos.


Teoria graceli da variabilidade física, química, astronômica e cosmológica.

Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Teoria graceli de fluxos, variação e pulsos nos sistemas atômicos.


Na teoria dos energeticuns ocorrem os fluxos e pulsos na produção dos elementos químicos,

E que estes pulsos e fluxos obedecem a uma variação crescente e decrescente.

Esta variação e fluxos também ocorrem nos balanços dos movimentos de rotação e translação dos astros.

Numa variação crescente e decrescente.


Esta variabilidade está presente no processamento físico e comportamento das partículas, no spin [ rotação] das partículas, energia de ligação e outros fenômenos.


Esta teoria difere da relatividade, pois a relatividade se fundamenta em referências e na variação em relação com espaço e com o tempo. Um bom exemplo é a variação de paralaxe, em que a variação aumenta conforme há um distanciamento entre dois observadores.


Já a teoria da variabilidade trata do fenômeno em si, suas variações, pulsos, e fluxos naturais.



Teoria de graceli da origem da eclíptica – alinhamento e desalinhamento atômico, astronômico e cosmológico.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli


O causa o alinhamento dos astros, do sistema atômico e cosmológico é o magnetismo, que é processado e produzido pela energia do astro, ou sistema atômico.

Levando ao fenômeno da eclíptica, que está presente nas órbitas dos astros, órbita do sistema atômico, e órbita de galáxias e aglomerados.


A rotação também produz um fenômeno de eclipticidade, em que o movimento da inclinação de rotação e balanço da rotação pode ter alinhamento em relação a outros astros.

O processo e fenômeno e de alinhamento ocorrem dentro da faixa [ou] camada graceli.


Logo ao sair da camada [envoltório] o astro tem um breve período de estabilidade, mudando de estabilidade de alinhamento para um desalinhamento crescente.

Quanto mais afastado estiver o astro, ele apresentará um desalinhamento maior. Mas mesmo sendo grande pelo o que já adquiriu, o desalinhamento será decrescente na sua aceleração.


O alinhamento, formato em disco dos sistemas, a eclíptica se deve ao magnetismo presente na camada graceli e produzido pela energia do astro.

O desalinhamento é a inclinação presente em todas as órbitas.

O desalinhamento é crescente nos astros fora da camada graceli, porém a aceleração é decrescente.

E do formato em disco, o sistema passa a ter um formato arredondado.

Por isto que para os astros muito distantes quase não há eclipse.


TEORIA DE GRACELI DE ASTRONOMIA E COSMOLOGIA DA VARIABILIDADE E DA RENOVAVIBILIDADE.
E A ENERGIA NÃO SE CONSERVA.


Autor – Ancelmo Luiz Graceli.


COM ISTO SAÍMOS DE UM UNIVERSO ABSOLUTO POR UM LADO, E RELATIVO POR OUTRO E ENTRAMOS NUM UNIVERSO PRÓPRIO, VARIÁVEL E FLUXONÁRIO E ESTRUTURANTE. FENOMÊNICO [O PRÓPRIO FENÔMENO DETERMINA A SUA NATUREZA]. QUE NASCE E SE DESINTEGRA.

E VARIA ATÉ SUA ÍNFIMA EXISTÊNCIA.

A matéria é infinitamente produzida e destruída. [ver teoria da gracelongênese].

PARECER SOBRE A TEORIA DA GRAVITAÇÃO.

A teoria da gravitação defende que a gravidade faz uma força contraria [ sentido contrario] ao movimento natureza que é ser reto. Envergando constantemente este movimento para que a órbita se torne curva e mantenha o astro em sua órbita.

Ou seja, temos neste ponto dois fatores – um a ação da gravidade como força contrária ao movimento que a teoria defende que seria por natureza retilíneo.

E outra de que o movimento seria por natureza retilíneo.

Ou seja, dois erros numa só defesa.

Primeiro - A natureza do movimento é ser curvo [ toda rotação, e translação é curva [ exosplanetas fora de centros de campos têm translação curva].

Segundo – A causa e origem do movimento se encontram na origem do astro, e que o astro antes de ser uma esfera já possui movimento. Neste caso na forma de anéis. E tem uma origem e causa na energia e na camada e faixa graceli.

E movimentos oscilatórios de gases estão fora de campos e sob a ação de energia, logo, desenvolvem movimentos curvos independentes de campos.

E A TEORIA DA GRAVITAÇÃO E RELATIVIDADE NÃO CONSEGUE FUNDAMENTAR E PREVER ESTES FENÔMENOS.

LEIS ASTRONÔMICAS E COSMOLÓGICAS DE GRACELI.

1- De unidade.
2- De equivalência.
3- De universalidade [cafq].

4- De rotação.
5- De faixas e camada graceli.

6- De acompanhamento.
7- Seguimento.
8- Alinhamento

9-  Desacompanhamento.
10- Desseguimento.
11- Desalinhamento.

12- Inclinacidade.
13- Elipsidade.

14- Desinclinacidade.
15- Deselipsidade.

16- Retrocidade. [ rotacional e translacional]
17- Desretrocidade.

18- E variações e fluxos constante de retrogracidade e desretrocidade.
19- De variações e fluxos.

20- Balanços e oscilações.




Leis.

1-A translação do secundário surge da rotação do primário originado pela faixa e camada graceli.

2-Por isto acontece o seguimento de sentido de movimento entre o primário e o secundário.

3-Como também acontece o decréscimo de aceleração dos dois movimentos do primário e secundário.

4-A rotação, translação, recessão, lateralidade, e outros movimentos são decrescente pelo afastamento da faixa e camada graceli, e pela desintegração de energia do astro, e dentro da camada e faixas graceli.

5-E o decréscimo acontece na mesma proporção de desintegração de energia do astro e da faixa e camada graceli.

6-O seguimento, acompanhamento, e o alinhamento acontecem por causa da faixa e camada graceli que os mantém por um bom tempo.

7-Secundários e terciários que se afastaram muito passam a vagar no espaço, e a produzir movimentos e órbitas irregulares e retrogradas, e rotações inversas. São alguns planetas, satélites, cometas, e exosplanetas.


8-Mas, primeiro saem da faixa e camada graceli e do alinhamento aumentando as inclinações e a excentricidade das elipses.

9-TODO MOVIMENTO É CURVO POR NATUREZA. UMA PROVA DISTO É A ROTAÇÃO DOS ASTROS, E A OSCILAÇÃO DOS GASES. LOGO, NÃO EXISTE MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORME.

As marés não existem por causa da gravitação por causa de vários fenômenos, entre eles a própria temperatura da terra, a temperatura e radiação do sol, e depende também do alinhamento cósmico, no caso da eclíptica.


10-TODO CORPO É CONSTITUÍDO DE ENERGIA, E ENERGIA É IGUAL A MOVIMENTO.

C = E = M.

ISTO PODE SER CONFIRMA COM A ROTAÇÃO, POIS OS MAIORES ASTROS SÃO OS QUE TÊM AS MAIORES VELOCIDADES EQUATORIAIS E MAIOR AFASTAMENTO [ MOVIMENTO DE RECESSÃO]. [ VER TEORIA DE ASTRONOMIA DE GRACELI].

LOGO, SE O MOVIMENTO DEPENDE DA ENERGIA, LOGO, NÃO EXISTE INÉRCIA.


11- Todo movimento decresce com a desintegração de energia do primário e da camada e faixa graceli. Isto acontece com todos os movimentos.

Júpiter é o que tem a maior velocidade equatorial, enquanto plutão, mercúrio e Vênus a menor. Porém mercúrio e Vênus se encontram dento da faixa e camada graceli, e mesmo tendo muita energia têm as menores rotações.

Pois, Vênus e mercúrio sofrem a influencia direta da radiação, temperatura, e energia da camada e faixa graceli solar, por isto suas rotações são ínfimas, mesmo tendo uma enorme energia.

O movimento de recessão [afastamento] de júpiter também é o maior. E plutão tem o menor. Isto se confirma nas experiências e também na distancia alcançadas por cada astro.

Plutão por ter sido o primeiro astro do sistema solar, logo tem mais tempo em desintegração e ser um dos menores em diâmetro, por isto ter muitas irregularidades e pouca velocidade em todos os seus movimentos.



PARA CADA, SITUAÇÃO HÁ VARIÁVEIS PRÓPRIAS.

1- ENERGIA DO PRIMÁRIO E FAIXA E CAMADA GRACELI. Grande excentricidade e grande inclinação, ínfima rotação.

2- DENTRO DA FAIXA E CAMADA GRACELI.  Movimento de lateralidade, e deslocamento para um alinhamento.

3- AO SAIR DA FAIXA E CAMADA GRACELI. Alinhamento [eclíptica máxima], variável de estabilidade temporal, passa de um deslocamento de alinhamento para um deslocamento de desalinhamento.

4- A UM DISTANCIAMENTO MÉDIO DA FAIXA E CAMADA GRACELI E ENERGIA DO ASTRO EM DESINTEGRAÇÃO. O desalinhamento, as inclinações e excentricidade são crescentes. Enquanto desaceleram.


5- A UM DISTANCIAMENTO GRANDE DA ENERGIA DO PRIMÁRIO E DA FAIXA E CAMADA GRACELI DO PRIMÁRIO E ENERGIA E DESINTEGRAÇÃO DO ASTRO.

6-Com todos os movimentos decrescentes, e o desalinhamento, elipse e órbitas retrogradas e rotações inversas crescentes.


12- CONFIRMA-SE NAS TEORIAS COSMOLÓGICAS E GRACELONGÊNESE QUE A MATÉRIA AUMENTA NO UNIVERSO. COM ISTO A ENERGIA NÃO SE CONSERVA ELA SE DESINTEGRA NO PROCESSO, MAS HÁ O PROCESSO DE GRACELONGÊNESE QUE A MATÉRIA E A ENERGIA SÃO PRODUZIDAS E AUMENTADAS.




E também a teoria da gravitação não prova a origem e causa da própria gravidade e do movimento translacional, rotacional e de recessão.

Não prova as fases em que passam as dinâmicas, estruturas, produção e desintegração de energia, órbitas.

Não conseguem prever o alinhamento, acompanhamento, e o seguimento de sentido de movimento de todos os sistemas.

Por que os planetas próximos têm um comportamento orbital e dinâmica [ na fase dentro da faixa e camada graceli].

Outro comportamento ao sair [ fase mediana].

E outro comportamento ao se afastar da faixa e camada graceli.

Não determina a causa do formato e achatamento e numero de satélites de cada astro.

Logo, se a gravitação defende um sistema fixo e absoluto, e a relatividade um sistema relativo a observadores e ao espaço e ao tempo.

AS TEORIAS DE GRACELI DEFENDEM UM SISTEMA [CAFQ] MUTÁVEL, ALTERÁVEL, ESTRUTURANTE, FLUXONÁRIO,  VARIÁVEL E PULSANTE.

RENOVÁVEL COM NOVAS ORIGENS DE MATÉRIA POR FASES DE UNIVERSOS, E DESINTEGRAÇÃO DE MATÉRIA ATÉ À MATÉRIA ESCURA. UM UNIVERSO QUE NÃO SE CONSERVA E NEM A ENERGIA, NÃO É INERCIAL. E POR NATUREZA CURVO. [VER TEORIAS DE GRACELI PUBLICADAS NA INTERNET].

E uma teoria cosmo astro estruturante com causa, origem e efeito.

E se unifica na cafq.

Ou seja, a teoria da gravidade considera o movimento dos astros como algo que já está no cosmo. Como sustenta também que os astros fazem parte do cosmo.

Enquanto as teorias de graceli sustentam e provam que os astros são produções constantes, inclusive o seu movimento.

Ou seja, não é possível o astro ter movimento antes de existir.

O astro ainda na forma de anel já tem movimento.

E não defende uma causa dos movimentos de recessão, rotação, e lateralidade, alinhamento, seguimento de sentido de movimento, e acompanhamento.

Por outro lado a relatividade geral encurvou o espaço para que os astros deslizassem no espaço e pudessem realizar suas órbitas. Transformando o que é física em geometria.

Mas não dá conta dos fenômenos citados nas leis de graceli.

Ou seja, uma teoria não é para fundamentar só uma parte da astronomia, mas toda uma cafq, que engloba todas as dinâmicas, órbitas, alinhamentos, acompanhamento, seguimento, inclinações, formas de astros, etc.

Assim, o movimento tem fases, algumas de grandes acelerações e outras de pequenas desacelerações.

Enquanto o decréscimo se deve ao afastamento da faixa e camada graceli e à desintegração de energia.

O decréscimo se deve ao afastamento da faixa e camada graceli e à desintegração de energia, e não a uma suposta inércia, ou a um atrito com o espaço denso. Pois a rotação que tem pouco atrito também decresce na aceleração.

O mesmo acontece com o desenvolvimento do alinhamento, seguimento, acompanhamento, lateralidade, recessão, inclinacidade e excentricidade.

E os movimentos retrógrados e desretrógrados.

As irregularidades são crescentes, mas as acelerações são decrescentes. Quando os astros estão longe da faixa e camada graceli e já tem um grande potencial de desintegração de energia.

O movimento tem a sua origem durante a sua fase formação [fase de anel] através da rotação e faixa e camada graceli, e energia do secundário.

Depois se mantém através das causas.

1-     Causa da faixa e camada graceli [ primeira fase]
2 – causa camada e faixa graceli e energia do astro [segunda fase].

3- causa – só a energia própria do astro. [Ultima fase].


As teorias da gravitação e relatividade não conseguiram responder a origem e causa dos movimentos e órbitas.

A origem e causa das distancias e suas variações.

A origem e causa do alinhamento e desalinhamento, seguimento, desseguimento, acompanhamento e desacompanhamento, lateralidade, inclinacidade, elipsidade e retrocidade, e inversabilidade do movimento de rotação.

Origem e causa do formato esférico e achatado dos astros.



Assim, com tantos fenômenos não alcançados pela teoria da gravitação e relatividade é bom realçar que a idéia de inércia está relacionada com a força para deslocar um corpo, que é determinada pelo peso, e o peso pela gravidade e massa do corpo.

Quanto mais denso e maior for um corpo maior deve ser  a força para vencer a inércia.

PORÉM, TODO CORPO TEM MATÉRIA, E MATÉRIA É IGUAL A ENERGIA, E ENERGIA É IGUAL A MOVIMENTO NATURAL. [ISTO NA TEORIA DE GRACELI].

Assim, a inércia é a relação entre peso e gravidade de um astro.

Logo, não se pode dizer que um corpo tem massa, mas ele tem energia e movimento próprio. E todo movimento é por natureza curvo.

Logo, não existe inércia e repouso, ou movimento retilíneo.

MAS SIM, ENERGIA, MOVIMENTO PRÓPRIO, E MOVIMENTO CURVILÍNEO.

E A ENERGIA NÃO SE CONSERVA.

COM ISTO SAÍMOS DE UM UNIVERSO ABSOLUTO POR UM LADO, E RELATIVO POR OUTRO E ENTRAMOS NUM UNIVERSO PRÓPRIO, VARIÁVEL E FLUXONÁRIO E ESTRUTURANTE. FENOMÊNICO [O PRÓPRIO FENÔMENO DETERMINA A SUA NATUREZA]. QUE NASCE E SE DESINTEGRA.

E VARIA ATÉ SUA ÍNFIMA EXISTÊNCIA.



ASSIM, O MOVIMENTO DE QUALQUER CORPO FORA DE SISTEMA DE ENERGIA É PROPORCIONAL À SUA PRODUÇÃO DE ENERGIA.




Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.


Teoria de graceli sobre a elipsidade e a deselipsidade [arredondamento] das órbitas.

O processo de formação das elipses e das deselipses [circularidade] se deve  também à energia do astro e da camada graceli do primário e do próprio astro.

E passa pelas mesmas fases da inclinação [ rotacional e translacional].


TEORIA DO UNIVERSO EM CRESCIMENTO pelo processo de gracelongênese..

Autor – Ancelmo Luiz graceli.


Isto prova que o universo está em crescimento [não em relação à expansão, mas em relação ao crescimento de energia, matéria, novas galáxias, novos astros, novos universos].

Pois, o processo de produção e transformação na produção de energia, matéria pelos gracelons é maior do que o sistema de desintegração.

Pois, mesmo havendo a desintegração com o material desintegrado acontece a reintegração formando novos astros menores [secundários e terciários]. [ver teoria do universo fluxonário].

Logo, a quantidade de matéria, astros, energia, galáxias e astros são crescentes. E isto se confirma com a grande quantidade de matéria, astros, galáxias que vemos no espaço.

E a quantidade de planetas, satélites são muito maior do que a de estrelas.

E há universos apagados [sem luz e sem temperatura] lentos e com seus astros dispersos  [sem ser em forma de discos]. Em estágio de latência.

E em estágio de origem em outros pontos do espaço.

Isto rompe com a conservação de energia. Mas, os fatos e a observação devem prevalecer.



UNIVERSOS DE TRANSFORMAÇÃO E TRANSIÇÃO.


Teoria dos gracelons como faixa [camada] graceli.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

Sobre os gracelons na forma de faixa graceli.
Fenômenos e sistemas de fenômenos que formam a faixa graceli [gracelons].

Não é o campo, mas o sistema de energia que forma um envoltório em torno do astro. E sua intensidade e alcance dependem da produção de energia do astro. Logo é decrescente em intensidade.

1-Espaço energético do envoltório [camada de energia, radiação e campos].

2-Campo [principalmente o magnetismo] do espaço energético.
Observação. O campo gravitacional é insignificante para a produção das dinâmicas e das órbitas, pois é muito fraco.

3-A ação do magnetismo se encontra na produção dos anéis em carrear os gases para a faixa do equador. E que servirá para produzir novos secundários.

Também tem função fundamental nas órbitas, nas dinâmicas, e no alinhamento dos sistemas de planetas, satélites e estrelas, produzindo o formato em disco. E a inclinação das órbitas. E o movimento de lateralidade e o movimento de inclinacidade. E é o que produz a eclíptica.

4-Radiação do espaço energético. Que é o que produz o movimento de afastamento dos secundários [ movimento de recessão]. E é o que determina a distancia crescente entre os astros.

5-Pressão do espaço energético, e pressão atmosférica. Ao contrário do que se pensa o espaço tem densidade. É o que produz a esfericidade dos astros. Do contrario eles seriam achatados e irregulares.


Assim, temos a

1-Energeticidade dos energeticuns na produção de energia e elementos químicos. [ ver teoria dos energeticuns na internet].

2-Energia dentro dos astros.

3-Envoltório [camada] de energia nos astros, produzida pela energia do astro [faixa graceli e gracelons].

Teoria dos gracelons.

1-     Massa cósmica que se encontra no centro dos aglomerados e galáxias. Com imensa pulsação r processamento de energia. E expelição de energia e radiação. Magnetismo e pressão sobre o espaço denso. Não é esférico e muda de forma constantemente. Plasma.


2-     Gracelons atmosféricos.
3-     Abrange a camada [faixa] graceli de energia, radiação e campos.
4-     Meio físico de pressão atmosférica. A solar vai até Marte, ou seja, tem aproximadamente 1,5 de alcance de unidade astronômica.

Assim, tem a camada dos satélites, planetários, estelar, galáctico, de aglomerados e a cósmica.


Onde ficam os fenômenos da faixa graceli.

Onde são produzidos os fenômenos de acompanhamento, seguimento do sentido da translação do secundário, alinhamento, elipsidade, formato em isco, esfericidade dos astros, anéis, dinâmicas e órbitas.



Tem alcance limitado e de intensidade e densidade decrescente.

É um meio físico de maior intensidade e densidade, ou seja, o astro não tem o seu limite até a sua extremidade, mas vai além da sua esfericidade.

Ou seja, o limite da terra vai até a sua atmosfera, e além dela.

Há também o gracelon do sistema atômico.

Ou seja, o astro se encontra num sistema, e este sistema em outro, assim até os aglomerados.

Por isto que acontece o acompanhamento do movimento e órbita dos sistemas espaço afora. Por isto que mesmo dependendo da energia o sistema de satélites acompanha o sistema de planetas e estes de estrelas, estes de galáxias, assim infinitamente.

E quando saem da camada gracelon de energia o astro passa a desenvolver movimentos livres, aleatórios, retrógrados, irregulares, com poucas dinâmicas e decrescentes.

Do contrário não haveria o acompanhamento, o seguimento do sentido do movimento e o alinhamento [eclíptica].

Assim, temos dentro da camada graceli o fenômeno da eclipticidade [ produção do alinhamento].

E fora da camada graceli o fenômeno da deseclipticidade. Desacompanhamento. Ficando os astros soltos, livres e com movimentos aleatórios e alguns retrógrados.


Teoria dos sistemas gracelons e suas interações.

A ação entre os gracelons é que faz com os astros e sistemas de astros acompanham os outros sistemas espaço afora.
Ou seja, um sistema se forma dentro do outro, a através da camada graceli possa ocorre os fenômenos citados acima.

Ao sair da camada graceli há ainda por algum tempo o acompanhamento, mas quando fica muito distante da camada graceli, passa a ocorrer o desacompanhamento, o desseguimento do sentido do movimento, a deseclipticidade.


Há cometas e asteróides que entram da camada graceli e saem, mas alguns sofrem alterações em suas órbitas, nas suas caldas e comas, e alguns se desintegram.


Assim, mercúrio, Vênus, terra, e marte têm as suas próprias camadas e se encontram dentro da camada solar [de maior densidade].

E após marte a camada solar já não tem mais tanta intensidade e alcance.

Júpiter está fora da camada graceli.

Nesta concepção o tamanho e alcance do sol são de 1,5 u.a. e vai até marte.


FÓRMULA PARA CAMADA GRACELI.

Diâmetro do astro + a sua energia = alcance e intensidade da camada graceli de energia do astro.

Assim, o que produz a camada é a produção de energia do astro.

Logo, é variável e decrescente.com a desintegração de energia do astro. E é proporcional ao astro [sua produção de energia], ou seja de alcance finito e limitado.

E com intensidade e densidade maior na faixa da eclíptica, por causa do magnetismo.

Não é um campo, mas é um meio de energia.



Assim, a camada [envoltório, faixa] graceli é um meio de energia, campo e pressão sobre os fenômenos e a matéria, produzindo anéis, esferas e deslocamento.

E é um meio mais denso do que a densidade do espaço.

 Na produção de anéis

O gracelon atua na ação de esferificação. Produzindo os astros secundários.
Através da pressão da camada de energia, campos, atmosfera, e espaço denso que são produzindo dentro da camada graceli.
Cálculo para se medir o alcance e intensidade da camada graceli.

Diâmetro + temperatura externa * indica = km de raio.

Do sol.

Diâmetro + temperatura * indica = aproximadamente 1.5 u.a. de raio.

Ou seja, a camada graceli varia conforme o diâmetro e temperatura do astro.

A camada graceli é uma extensão energética do astro e sistema de astro no espaço.

Ou seja, o astro vai além do seu diâmetro.

Produzindo um sistema dentro do outro. Possibilitando que os sistemas produzam o acompanhamento, deslocamento dinâmica, seguimento de sentido de movimentos, e o alinhamento [ em disco]. Como também o fenômeno da eclipticidade, da inclinacidade, e da elipsidade.

Temos, assim, numa só teoria todas as causas, efeitos e previsões.



Conclusão.


Assim, a camada graceli é um prolongamento do astro.

E é produzindo pela produção de energia.

O prolongamento funciona como uma engrenagem onde uma funciona dentro da outra produzindo o acompanhamento dos astros e sistema atômico, de satélites, planetário, estelar, galáctico e cósmico.

E produz o alinhamento e o seguimento do sentido do movimento. O fenômeno da elipsidade, inclinacidade.



E a camada graceli tem funções especificas.

A compressão pelo espaço denso.
Ação de campos e energia na produção do sistema atômico e que produz os elementos químicos [ sistemas de elementos químicos]. Ver teoria dos energeticuns – na internet.

Depois a ação do magnetismo produzindo o alinhamento [ que produz a eclíptica].

Prolongamento dos sistemas e o astro, possibilitando o acompanhamento espaço afora.


Outra forma de camada é a camada interna [dentro do astro].

Assim, em relação ao sol. Este é uma estrela madura [com bom tempo de processamento] e tem dentro de si camadas de energia.



Assim, os gracelons como camada de energia. Também é.

Radiação. Produzindo o movimento de recessão. E com o material servindo para a produção de astros.

1-Energia e seu prolongamento no espaço.
2-Atmosfera.
3-Maior pressão do espaço denso.
4-Pressão Atmosférica.
5-Energia e processamento no espaço.
6-Temperatura elevada e decrescente.
7-Magnetismo interno e no espaço.
8-Pressão de gases, e do espaço denso. Produzindo a esferificação [astros esféricos].
9-Carreamento de materiais pelo magnetismo em direção à eclíptica para formar, anéis e discos.
10-Interação e encaixe dos sistemas produzindo o acompanhamento espaço afora.
11-Ação do magnetismo para produzir os sistemas em discos.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


Teoria graceli de desintegração de energia dos astros.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.
Os astros passam por duas fases.

Uma fase de integração, onde ele é formado pela compressão de material da radiação expelido pelos primários. Que passa pela fase de anéis, discos e esferas.

E depois a fase que já fora da camada graceli ele passa a se desintegrar. Isto ocorre pelo processamento natural de energia, radiação, e temperatura. Onde o astro perde matéria e energia. Perdendo densidade, dinâmicas, e a sua órbita, rotação, movimento de lateralidade passam a aumentar as suas irregularidades.

Ficando o astro com uma variação de inclinacidade, elipsidade, retrogracidade grandes. Mesmo que suas acelerações sejam decrescentes.

Isto está presente nas teorias graceliana.

Do universo fluxonário.
Segunda teoria de cosmologia.
Unificação cosmológica.
Teoria cósmica da gracelongênese.


Teoria graceliana de vários universos e do aumento de matéria.



TEORIA CÓSMICA DA GRACELONGÊNESE.

Teoria da origem e do crescimento do universo pelo processo de gracelons.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2-  Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

 E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.







Teoria cósmica da gracelongênese.

1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2-  Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

 E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.


Assim, a teoria da gracelongênese explica o processo de achatamento e dasachatamento do cosmo.


A recessão [afastamento] e o decréscimo da recessão do cosmo.

Explica as fases em que passam as galáxias, astros, radiação, energia, faixa graceli, matéria e elementos químicos.


Teoria da fluxonalidade de achatamento e desachatamento do cosmo, galáxias, sistemas estelares, e planetários e de satélites.

Ou seja, o cosmo não é fixo.

Universo pré-maturo – de espaço denso e gases.

Universo chato [ plano – pelo efeito magnético da faixa graceli] jovem.

Universo redondo – meia idade – em recessão [ afastamento].

Universo velho – redondo astros sem alinhamento, com pouca dinâmica e sem luz [ ai será encontrada o restante da matéria escura que está faltando no universo, e que se comprova através da pesquisa.


A energia produz o magnetismo. E dentro dos astros e nas galáxias há um anel de densidade maior do que nas extremidades em relação aos pólos.


Teoria da causalidade primária da origem do universo.


Elemento primordial e primário – é o espaço denso.
Processamento – forma causal é o processamento chamado gracelon.

Fornalha – gracelon - onde os elementos passam por um estágio de processamento para se tornar em matéria e energia.


Energia e matéria produzidas pelo elemento primário que é o espaço denso e através do gracelon que é o processamento de espaço denso em matéria.


Assim, se tem a gênese continuada pelo processamento de gracelon.


O formatamento e desformatamento [ achatamento e desachatamento ocorre pelo magnetismo da faixa graceli e gracelons.


Por este caminho fica inviável a conservação de energia – pois ela se desintegra e nasce num processo continuado [ que intitulei processo gracelon].


Neste sistema de universo não inicio nem fim, so um sistema continuado de origem de matéria pelos gracelons, e desintegração de matéria pelo processamento de energia.


Não há um universo com formatos definidos, eles variam conforme o estagio em que se encontram, uns sendo em formato de disco, outros sem formato.

Porem, o espaço não é curvo é sem forma definida.

E o tempo não varia, pois o tempo não existe como coisa em si. Este universo não acontece num espaço e tempo,

Mas sim, acontece num processamento de gracelons, num espaço sem referenciais, e num estágio cosmológico de cada universo.



Explicações possíveis pela teoria da gracelongênese.

Explica a recessão [afastamento cósmico]. Que ocorre pela perca da impulsão inicial da radiação pelo sistema primário que produziu a galáxia, estrela ou planeta.
Pela desintegração de energia dos próprios sistemas, galáxias, astros.


Fundamenta o acompanhamento e desacompanhamento cósmico.

O achatamento em disco e o desachatamento com o afastamento.

O seguimento do sentido da rotação do primário.

A esferificação dos astros.

O paradóxido de Olbers [ por que há luz onde deviria haver escuridão.

A abundância dos elementos leves na natureza e no espaço. [Pois um universo infinitamente velho, os elementos em sua maioria deveriam ser pesados]. Pois isto ocorre por causa do processo continuado e alimentado constantemente. E que elementos pesados podem produzir elementos leves – ver teoria da energeticidade e energeticuns [na internet [teorias graceliana]].

As irregularidades das órbitas.

O que se encontra na ação primeira não pé a gravidade, mas o espaço denso que passa pelo processamento dos gracelons, para se tornar matéria, energia, magnetismo, faixa graceli e os gracelons [1] [2] [3] [4].



Teoria astronômica e física da variabilidade de graceli.


Fundamenta-se em relação ao próprio fenômeno e não em relação à referenciais.

O balanço astronômico, os fluxos e suas variações, as mudanças das elipses e inclinações, variações para movimentos retrógrados, e outros fenômenos.


Universo de mudança eterna.

Assim, o universo é uma constante e infinita produção, desintegração, estruturação. Sempre iniciando e reiniciando. Enquanto ele se desintegra num ponto do espaço, ele se reinicia em outros pontos do espaço.

Logo, isto rompe com a conservação de energia.

A teoria cósmica da gracelongênese não se fundamenta na gravidade, espaço curvo, tempo variável, grande explosão. Mas sim, em espaço denso, energia e gracelons.

Com um universo de processo de achatamento e desachatamento, alinhamento e desalinhamento, elipsidade e deselipsidade.

Por isto que é estruturante e segue fluxos de avanços e voltas.

Com isto os gracelons como agentes e formas de processos são o agente principal do desenvolvimento e processamento do cosmo.

Com isto estamos num universo muito velho, em trilhões de anos do que imaginamos hoje.

Junto com a variabilidade há também a fluxonalidade [ver [na internet] teoria do universo fluxonário estruturante, e os fluxos em que passa os cometas quando entram na faixa graceli].

Teoria da elipsidade, da inclinacidade e da retrogracidade.

Ou seja, o universo e o movimento do cosmo é uma mudança constante, e as inclinações, as elipses, e os movimentos retrógrados estão sempre em mudanças. Aumentando e diminuindo, indo e retornando, seguindo fluxos e avanços progressivos.

Com isto, como existe nos sistemas planetários, satélicos, estelares também ocorre nos sistemas galácticos e cósmicos.

Com universos que passam por fases e formas, como também por estágios químicos e de processamentos de energia.


Sobre o formato do cosmo.

O universo não é achatado, mas a disposição em que passa uma fase dos astros que o compõe forma um sistema na forma de disco. E que ao ficar velho vão ser dispersos, formando um sistema arredondado.


Um universo de gases é jovem.
Um universo chato é de idade mediana.
Um universo com galáxias espalhadas e movimento lento é infinitamente velho.

Assim, não é o espaço que é chato ou que expande, e isto não ocorre pela gravidade ou grandes explosões, mas sim pela energia e faixa graceli e gracelons que produz o deslocamento da matéria e o formato em que os sistemas passam.

Assim, o espaço não tem forma, não é chato e nem curvo.

Assim, o universo que defendo e fundamento em minhas teorias é o universo de energia, materialidade e mudanças constante, renovações e desintegrações. E não conservações de energia.

O espaço não tem fim [ limite]. E a matéria termina e outras surgem do espaço denso que passa pelos processos dos gracelons.

O tempo não existe como coisa em si.


Por este caminho graceliano se encontra se encontra as origens, causas, feitos, unidades, homogeneidade, previsibilidade, e um a relação, universalidade e unidade.

E também a forma das galáxias, o acompanhamento, e a distribuição e abundância dos elementos leves em todo o cosmo. Ou seja, um universo infinitamente velho consegue ter a grande quantidade de elementos leves. Ver teoria dos energeticuns na internet.

Por que há a mesma radiação cósmica em todas as partes do universo.

E a fundamentação da matéria escura ainda não encontrada. Pois um universo muito velho não produzirá temperatura e luz. Mas poderá ser detectado por sistemas de radiação cósmica.


Gracelongênese.

1-Processo continuado.
2=Processo continuado e alimentado constantemente por espaço denso.
3-É o processamento que ocorre no centro das galáxias e aglomerados.



Os agentes e os limites do universo são determinados pelos gracelons, energia, e matéria. E não por um falso espaço curvo e pelo tempo [um tempo que não existe como coisa em si].


Teoria cósmica da alimentação.

Na teoria cósmica de processos continuados, em que os gracelons [fornalha cósmica na produção da matéria, energia e elementos, e que processam o espaço denso para produzir matéria, energia e elementos químicos].

Este processo recebe continuadamente fases adiantadas de processamento de espaço denso. E com este material em adiantado estagio físico e químico alimenta os gracelons [ processamento e núcleo de galáxias e aglomerados].

Ou seja, no cosmo há um processo de alimentação continuada, e um processo continuado de produção de matéria, energia, elementos e astros.

Por isto que há um crescimento na quantidade dos astros, elementos e galáxias no espaço.

E que passa por dois processos –

O primário que é pelos gracelons como foi visto acima.

O secundário – que é pelo processo de desintegração e reintegração [ver teoria do universo fluxonário estruturante – na internet].


Assim, há um processo de alimentação continuada para haver o crescimento de matéria, energia e astros do cosmo.

Este processo de alimentação e continuação também ocorre no sistema atômico, onde há a alimentação de energia e ínfimas partículas e fótons de radiação para que o sistema atômico na produção dos elementos tenha um processo de continuidade, para que haja transformação de elementos leves em pesados e pesados em leves.

Ou seja, se em todo processo há perca de energia e matéria, logo para que o processo se mantenha e não diminua tem que haver um processo de alimentação continuado.


E isto possibilita que num universo infinitamente velho tenha mais elementos leves do que pesados.

Observação. Numa teoria de estágio cósmico estamos num universo jovem, mesmo já sendo muito velho.

Pois, nos quatro estágios de universo somos jovens.

1-Pois, há os primários e iniciais – só de gases.

2-Os jovens – gases leves em abundancia, pesados, galáxias e astros esferificados, em forma de disco para dispersos. Poucos movimentos retrógrados.

3-Os medianos e maduros – dispersos e com pouca energia e luz no cosmo. Muitos movimentos retrógrados. Lentos. Elementos leves e pesados.

4-Os finais – muito lentos, dispersos, movimentos retrógrados, sem forma, sem luz, calor, temperatura muito baixa, estágio final de desintegração. Elementos pesados em abundância.

Assim, mesmo estando num universo muito velho [trilhões de anos mais do que imaginamos hoje, este universo que estamos ainda é jovem].

Continuando –

Os próprios gracelons são alimentados para processar novas matérias para suprir o cosmo de novos elementos, energia, luz, temperatura, radiação, galáxias, estrelas, e gracelons, dinâmicas, formas e cores.



Conclusão. Cosmofísica de gracelons.

ORIGEM DE UNIVERSO CONTINUADO.

Ele se reabastece e se renova o todo o momento. Pois, o material que ele expele para formar as galáxias e esferas são renováveis, ele adquire do espaço denso, que vai se transformar em energia e matéria. Pois, o sistema de gracelons [ fornalha e processamento] no núcleo das galáxias transforma espaço denso em energia e energia em matéria.

Como é visto aqui há três estágios básicos e fundamentais da natureza.

O primeiro e primário que é o espaço denso.
O segundo a energia.
E o terceiro a matéria, que é um estado menos energético e mais sólido da energia e espaço denso.

Espaço denso = energia = matéria.



Assim, há vários universos e todos em estágios diferentes. 


E cada universo tem uma continuação no seu processo de origem, que ocorre pelo sistema de gracelons [ transformação de espaço denso em energia, e de energia em matéria, astros e galáxias].

E seguem um fluxo estruturante [ de primários para secundários – ver teoria do universo fluxonário].



TEORIA DO UNIVERSO EM CRESCIMENTO pelo processo de gracelongênese..

Isto prova que o universo está em crescimento [não em relação à expansão, mas em relação ao crescimento de energia, matéria, novas galáxias, novos astros, novos universos].

Pois, o processo de produção e transformação na produção de energia, matéria pelos gracelons é maior do que o sistema de desintegração.

Pois, mesmo havendo a desintegração com o material desintegrado acontece a reintegração formando novos astros menores [secundários e terciários]. [ver teoria do universo fluxonário].

Logo, a quantidade de matéria, astros, energia, galáxias e astros são crescentes. E isto se confirma com a grande quantidade de matéria, astros, galáxias que vemos no espaço.

E a quantidade de planetas, satélites são muito maior do que a de estrelas.

E há universos apagados [ sem luz e sem temperatura] lentos e com seus astros dispersos  [sem ser em forma de discos]. Em estágio de latência.

E em estágio de origem em outros pontos do espaço.

Isto rompe com a conservação de energia. Mas, os fatos e a observação devem prevalecer.


Cosmofísica três.

Nascimento continuado, alimentação continuada, desintegração e reintegração continuada [ fluxos]..



Assim, os gracelons que formam o cento dos aglomerados produzem constantemente galáxias e estrelas, e mais próximo dos gracelons ocorre uma maior velocidade de recessão [ afastamento do primário], mas também é pequeno se comparado com a velocidade de translação e de rotação.


Como o sistema solar ou planetário, o secundário tem uma grande velocidade de translação que consegue percorrer milhões de quilômetros por ano, enquanto que a velocidade de recessão apenas alguns metros [ ou centímetros] por ano.

Isto parece pouco, mas é o que determina o distanciamento progressivo entre os astros e galáxias.

E isto também ocorre com as galáxias.



TEORIA DO NASCIMENTO, MORTE E FLUXO CONTINUADO POR GRACELONS.


O núcleo dos aglomerados em seu estagio primário absorve espaço denso e o transformam em energia, e depois em matéria, elementos, radiação, galáxias e astros.


Ou seja, os gracelons das galáxias e aglomerados absorvem constantemente espaço denso que se transforma em energia, plasma e matéria mais densificada e com forma variada e indefinida.


Conclusão dois.

Há três tipos [categorias] de gracelons.

Primário – o de aglomerados e galáxias – em plasma e com grandes variações de formas, onde a matéria é processada e originada.

Secundário – é o próprio sistema de processamento que transforma espaço denso em energia, [plasma] e matéria.

Terciário – [faixa graceli] sistema de energia no espaço com alcance e intensidade decrescente e proporcional a energia produzida pelo astro ou sistemas de astros. E que produz o achatamento, seguimento de sentido de movimento, elipsidade, e acompanhamento do astro e sistema de astros no espaço afora. E produz a órbita do astro quando dentro da faixa graceli.

Sendo que o que produz o achatamento da órbita e formato é o magnetismo do primário.

E o que produz seguimento do sentido da translação do secundário é o sentido da rotação do primário. [A translação do secundário é um prolongamento da rotação do primário].

E o que produz o afastamento [movimento de recessão] é a impulsão da radiação do primário.

A elipse também depende dos fenômenos e energia da faixa graceli.

O acompanhamento espaço afora é que a faixa graceli forma um sistema de energia, e que faz com que os secundários enquanto dentro da faixa graceli, ou ainda sob a ação que lhe foi imposta passam a agir sobre os secundários. Por isto que há o acompanhamento.

Mas ao sair da faixa graceli e da influência da faixa o astro passa a desenvolver a sua própria órbita. Ficando mais lento progressivamente conforme desintegra a sua energia, passa a aumentar a sua inclinação e elipse, e a desenvolver um movimento retrógrado em relação a outros astros [isto se confirma nos exosplanetas].



ASSIM,

1-Para um universo de origem constante continuada, este universo não teve origem no tempo e na matéria. Ou seja, ele é infinito e sem limites.

2-Para um cosmo de vários universos em fases e estágios, este universo não tem origem no tempo e nem no espaço.

3-Para um universo de origem fluxonária e estruturante, este universo não tem origem no tempo, no espaço, na matéria. E sim no processamento e nos fluxos que ocorre a partir do espaço denso, e que produz a estruturação, formatamento e desformatamento do universo.

ASSIM, TEMOS COSMO DE ORIGEM CONSTANTE E CONTINUADA.

EM VÁRIOS ESTÁGIOS E FASES.

E QUE SEGUEM FLUXOS ESTRUTURANTES [DE DESINTEGRAÇÃO E REINTEGRAÇÃO, FORMATAMENTO E DESFORMATAMENTO].


Assim, pode-se encontrar universos em vários estágios e fases.

1-Iniciais – em forma de gases.

2-Jovens – em esferas, gases e em formato orbital em discos. Formato de sistemas onde uns acompanham os outros. Onde estamos.

3-Maduros – esferas sem luz e temperatura, dispersos, lentos.

4 Fase final – muito lentos, quase parados, dispersos e sem formato de órbitas. Sem luz e temperatura. Isto responde pela matéria escura tanto procura.


Com isto.
1-Com isto temos um cosmo de vários universos.

2-De origem continuada e alimentada por espaço denso.
3-Fluxos estruturantes e desintegrantes.
4-Universo de processamento e transformação da energia, da matéria, de elementos, astros e galáxias.

5-E a base não é o espaço e nem o tempo, mas os gracelons, energia e o processamento.

Estes cinco pilares formam a base do cosmo.


Pois, segue uma origem continuada e alimentada, onde os gracelons modifica o espaço denso em energia, matéria, plasma e elementos.


Assim, os núcleos das estrelas não apagam repentinamente por estarem sendo abastecidos constantemente, produzindo um universo crescente em quantidade de energia, matéria e novos elementos.

Confirma-se que o núcleo atômico no sistema atômico de produção de energia também é abastecido por energia que vem de fora.


Assim, a física, a química, cosmologia de graceli não trabalha a dureza da matéria, ou a indeterminação quântica, mas a invariabilidade da energia e o seu processamento. Não é um universo fixo e de estruturas, mas variável e de produção de energia e crescimento cósmico com seus fluxos.

A física de graceli é a física da energeticidade, unidade, universalidade, variabilidade do próprio fenômeno.

E a química é a química que se unifica com a física. E física, química, astronomia e cosmologia tornam-se uma só coisa [unicidade graceliana].

Os gracelons, espaço denso e energia são os agentes principais.

E toda a química, física, cosmologia e astronomia se unificam por energia.
Todos os fenômenos de alguma forma são variáveis e desenvolvem fluxos.

Um átomo não é uma partícula, mas um sistema em e de produção de energia [ver teoria dos energeticuns]. Ou seja, a química é física e a física é a química.

O mesmo acontece com as partículas, a luz, astros, galáxias e o cosmo.

É um cosmo em que o determinante não é a estrutura, a forma, a massa, a pseudo curvatura do espaço, a gravidade, ma a energia que produz o astro e a sua dinâmica e órbita. O mesmo vale para os sistemas de galáxias, e o sistema atômico.


O vazio é maior do que o cheio. E o cheio é produzido pela energia.

Onde os elementos são produzidos por processamento de energia, onde elementos leves são transformados em pesados e pesados são transformados em leves [ver teoria dos energeticuns de graceli – na internet].

Isto explica porque quando um elétron pula de uma camada para outra expele um fóton de luz.

Onde a energia produz o magnetismo, e o magnetismo produz os anéis dos astros, com o material da atmosfera e da radiação expelida pelo astro.

Os secundários são produzidos pelo material dos anéis, e pela ação dos gracelons e faixa graceli. Isto é provado pelos anéis e pelo achatamento equatorial dos secundários.


Assim a física de graceli não é a física de estruturas, mas de energia, não é em relação a referenciais e à observadores.

Mas sim, de processamento em que as estruturas não passam de pacotes de sistemas de produção de energia, em que a física e a química é uma só coisa.

E isto faz com que os elementos, átomos, astros, e o cosmo venham a existir.

E abre uma nova perspectiva na ciência. A estruturalidade, variabilidade, fluxonalidade, unicidade e energeticidade.



TEORIA CÓSMICA DA GRACELONGÊNESE.

Teoria da origem e do crescimento do universo pelo processo de gracelons.


Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2-  Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

 E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.







Teoria cósmica da gracelongênese.

1 - Processo de produção continuada e alimentada constantemente por espaço denso que transforma em energia, matéria, elementos e astros. Fazendo com que o universo esteja constantemente em produção.

2-  Gracelon é o processo de produção continuada e alimentada constantemente.

3- É o centro cósmico onde a matéria é produzida. Num universo sem forma definida.

4- É a camada de energia que envolve um astro com alcance e densidade que varia conforme a produção de energia do astro.

E que forma um sistema entre os gracelons [ no caso aqui é a faixa graceli], e que possibilita o acompanhamento cósmico dos secundário aos primários.

Os gracelons que formam é a faixa graceli produz o acompanhamento, o seguimento do sentido da rotação do primário, o anelamento [ fase de anéis], e a esferificação pela compressão do espaço denso e compressão da atmosfera. E o centro eclíptico graceliano [ que produz o movimento de lateralidade].

Este gracelon tem alcance variável à produção de energia. Enquanto que da terra é de alguns milhares de quilômetros. O do sol chega a uma e meia unidade astronômica [próxima a marte].


Teoria da causalidade.

A quantidade de matéria está em crescimento, logo há uma produção constante de matéria e energia no universo. E enquanto umas são estruturadas e servem na produção de novos astros e galáxias, outras estão em desintegração.

O espaço não é um vazio absoluto, ele tem densidade. Prova disto é a propagação do som, da luz. E quando há um estrondo por bombas produz-se um vácuo momentâneo naquele espaço.

O espaço denso difere do éter. Pois o éter seria um elemento que encheria o espaço. Já o espaço denso é o próprio espaço com densidade.


Teoria do achatamento cósmico.

A faixa graceli magnética cósmica produz o achatamento do cosmo, das galáxias, dos sistemas de estrelas, sistemas de planetas e sistemas de satélites.

A fase dos anéis.

 E da o formato de achatamento nos astros após passar pela fase de anéis.

Ao sair desta faixa inicia o processo de desatachamento e desacompanhamento, e inicia as irregularidades e os movimentos retrógrados.

E a faixa graceli compressiva produz a esferificação.


Assim, a teoria da gracelongênese explica o processo de achatamento e dasachatamento do cosmo.


A recessão [afastamento] e o decréscimo da recessão do cosmo.

Explica as fases em que passam as galáxias, astros, radiação, energia, faixa graceli, matéria e elementos químicos.


Teoria da fluxonalidade de achatamento e desachatamento do cosmo, galáxias, sistemas estelares, e planetários e de satélites.

Ou seja, o cosmo não é fixo.

Universo pré-maturo – de espaço denso e gases.

Universo chato [ plano – pelo efeito magnético da faixa graceli] jovem.

Universo redondo – meia idade – em recessão [ afastamento].

Universo velho – redondo astros sem alinhamento, com pouca dinâmica e sem luz [ ai será encontrada o restante da matéria escura que está faltando no universo, e que se comprova através da pesquisa.


A energia produz o magnetismo. E dentro dos astros e nas galáxias há um anel de densidade maior do que nas extremidades em relação aos pólos.


Teoria da causalidade primária da origem do universo.


Elemento primordial e primário – é o espaço denso.
Processamento – forma causal é o processamento chamado gracelon.

Fornalha – gracelon - onde os elementos passam por um estágio de processamento para se tornar em matéria e energia.


Energia e matéria produzidas pelo elemento primário que é o espaço denso e através do gracelon que é o processamento de espaço denso em matéria.


Assim, se tem a gênese continuada pelo processamento de gracelon.


O formatamento e desformatamento [ achatamento e desachatamento ocorre pelo magnetismo da faixa graceli e gracelons.


Por este caminho fica inviável a conservação de energia – pois ela se desintegra e nasce num processo continuado [ que intitulei processo gracelon].


Neste sistema de universo não inicio nem fim, so um sistema continuado de origem de matéria pelos gracelons, e desintegração de matéria pelo processamento de energia.


Não há um universo com formatos definidos, eles variam conforme o estagio em que se encontram, uns sendo em formato de disco, outros sem formato.

Porem, o espaço não é curvo é sem forma definida.

E o tempo não varia, pois o tempo não existe como coisa em si. Este universo não acontece num espaço e tempo,

Mas sim, acontece num processamento de gracelons, num espaço sem referenciais, e num estágio cosmológico de cada universo.



Explicações possíveis pela teoria da gracelongênese.

Explica a recessão [afastamento cósmico]. Que ocorre pela perca da impulsão inicial da radiação pelo sistema primário que produziu a galáxia, estrela ou planeta.
Pela desintegração de energia dos próprios sistemas, galáxias, astros.


Fundamenta o acompanhamento e desacompanhamento cósmico.

O achatamento em disco e o desachatamento com o afastamento.

O seguimento do sentido da rotação do primário.

A esferificação dos astros.

O paradóxido de Olbers [ por que há luz onde deviria haver escuridão.

A abundância dos elementos leves na natureza e no espaço. [Pois um universo infinitamente velho, os elementos em sua maioria deveriam ser pesados]. Pois isto ocorre por causa do processo continuado e alimentado constantemente. E que elementos pesados podem produzir elementos leves – ver teoria da energeticidade e energeticuns [na internet [teorias graceliana]].

As irregularidades das órbitas.

O que se encontra na ação primeira não pé a gravidade, mas o espaço denso que passa pelo processamento dos gracelons, para se tornar matéria, energia, magnetismo, faixa graceli e os gracelons [1] [2] [3] [4].



Teoria astronômica e física da variabilidade de graceli.


Fundamenta-se em relação ao próprio fenômeno e não em relação à referenciais.

O balanço astronômico, os fluxos e suas variações, as mudanças das elipses e inclinações, variações para movimentos retrógrados, e outros fenômenos.


Universo de mudança eterna.

Assim, o universo é uma constante e infinita produção, desintegração, estruturação. Sempre iniciando e reiniciando. Enquanto ele se desintegra num ponto do espaço, ele se reinicia em outros pontos do espaço.

Logo, isto rompe com a conservação de energia.

A teoria cósmica da gracelongênese não se fundamenta na gravidade, espaço curvo, tempo variável, grande explosão. Mas sim, em espaço denso, energia e gracelons.

Com um universo de processo de achatamento e desachatamento, alinhamento e desalinhamento, elipsidade e deselipsidade.

Por isto que é estruturante e segue fluxos de avanços e voltas.

Com isto os gracelons como agentes e formas de processos são o agente principal do desenvolvimento e processamento do cosmo.

Com isto estamos num universo muito velho, em trilhões de anos do que imaginamos hoje.

Junto com a variabilidade há também a fluxonalidade [ver [na internet] teoria do universo fluxonário estruturante, e os fluxos em que passa os cometas quando entram na faixa graceli].

Teoria da elipsidade, da inclinacidade e da retrogracidade.

Ou seja, o universo e o movimento do cosmo é uma mudança constante, e as inclinações, as elipses, e os movimentos retrógrados estão sempre em mudanças. Aumentando e diminuindo, indo e retornando, seguindo fluxos e avanços progressivos.

Com isto, como existe nos sistemas planetários, satélicos, estelares também ocorre nos sistemas galácticos e cósmicos.

Com universos que passam por fases e formas, como também por estágios químicos e de processamentos de energia.


Sobre o formato do cosmo.

O universo não é achatado, mas a disposição em que passa uma fase dos astros que o compõe forma um sistema na forma de disco. E que ao ficar velho vão ser dispersos, formando um sistema arredondado.


Um universo de gases é jovem.
Um universo chato é de idade mediana.
Um universo com galáxias espalhadas e movimento lento é infinitamente velho.

Assim, não é o espaço que é chato ou que expande, e isto não ocorre pela gravidade ou grandes explosões, mas sim pela energia e faixa graceli e gracelons que produz o deslocamento da matéria e o formato em que os sistemas passam.

Assim, o espaço não tem forma, não é chato e nem curvo.

Assim, o universo que defendo e fundamento em minhas teorias é o universo de energia, materialidade e mudanças constante, renovações e desintegrações. E não conservações de energia.

O espaço não tem fim [ limite]. E a matéria termina e outras surgem do espaço denso que passa pelos processos dos gracelons.

O tempo não existe como coisa em si.


Por este caminho graceliano se encontra se encontra as origens, causas, feitos, unidades, homogeneidade, previsibilidade, e um a relação, universalidade e unidade.

E também a forma das galáxias, o acompanhamento, e a distribuição e abundância dos elementos leves em todo o cosmo. Ou seja, um universo infinitamente velho consegue ter a grande quantidade de elementos leves. Ver teoria dos energeticuns na internet.

Por que há a mesma radiação cósmica em todas as partes do universo.

E a fundamentação da matéria escura ainda não encontrada. Pois um universo muito velho não produzirá temperatura e luz. Mas poderá ser detectado por sistemas de radiação cósmica.


Gracelongênese.

1-Processo continuado.
2=Processo continuado e alimentado constantemente por espaço denso.
3-É o processamento que ocorre no centro das galáxias e aglomerados.



Os agentes e os limites do universo são determinados pelos gracelons, energia, e matéria. E não por um falso espaço curvo e pelo tempo [um tempo que não existe como coisa em si].


Teoria cósmica da alimentação.

Na teoria cósmica de processos continuados, em que os gracelons [fornalha cósmica na produção da matéria, energia e elementos, e que processam o espaço denso para produzir matéria, energia e elementos químicos].

Este processo recebe continuadamente fases adiantadas de processamento de espaço denso. E com este material em adiantado estagio físico e químico alimenta os gracelons [ processamento e núcleo de galáxias e aglomerados].

Ou seja, no cosmo há um processo de alimentação continuada, e um processo continuado de produção de matéria, energia, elementos e astros.

Por isto que há um crescimento na quantidade dos astros, elementos e galáxias no espaço.

E que passa por dois processos –

O primário que é pelos gracelons como foi visto acima.

O secundário – que é pelo processo de desintegração e reintegração [ver teoria do universo fluxonário estruturante – na internet].


Assim, há um processo de alimentação continuada para haver o crescimento de matéria, energia e astros do cosmo.

Este processo de alimentação e continuação também ocorre no sistema atômico, onde há a alimentação de energia e ínfimas partículas e fótons de radiação para que o sistema atômico na produção dos elementos tenha um processo de continuidade, para que haja transformação de elementos leves em pesados e pesados em leves.

Ou seja, se em todo processo há perca de energia e matéria, logo para que o processo se mantenha e não diminua tem que haver um processo de alimentação continuado.


E isto possibilita que num universo infinitamente velho tenha mais elementos leves do que pesados.

Observação. Numa teoria de estágio cósmico estamos num universo jovem, mesmo já sendo muito velho.

Pois, nos quatro estágios de universo somos jovens.

1-Pois, há os primários e iniciais – só de gases.

2-Os jovens – gases leves em abundancia, pesados, galáxias e astros esferificados, em forma de disco para dispersos. Poucos movimentos retrógrados.

3-Os medianos e maduros – dispersos e com pouca energia e luz no cosmo. Muitos movimentos retrógrados. Lentos. Elementos leves e pesados.

4-Os finais – muito lentos, dispersos, movimentos retrógrados, sem forma, sem luz, calor, temperatura muito baixa, estágio final de desintegração. Elementos pesados em abundância.

Assim, mesmo estando num universo muito velho [trilhões de anos mais do que imaginamos hoje, este universo que estamos ainda é jovem].

Continuando –

Os próprios gracelons são alimentados para processar novas matérias para suprir o cosmo de novos elementos, energia, luz, temperatura, radiação, galáxias, estrelas, e gracelons, dinâmicas, formas e cores.



Conclusão. Cosmofísica de gracelons.

ORIGEM DE UNIVERSO CONTINUADO.

Ele se reabastece e se renova o todo o momento. Pois, o material que ele expele para formar as galáxias e esferas são renováveis, ele adquire do espaço denso, que vai se transformar em energia e matéria. Pois, o sistema de gracelons [ fornalha e processamento] no núcleo das galáxias transforma espaço denso em energia e energia em matéria.

Como é visto aqui há três estágios básicos e fundamentais da natureza.

O primeiro e primário que é o espaço denso.
O segundo a energia.
E o terceiro a matéria, que é um estado menos energético e mais sólido da energia e espaço denso.

Espaço denso = energia = matéria.



Assim, há vários universos e todos em estágios diferentes. 


E cada universo tem uma continuação no seu processo de origem, que ocorre pelo sistema de gracelons [ transformação de espaço denso em energia, e de energia em matéria, astros e galáxias].

E seguem um fluxo estruturante [ de primários para secundários – ver teoria do universo fluxonário].



TEORIA DO UNIVERSO EM CRESCIMENTO pelo processo de gracelongênese..

Isto prova que o universo está em crescimento [não em relação à expansão, mas em relação ao crescimento de energia, matéria, novas galáxias, novos astros, novos universos].

Pois, o processo de produção e transformação na produção de energia, matéria pelos gracelons é maior do que o sistema de desintegração.

Pois, mesmo havendo a desintegração com o material desintegrado acontece a reintegração formando novos astros menores [secundários e terciários]. [ver teoria do universo fluxonário].

Logo, a quantidade de matéria, astros, energia, galáxias e astros são crescentes. E isto se confirma com a grande quantidade de matéria, astros, galáxias que vemos no espaço.

E a quantidade de planetas, satélites são muito maior do que a de estrelas.

E há universos apagados [ sem luz e sem temperatura] lentos e com seus astros dispersos  [sem ser em forma de discos]. Em estágio de latência.

E em estágio de origem em outros pontos do espaço.

Isto rompe com a conservação de energia. Mas, os fatos e a observação devem prevalecer.


Cosmofísica três.

Nascimento continuado, alimentação continuada, desintegração e reintegração continuada [ fluxos]..



Assim, os gracelons que formam o cento dos aglomerados produzem constantemente galáxias e estrelas, e mais próximo dos gracelons ocorre uma maior velocidade de recessão [ afastamento do primário], mas também é pequeno se comparado com a velocidade de translação e de rotação.


Como o sistema solar ou planetário, o secundário tem uma grande velocidade de translação que consegue percorrer milhões de quilômetros por ano, enquanto que a velocidade de recessão apenas alguns metros [ ou centímetros] por ano.

Isto parece pouco, mas é o que determina o distanciamento progressivo entre os astros e galáxias.

E isto também ocorre com as galáxias.



TEORIA DO NASCIMENTO, MORTE E FLUXO CONTINUADO POR GRACELONS.


O núcleo dos aglomerados em seu estagio primário absorve espaço denso e o transformam em energia, e depois em matéria, elementos, radiação, galáxias e astros.


Ou seja, os gracelons das galáxias e aglomerados absorvem constantemente espaço denso que se transforma em energia, plasma e matéria mais densificada e com forma variada e indefinida.


Conclusão dois.

Há três tipos [categorias] de gracelons.

Primário – o de aglomerados e galáxias – em plasma e com grandes variações de formas, onde a matéria é processada e originada.

Secundário – é o próprio sistema de processamento que transforma espaço denso em energia, [plasma] e matéria.

Terciário – [faixa graceli] sistema de energia no espaço com alcance e intensidade decrescente e proporcional a energia produzida pelo astro ou sistemas de astros. E que produz o achatamento, seguimento de sentido de movimento, elipsidade, e acompanhamento do astro e sistema de astros no espaço afora. E produz a órbita do astro quando dentro da faixa graceli.

Sendo que o que produz o achatamento da órbita e formato é o magnetismo do primário.

E o que produz seguimento do sentido da translação do secundário é o sentido da rotação do primário. [A translação do secundário é um prolongamento da rotação do primário].

E o que produz o afastamento [movimento de recessão] é a impulsão da radiação do primário.

A elipse também depende dos fenômenos e energia da faixa graceli.

O acompanhamento espaço afora é que a faixa graceli forma um sistema de energia, e que faz com que os secundários enquanto dentro da faixa graceli, ou ainda sob a ação que lhe foi imposta passam a agir sobre os secundários. Por isto que há o acompanhamento.

Mas ao sair da faixa graceli e da influência da faixa o astro passa a desenvolver a sua própria órbita. Ficando mais lento progressivamente conforme desintegra a sua energia, passa a aumentar a sua inclinação e elipse, e a desenvolver um movimento retrógrado em relação a outros astros [isto se confirma nos exosplanetas].



ASSIM,

1-Para um universo de origem constante continuada, este universo não teve origem no tempo e na matéria. Ou seja, ele é infinito e sem limites.

2-Para um cosmo de vários universos em fases e estágios, este universo não tem origem no tempo e nem no espaço.

3-Para um universo de origem fluxonária e estruturante, este universo não tem origem no tempo, no espaço, na matéria. E sim no processamento e nos fluxos que ocorre a partir do espaço denso, e que produz a estruturação, formatamento e desformatamento do universo.

ASSIM, TEMOS COSMO DE ORIGEM CONSTANTE E CONTINUADA.

EM VÁRIOS ESTÁGIOS E FASES.

E QUE SEGUEM FLUXOS ESTRUTURANTES [DE DESINTEGRAÇÃO E REINTEGRAÇÃO, FORMATAMENTO E DESFORMATAMENTO].


Assim, pode-se encontrar universos em vários estágios e fases.

1-Iniciais – em forma de gases.

2-Jovens – em esferas, gases e em formato orbital em discos. Formato de sistemas onde uns acompanham os outros. Onde estamos.

3-Maduros – esferas sem luz e temperatura, dispersos, lentos.

4 Fase final – muito lentos, quase parados, dispersos e sem formato de órbitas. Sem luz e temperatura. Isto responde pela matéria escura tanto procura.


Com isto.
1-Com isto temos um cosmo de vários universos.

2-De origem continuada e alimentada por espaço denso.
3-Fluxos estruturantes e desintegrantes.
4-Universo de processamento e transformação da energia, da matéria, de elementos, astros e galáxias.

5-E a base não é o espaço e nem o tempo, mas os gracelons, energia e o processamento.

Estes cinco pilares formam a base do cosmo.


Pois, segue uma origem continuada e alimentada, onde os gracelons modifica o espaço denso em energia, matéria, plasma e elementos.


Assim, os núcleos das estrelas não apagam repentinamente por estarem sendo abastecidos constantemente, produzindo um universo crescente em quantidade de energia, matéria e novos elementos.

Confirma-se que o núcleo atômico no sistema atômico de produção de energia também é abastecido por energia que vem de fora.


Assim, a física, a química, cosmologia de graceli não trabalha a dureza da matéria, ou a indeterminação quântica, mas a invariabilidade da energia e o seu processamento. Não é um universo fixo e de estruturas, mas variável e de produção de energia e crescimento cósmico com seus fluxos.

A física de graceli é a física da energeticidade, unidade, universalidade, variabilidade do próprio fenômeno.

E a química é a química que se unifica com a física. E física, química, astronomia e cosmologia tornam-se uma só coisa [unicidade graceliana].

Os gracelons, espaço denso e energia são os agentes principais.

E toda a química, física, cosmologia e astronomia se unificam por energia.
Todos os fenômenos de alguma forma são variáveis e desenvolvem fluxos.

Um átomo não é uma partícula, mas um sistema em e de produção de energia [ver teoria dos energeticuns]. Ou seja, a química é física e a física é a química.

O mesmo acontece com as partículas, a luz, astros, galáxias e o cosmo.

É um cosmo em que o determinante não é a estrutura, a forma, a massa, a pseudo curvatura do espaço, a gravidade, ma a energia que produz o astro e a sua dinâmica e órbita. O mesmo vale para os sistemas de galáxias, e o sistema atômico.


O vazio é maior do que o cheio. E o cheio é produzido pela energia.

Onde os elementos são produzidos por processamento de energia, onde elementos leves são transformados em pesados e pesados são transformados em leves [ver teoria dos energeticuns de graceli – na internet].

Isto explica porque quando um elétron pula de uma camada para outra expele um fóton de luz.

Onde a energia produz o magnetismo, e o magnetismo produz os anéis dos astros, com o material da atmosfera e da radiação expelida pelo astro.

Os secundários são produzidos pelo material dos anéis, e pela ação dos gracelons e faixa graceli. Isto é provado pelos anéis e pelo achatamento equatorial dos secundários.


Assim a física de graceli não é a física de estruturas, mas de energia, não é em relação a referenciais e à observadores.

Mas sim, de processamento em que as estruturas não passam de pacotes de sistemas de produção de energia, em que a física e a química é uma só coisa.

E isto faz com que os elementos, átomos, astros, e o cosmo venham a existir.

E abre uma nova perspectiva na ciência. A estruturalidade, variabilidade, fluxonalidade, unicidade e energeticidade.


















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