domingo, 19 de setembro de 2010




SISTEMA GRACELI DE INTERAÇÃO DE ENERGIA.


Interação de energia dos sistemas.

A produção de energia de todo sistema produz a interação de entre as partes e no espaço entre as partes.

Com isto faz com que todo o sistema produza sua dinâmica e órbita no espaço.

E que todo satélite possa acompanhar a translação do seu primário [planeta] no espaço.

E se toda dinâmica decresce na mesma proporção da desintegração de energia, logo não existe inércia. O movimento não se mantém. Ele decresce não pela ação da distância da gravidade do primário, mas pela desintegração de energia do próprio astro [quando este está fora da faixa e camada graceli]. Isto para todas as dinâmicas.

Enquanto dentro da faixa graceli a translação decresce, e a rotação tem um crescimento acentuado. Mas ao sair da faixa e camada graceli a rotação chega até o ápice que a sua energia consegue produzir e depois a aceleração rotacional é decrescente. Por causa da desintegração de energia.

Se houvesse inércia todas as dinâmicas se conservariam, mas isto não acontece.

Principalmente por que o espaço não é um vazio, mas contém densidade.

Conforme a energia se desintegra o sistema da faixa e camada graceli também se torna decrescente na sua intensidade e alcance.

Alguns exosplanetas, exoscometas, e exos-estrelas saem sistema e não mais acompanham o sistema primário.


Assim, as teorias de graceli conseguem explicar.

1- O afastamento.
2-O alinhamento.
3-O acompanhamento.
4-O seguimento de sentido de movimento.
5-O movimento graceli [ o segundo [terceiro e quarto] movimento de translação dentro de sistemas de graceli].
6-A rotação.
7-A origem da translação.
8-Uma só teoria para todas as dinâmicas e órbitas.
9-A formação e desintegração dos astros.
10- Uma só causa para os anéis e alinhamento das órbitas.

O espaço denso rompe com a inércia, pois freia os astros no espaço.

E mesmo a rotação não tendo tanto contato com o espaça denso, decresce e torna-se ínfima. Provando que conforme a energia é desintegrada [na mesma proporção] a velocidade equatorial é decresciva.

Logo, não é possível haver inércia.

E todo movimento tem por natureza ser curvo por que a rotação é curva. [não tem como não ser].

E a translação nasce da rotação do primário e dentro da faixa e camada graceli.


SOBRE A IDADE DO SISTEMA SOLAR.

Se for feito um comparativo entre a produção dos elementos químicos, a abundância dos elementos leves no cosmo. E a velocidade de recessão dos planetas.

Veremos que

Se a terra se afasta menos de um metro ao ano, e se tem cento e cinquenta milhões de quilômetros de distância, logo a idade do planeta pode passar de cento e cinquenta trilhões de anos.

Este comparativo pode ser feito com os outros planetas.

Logo, o sistema solar é muito mais velho, e o cosmo também.


SOBRE A NÃO-EXPANSÃO DO UNIVERSO.

Assim, com um cosmo tão velho é impossível que o mesmo esteja em expansão, pois não veríamos nenhuma estrela, e nem o sol. Mas engraçado o danado é quente.

Logo, tem alguma coisa que não é verdadeira.






Autor – Ancelmo Luiz graceli.

Brasileiro, professor, pesquisador teórico, graduado em filosofia.

Rosa da penha, Cariacica, Espírito Santo, Brasil.


Colaborador. Márcio Piter Rangel.

Trabalho registrado na Biblioteca Nacional – Brasil - Direitos Autorais.

Agradeço a algumas faculdades que estão incluindo os meus trabalhos em seus currículos.


TEORIA GRACELI PARA ACOMPANHAMENTO, DESACOMPANHAMENTO, SEGUIMENTO E DESSEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO.
Autor – graceli.

O acompanhamento é quando o astro ou sistema de astros acompanham o primário espaço afora.

Isto ocorre pelos fenômenos dentro da camada graceli, onde o astro é produzido e ainda como parte do primário [ dentro da camada graceli] passa a acompanhar o primário.

E este por sua vez já está acompanhando o astro que o produziu.

Fora da camada este astro tende a sair do acompanhamento.


O ACOMPANHAMENTO TAMBÉM OCORRE NO SEGUIMENTO DE SENTIDO DE TRANSLAÇÃO E ROTAÇÃO EM RELAÇÃO À ROTAÇÃO DO PRIMÁRIO.

Pois, a translação do secundário enquanto ele ainda está em formação faz parte da rotação do primário.

Só ao se afastar que ele passa a produzir a sua própria translação e rotação pela sua própria energia.

E antes de produzir a translação ele produz o movimento de rotação, recessão [afastamento] e lateralidade.

O que produz o movimento de recessão [ afastamento] é a impulsão da radiação do primário sobre o secundário.

E o que produz a lateralidade, balanço, fluxos, rotação são os fenômenos da camada graceli e a energia do próprio astro em formação.

O mesmo acontece com o movimento de inclinacidade e desinclinacidade rotacional e translacional, e o movimento de elipsidade e deselipsidade.


O MOVIMENTO SECUNDÁRIO DE ACOMPANHAMENTO QUE NÃO É UMA TRANSLAÇÃO E NÃO É UMA ROTAÇÃO, E NÃO É UMA RECESSÃO – É O MOVIMENTO GRACELI UM.

E O MOVIMENTO DE ALINHAMENTO E DESALINHAMENTO É O MOVIMENTO GRACELI DOIS.

E O SEGUIMENTO DE SENTIDO DE MOVIMENTO É O FENÔMENO GRACELI.


TRATADO DO DIRECIONAMENTO DA ORDEM CÓSMICA, ASTRONÔMICA, FÍSICA E QUÍMICA.

Há uma ordem e direcionamento nas órbitas e dinâmicas dos astros. Produzindo uma harmonia que envolve desde a produção dos elementos químicos, às dinâmicas e órbitas dos astros, etc.


TEORIA astronômica e cosmológica DA CAMADA E FAIXAS GRACELI.

Autor – Ancelmo Luiz Graceli.

Cosmofísica graceliana.

Camada graceli [envoltório em todo astro e em todo sistema de astros, galáxias e sistema atômico].

 Faixa graceli [anel de ação que posiciona na faixa do equador e eclíptica produzindo o movimento de lateralidade]. E produzindo o alinhamento.

A faixa graceli que produz os astros primeiro produzindo os anéis forma uma faixa méis denso de matéria, energia e campos dentro do astro, produzindo assim o magnetismo, e daí produzindo os outros fenômenos, como anéis, alinhamento e acompanhamento.

 Ação magnética de lateralidade dos pólos para o equador.

Tanto a camada quanto a faixa estão presentes no sistema atômico, de astros, galáxias, e na formação cósmica.

A camada e faixa graceli que determinam o alinhamento cósmico, anéis, eclipses, acompanhamento astronômico e cósmico, movimento de lateralidade [da inclinação para o centro da faixa].


A faixa produzida pelo magnetismo produz o alinhamento cósmico, anéis, o movimento de lateralidade e inclinacidade, e elipsidade e os eclipses, e a eclíptica.

O próprio magnetismo é produzido por uma faixa graceli interna [dentro dos primários, que se formaram durante a formação do astro na fase de anéis]. Pois, nesta fase que o astro passou que é a fase de anéis tem maior densidade, por isto que o magnetismo sempre é dos pólos para o equador.

Assim, temos

1- A FAIXA GRACELI INTERNA [DENTRO DO ASTRO].

2- A FAIXA GRACELI EXTERNA [ESPACIAL], em volta do equador do astro. Produzindo os anéis, eclíptica, movimento de lateralidade, fluxos, balanços, movimento de inclinação e elipses,

3- E A CAMADA GRACELI ESPACIAL, que é uma circunferência em torno de todo astro.
 Produzindo a esferificação. E o seguimento de sentido de movimento pelo secundário.

4- E A CAMADA GRACELI DE SISTEMAS, onde uma fica dentro da primeira e primária. E de secundários dentro de secundários.

Produzindo o acompanhamento cósmico e espacial.



TEMOS NESTE PONTO.

1- Os processos de formação dos anéis, esferas, radiação e magnetismo.

2- As dinâmicas e órbitas.

3- As dinâmicas de lateralidade, e movimentos de inclinacidade e elipsidade, e retrocidade.

4- E as variações e fluxos e balanços de todas as dinâmicas e órbitas.

5- E o fenômeno do alinhamento cósmico e desalinhamento [eclíptica]
6- O fenômeno do acompanhamento cósmico.
7- E o fenômeno do seguimento de sentido de movimento.


Isto inclui o sistema atômico, o sistema estelar e planetário, sistemas de galáxias, e o próprio cosmo.

Fora da camada graceli o astro ou sistemas inicia uma outra fase, que é a fase da irregularidade crescente e aceleração decrescente.

Produzindo movimentos retrógrados tanto de translação quanto de rotação, movimentos de lado, inclinações e excentricidades grandes.



ASSIM, A ECLÍPTICA ORBITAL E A ECLÍPTICA ROTACIONAL, QUE SÃO O ALINHAMENTO TRANSLACIONAL E ROTACIONAL SÃO DETERMINADAS PELA AÇÃO DA FAIXA GRACELI.


FENÔMENO DO ALINHAMENTO ROTACIONAL.

Temos neste ponto que não só a órbita passa por um alinhamento de posicionamento, mas também a rotação do astro.


Assim, as galáxias se distribuem formando um centro cheio [arredondado], ainda quando a inclinação é pequena, e também a excentricidade também passa por esta fase.

Ou seja, com os sistemas estelar, planetário o movimento de inclinação começa grande e diminui [achatando a galáxia], e a inclinação depois volta a aumentar infinitamente. Porém, a aceleração é decrescente infinitamente.

Ou seja, o formato é crescente enquanto a aceleração é decrescente.

O mesmo acontece com o movimento de circularidade e elipsidade.

Inicia grande e depois diminui, e depois começa a aumentar formando uma elipse sempre maior, porém a aceleração é decrescente infinitamente.

Assim, os sistemas produzem um formato elíptico para arredondado, e arredondado para elíptico.

E bojudo para achatado [alinhamento e eclíptico], e achatado para bojudo, bordos [extremidades] maiores e crescentes.

Como se vê aqui, todo este processo se encontra em mudança, pois a natureza não é fixa, mas estruturante.

E como os sistemas estelares também há os movimentos livres quando estes se encontram muito distantes da faixa e camada graceli.

E estes movimentos já fora da camada graceli os astros desenvolvem a sua própria rotação, translação, órbitas, elipsidade e inclinacidade, uns produzindo movimentos retrógrados, de lateralidade, fluxos orbitais e rotacionais, balanços, etc.


É bom ressaltar que a natureza espacial tem neste ponto três fases.

A DA FAIXA GRACELI.

A DA CAMADA GRACELI.

E A ESPACIAL [fora da camada e faixa graceli], com menos densidade, onde os astros ficam livres e onde passa a imperar só a energia do próprio astro para a sua órbita, dinâmicas, e fenômenos.

Até um asteróide ou cometa quando entram na camada e faixa graceli a suas órbitas sofrem uma pequena alteração.

Alguns cometas têm parte da sua coma e cauda desintegradas quando entram na camada ou faixa graceli. E já houve caso de alguns serem desintegrados.

Ou mesmo saírem com uma maior cauda por ter passado por um processo maior de desintegração quando sofreu a ação da temperatura do sol sobre ele.


As estrelas como os exosplanetas também saem de suas órbitas e passam a vagar livremente no espaço.


Assim, a faixa graceli é que produz o achatamento dos sistemas de galáxias, estrelas, planetas e asteróides.

Dentro das estrelas, planetas e cometas há a faixa graceli interna que se formou durante a origem e estruturação do astro. Durante a fase de anel em que o astro passou.

Esta faixa que determinará a faixa graceli espacial e as camadas graceli.

Assim temos

1- A FAIXA GRACELI INTERNA [dentro do astro].

2- A FAIXA GRACELI [externa, ENVOLTA do astro e anel], QUE É UM DISCO DE ENERGIA E MAGNETISMO ENVOLTA DO EQUADOR DO ASTRO. COM DENSIDADE E ALCANCE DECRESCENTES.

3- A CAMADA GRACELI QUE É UM ENVOLTÓRIO EM TODO ASTRO COM ALCANCE E DENSIDADE DECRESCENTES.

4- E A ESPACIAL. FORA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

Dentro das estrelas têm a faixa graceli interna que se formou durante  a sua origem na fase de anel estelar cósmico.

Que através disto pode-se calcular a idade das estrelas e do cosmo, que é trilhões de vez maiores do que imaginamos hoje.

É bom lembrar que há vários universos, em varias fases. Ver teoria do universo fluxonário estruturante, teoria cosmológica da gracelongênese, segunda teoria cosmologia graceliana [publicadas na internet].


Com isto a natureza e os astros na tem fim na sua produção, e a matéria e o espaço são infinitos e sem forma definida.


COSMOFÍSICA – agentes e fenômenos cósmicos.

A energia, a compressão do espaço denso e a faixa graceli são os agentes da física, sistema atômico, astros, anéis, faixas, camadas, galáxias, universos e do cosmos.

A compressão do espaço denso forma a matéria e alguns elementos leves.

Que vão produzir a energia e os astros.

A energia vai produzir campos, radiação e a faixa graceli, e quando sair da camada graceli vai manter a dinâmica e órbita do astro ou sistema pela produção da sua energia e do sistema.

A faixa graceli vai carrear pelo magnetismo para produzir os anéis, a camada graceli vai comprimir pela ação do espaço denso e atmosfera produzindo as esferas, que serão os secundários.

O sistema atômico também tem as faixas e a camada graceli.

A radiação produzida pela energia do primário vai impulsionar os anéis e esferas para fora, produzindo o afastamento progressivo e lento [movimento de recessão] do secundário.


A ação da faixa e camada graceli, juntamente com o magnetismo e compressão atmosférica e espaço denso vão comprimir e esferificar o material expelido pelo primário, que com este material serão formados os anéis, que dos anéis serão formados a faixa graceli interna, e depois este material se transformará em esferas.

A faixa graceli vai produzir o movimento de lateralidade, inclinacidade e elipsidade produzindo o alinhamento [ eclíptica e formato em disco, e a órbita será arredondada, pela deselipsidade].

Ou seja, o astro inicia com uma considerável inclinação e excentricidade, e passa por uma fase de alinhamento [translacional e rotacional] e arredondamento de órbita que funciona neste ponto pela ação da faixa graceli.

Ao sair da faixa graceli o astro inicia um processo de irregularidade crescente e dinâmica decrescente. Ou seja, desacelera.

Que levará o astro a ter órbitas e rotações retrógradas, irregulares, e surgirão os exosplanetas pelo afastamento [movimento de recessão].

E quanto menor e distante estiver o astro maior será a sua irregularidade, e retrocidade tanto orbital quanto rotacional.

Observação. As irregularidades das elipses, inclinações e retrocidade é um processo constante. Ou seja, podemos ter uma observação hoje de uma forma e no futuro de outra, e mais adiante outra, ou mesma a primeira.

Ou seja, a elipsidade arredondamento, a inclinacidade translacional e rotacional, a retrocidade é um movimento constante.

O mesmo acontece com o movimento de lateralidade, ou seja, os astros não só se movimentam em rotação, translação e recessão, mas também se desloca de lado tanto na rotação quanto na sua órbita.

Pelo posicionamento do sol em relação à via Láctea, e por ela ser uma estrela secundária isto me leva a crer que o cosmos tem trilhões de anos.

Assim, existem as faixas e camada graceli.

Planetária - que alinha e carrega [faz acompanhar os satélites], e produz o seguimento de sentido de movimento do secundário pelo movimento rotacional do primário.

Solar [estelar] - que alinha, carrega e seguimenta planetas e cometas.

Galáctica – que alinha e faz acompanhar estrelas, planetas e satélites.

De aglomerados – que faz acompanhar, seguimenta e alinha em forma de disco galáxias, estrelas, planetas, e satélites. Mesmo os errantes.

O COSMO É FORMADO DE VÁRIOS UNIVERSO QUE SE DIVIDEM EM QUATRO CATEGORIAS – VER TEORIAS DO UNIVERSO FLUXONÁRIO E DA GRACELONGÊNESE.


FAIXA E CAMADA GRACELI CÓSMICA.

Assim, o universo é constituído de.

Espaço denso,
Faixa e camada graceli,
Matéria, energia, radiação, temperatura, luz e outros.
Compressão.
E outros fenômenos.

As estrelas são formadas num sistema igual à dos planetas e satélites.

Por isto possuem a faixa graceli interna [disco com maior densidade na faixa equador e dento da estrela] e que isto que seguimentará o magnetismo para dos pólos para o centro, produzindo o equador, o alinhamento, o formato em disco, a eclíptica e a faixa graceli.

E também os anéis.

E para isto ser verdade as estrelas também passam por este processo na sua produção, logo, elas são bem velhas por isto uma idade de trilhões de anos, e não de bilhões.

Esta idade se confirma com o movimento de afastamento [recessão] dos planetas.

Ver a teoria do universo fluxonário, gracelongênese e a segunda teoria de astronomia graceliana.


PARA SE CALCULAR A IDADE DO UNIVERSO.

Calcula-se o movimento de recessão de plutão em relação ao ano da terra.

Com isto se verá que para cada ano a terra se afasta menos de um metro, e este afastamento também ocorre com plutão.

E considerando a distância de plutão do sol, e sendo plutão o primeiro planeta do sistema solar [não está sendo considerado aqui os exosplanetas do sistema solar que já se afastaram], logo, plutão tem uma idade de seis trilhões de anos.

E se considerar que o sol se formou antes para depois produzir os planetas.
Logo, o sol tem uma idade ainda maior.

E se considerar que as galáxias se formaram antes, logo a idade do cosmo ainda é maior.

E se considerar que antes de se formar a matéria esferificada a mesma passou por processos de formação de elementos leves a pesados, principalmente nas nebulosas, logo, temos neste ponto um cosmo ainda mais velho.

Neste ponto se separa cosmo de universo.

Cosmo é a totalidade de todos os universos.

UNIVERSOS SÃO FASES EM QUE PASSAM CADA UNIVERSO. Pois temos universos de espaço denso, de elementos leves, de esferas luz e temperatura, e universos lentos, apagados, de matéria escura e sem luz, só com uma fraca radiação [que hoje está sendo detectada, mas não encontrada].

Basicamente são quatro fases de universos, enquanto uns se encontram em fase final, outros estão iniciando a sua fase.

Com isto a quantidade de energia e matéria aumenta [é crescente] no cosmo.

Logo, a energia, e o movimento não se conservam, logo são crescentes.

O formato de uma parte do universo [da via Láctea] tem formato em disco com uma região central com um halo de aglomerados de estrelas globulares e velhas estrelas com pouca luz e temperatura, e fraca radiação. Pouco movimento e grandes irregularidades, e estrelas com movimentos retrógrados, e com granes inclinações e excentricidade.

Que confirmam as minhas teorias dentro da física, cosmologia e astronomia. Que podem ser confirmadas nas teorias de do universo fluxonário, na segunda teoria de cosmologia, nas teorias de astronomia graceliana, e na gracelongênese.

E o afastamento [expansão] na verdade é um pequeno afastamento, que se deve à radiação dos primários, e não uma falsa grande explosão que deu início a tudo.

Confirma-se nas observações do cosmos.

Em que o mesmo se divide em espaços vazio e grandes aglomerados de gases, esferas e esferas com pouca luminescência e temperatura, e radiação fraca.

A matéria surge da aglutinação do espaço denso, e em processos de aglutinação mais densa e intensa faz com que surge a matéria, energia, elementos e aglomerados de gases para depois se tornar de elementos leves, e depois a se tornar esferas e astros secundários e processando grande quantidade de energia.

Há lugares que o espaço denso tem uma enorme densidade possibilitando nestes lugares o surgimento de núcleo [centro] com maior densidade.

Onde acontece a maior produção de energia e elementos químicos.

A faixa graceli produz o formato em disco [alinhamento e eclíptica] das galáxias e aglomerados.

E o sistema solar também em disco, pelo carreamento pela faixa graceli produzindo a eclíptica.

A faixa e a camada graceli também produzem o acompanhamento, e o seguimento do sentido de movimento da rotação do primário pelo secundário pela sua translação.

E o espaço denso, atmosfera e campos comprimem a matéria produzindo as esferas.

Isto ocorre num processo de fluxos que é produzido pela energia, desintegração e reintegração em astros menores e órbitas próximas.

O que a faixa graceli produz.

Os anéis, o alinhamento e movimento de lateralidade e inclinacidade e elipsidade.

O formato em disco dos sistemas atômico, astronômico e cósmico.

O afastamento [recessão] pela ação da radiação do primário.

O seguimento do sentido da translação do secundário.

O acompanhamento dos secundários aos primários.

A compressão e esferificação pela pressão da atmosfera e espaço denso.

Produz a translação do secundário pela energia e rotação do primário.

O aumento de matéria e o decréscimo de rotação, recessão, inclinacidade, elipsidade, lateralidade, e translação prova que a inércia não existe. E que a dinâmica e órbita do astro depende da camada e faixa graceli e da energia de todo sistema.
A camada e faixa graceli também dependem da energia de todo sistema, pois o seu alcance e intensidade variam conforme a energia e o afastamento.

Se existisse inércia o movimento se manteria conforme ele iniciou.

Pois há onde um corpo há matéria, e onde há matéria há energia e energia é igual a movimento.

E o que acontece com os astros é o seguinte. O movimento diminui conforme a energia vai sendo processada e desintegrada.

M= e. Movimento é igual à energia.

Por outro lado as teorias da gravitação e relatividade não conseguiram responder o que causa o alinhamento, o acompanhamento e o seguimento.

E não responderam o causa os anéis e as esferas, e nem a relação entre astronomia, cosmologia e a produção dos elementos de leves em pesados e de pesados em leves.
[ver teoria da energeticidade, e cosmology unification – na internet]

A faixa graceli produz o deslocamento inclinado para menos inclinado, e quando fora da faixa graceli a inclinação volta a aumentar progressivamente, enquanto a aceleração da inclinação torna-se decrescente.

O mesmo acontece com a inclinação rotacional.

O mesmo acontece com o movimento de elipse para arredondamento pela ação da faixa graceli, e depois passa a produzir o movimento de elipsidade.


Ao sair da faixa e camada graceli o astro aumenta as suas inclinações rotacional e translacional, levando o astro a desenvolver um entorcimento rotacional e translacional, em que ele passa produzir um processo de órbitas retrogradas e rotações inversas, num processo de ida e volta.

Entre os movimentos pode-se citar.

1- Translação.
2-Rotação.
3-Recessão [afastamento]
4-Balanço [fluxo] rotacional e translacional.
5-Lateralidade.
6-Inclinacidade e desinclinacidade.
7-Elipsidade e arredondamento.


SOBRE AS NEBULOSAS.

Na fase inicial são as de gases dão origem à nebulosas de estrelas e gases. Ou seja, depende do estágio de processamento em que se encontram.

O formato em disco, elipse e espiral são produzidos pela faixa graceli das nebulosas.

E as estrelas nas extremidades das nebulosas são de uma fase mais avançada. Que é a fase mediana.

E na fase final são aglomerados com estrelas apagadas e com pouca dinâmica. E grandes elipses e inclinações e movimentos retrógrados.

Estas fases também passam os astros e sistemas de astros e átomos.

No centro das nebulosas e aglomerados encontram-se os gracelons – centro de imensa temperatura, radiação e luz, que é reabastecido constantemente por espaço denso. E que leva o cosmo a ter um acréscimo considerável de matéria e energia.

Pois, a todo o momento os gracelons processam e produzem novas matérias e energia e são lançadas no espaço.

OU SEJA, OS GRACELONS SÃO CENTROS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA E MATÉRIA, ONDE SÃO ABASTECIDOS POR ESPAÇO DENSO. COM ISTO A MATÉRIA É CRESCENTE.

Assim, a energia não se conserva, pois ela aumenta no cosmo e também se desintegra, mas ela está aumentando em quantidade. Pois a matéria está aumentando.

O sistema cósmico é um sistema de produção de novas energias e matéria, para isto precisa ser alimentada e abastecida com novos materiais, que é o espaço denso.

Este processo de produção de matéria e transformação de espaço denso para matéria e energia. Recebe o nome de gracelon.

E o centro onde este processamento ocorre é o gracelon. [ver teoria da gracelongênese – publicada na internet].

Este aumento de matéria se confirma com a quantidade de gases leves que se encontram na atmosfera.

E se há uma grande quantidade de matéria é porque há uma origem constante. Logo, ela só pode estar sendo processada por algum sistema de produção. E por algum componente. [Ver teoria do universo fluxonário – publicado na internet].

E se há fases do universo, e considerando a radiação fraca que é detectada no espaço, levando a crer na existência da matéria escura, logo, pode haver universos apagados e lentos.
Logo, o universo desintegra a matéria e a energia.

E levando em consideração a disposição das órbitas das galáxias e estrelas, e órbitas periféricas, logo se confirma as fases de vários universos, ou melhor, multiversos.

O gracelon como estrutura não chega ater um formato definido, é como um imenso plasma de alta temperatura, onde processa espaço denso em matéria.

Assim, temos o gracelon como processamento e como agente de transformação.

Os gracelons não são gases ou estrela, mas uma imensa massa de plasma sem formato, produzindo luz, temperatura, energia, radiação, campos e elementos químicos leves.

A produção dos pesados é de fases mais adiantadas.

E que podem ser detectados no centro das galáxias e nebulosas.

E que formam o magnetismo galáctico e a eclíptica dos aglomerados, produzindo a faixa e a camada graceli cósmica, por isto que numa fase mais adiantada o formato do cosmo e em disco, com o centro e a extremidade mais arredondados.

Dentro dos gracelons tem um fluxo de pulsos variados.

Com a faixa e camada graceli o sistema de galáxias desenvolvem um deslocamento para um centro eclíptico, formando achatamento [alinhamento, e formato em disco] das galáxias e aglomerados. Isto também se processa com o sistema de estrelas, planetas, cometas, satélites e sistema atômico.

Ou seja, temos os mesmos fenômenos para todos os sistemas, por isto que há A CAFQ [ UNIDADE COSMOLÓGICA, ASTRONÔMICA, FÍSICA, E QUÍMICA]

E QUE FORMA OS EFEITOS E MOVIMENTOS GRACELI GALÁCTICO E DE TODOS OS SISTEMAS.

E QUE SÃO OS FORMADORES DO FORMATO ACHATADO, INCLINADO, ELÍPTICO E ARREDONDADO DOS ASTROS DENTRO DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

E os movimentos retrógrados fora da faixa e camada graceli.


Ao sair da faixa e camada graceli galáctica as estrelas passam a mover com a sua própria energia, e saem do eixo eclíptico galáctico.

O mesmo que acontece com o sistema planetário e estelar.

Como no sistema solar o sistema galáctico passa pelas quatro fases.

Inicial – que é da faixa a camada graceli.

Mediana – entre a faixa e camada graceli e energia própria.

Mediana para final – fora da faixa graceli.

E final – soltas no espaço, fora de qualquer sistema eclíptico.
Com granes instabilidades, grandes e crescentes inclinações e excentricidades.
Aceleração decrescentes de todos os movimentos.


As eclípticas galácticas, estelar, e planetária são causadas pela faixa graceli de cada sistema.


O campo magnético dentro da faixa graceli que produz o alinhamento [formato em disco e eclíptica] dos sistemas.


OS SISTEMAS.
Os sistemas são os galácticos, estelares e planetários, e que por causa da ação da faixa e camada graceli ocorre o alinhamento e o acompanhamento de terciários e secundários, e de secundários a primários. Ou seja, de satélite para planeta, de planetas para estrelas, de estrelas para galáxias e estas para aglomerados.

O acompanhamento ocorre por causa da ação da faixa e camada graceli e é formado um sistema fechado onde o astro com sua energia produzem a faixa e a camada graceli, onde a ação destas pode chegar a milhares de quilômetros.

Ou seja, o alcance e intensidade dependem da produção de energia.

Como exemplo pode-se citar a faixa a camada graceli solar que chega próximo do planeta Marte.

E esta ação que produz vários fenômenos, entre eles.

1- Os anéis, a esferificação.
2- O movimento de lateralidade.
3-Juntamente com a energia produz a rotação e translação.
4-Produz o alinhamento [formato em disco e eclíptica].
5-Acompanhamento.
6- O seguimento de sentido de translação do secundário que acompanha o sentido de rotação do primário.
7-O movimento de elipse, arredondamento.
8- inclinacidade, e alinhamento.
9-Balanços, fluxos e variações.
10-Alterações na coma, cauda, energia e estrutura de cometas quando entram na camada graceli ou quando passam a faixa graceli.


Dentro da faixa e camada graceli ocorrem vários fenômenos que são.

Magnetismo, radiação, luminescência, temperatura, gravidade, pressão atmosférica, pressão do espaço denso, barreira atmosférica quando comas e caudas de cometas sofrem alterações quando a atravessam, e asteróides são destruídos quando também entram num sistema atmosférico.


Alguns cometas se desintegraram quando entraram no espaço a uma distancia de 1,5 unidades astronômicas do sol. Ou seja, próximo de marte.


Assim, temos.

Alcance e intensidade da faixa e camada graceli.
Barreira da faixa e camada graceli.
E fenômenos e efeitos da faixa e camada graceli.

Que são.

Produzir formato em disco.
Produzir o acompanhamento.
Produzir o carreamento de radiação, e gases dos pólos para o equador.
Produzir o seguimento de sentido de movimento no secundário.
E produzir as dinâmicas, órbitas e movimento de lateralidade.

E outros.


O sistema solar se transformará em um disco retorcido e alongado [disco com extremidades em espiral e formando uma elipse oval], e no final terá planetas livres e soltos no espaço produzindo movimentos retrógrados. Porém, o sistema ainda produzirá vários planetas.

Temos assim o alinhamento e desalinhamento.

Movimento de lateralidade.
Acompanhamento e desacompanhamento.
Seguimento e desseguimento.
Afastamento.
Fluxos.
Inclinacidade e elipsidade.

E RELAÇÃO E EQUIVALÊNCIA [TEORIA DA RELAÇÃO E EQUIVALÊNCIA] entre a rotação do primário com a translação inicial do secundário.

É possível ter previsões astronômicas e cosmológicas com este sistema graceliano. TEORIAS GRACELIANA DAS PREVISÕES

Onde é possível prever o futuro do astro e cosmo e saber o seu passado.

Temos assim, a origem, causas, efeitos e fases, e equivalências. E previsões e consequências futura.

Assim, temos uma ciência da materialidade dividida em vários ramos e partes.

1- Das origens, causas e efeitos e previsões.
2- Da materialidade, energia e estruturas.
3-Das camadas e faixa graceli.
4- Os formatos.
5- Das dinâmicas.
6- Das órbitas.
7-Da variabilidade, fluxonalidade e pulsabilidade.
8- Da unidade, equivalência, totalidade, universalidade.


COMPONENTES DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

Pressão magnética – carreando gases e produzindo anéis.

Pressão atmosférica e do espaço denso – produzindo disco e esferas.

Ação de impulsão da radiação – impulsionando os astros para fora produzindo o afastamento e o distanciamento entre os astros.

Pouca rotação e grande translação.

O magnetismo produz o deslocamento lateral do astro, alem da rotação, translação e afastamento.

Produz também o movimento de lateralidade para a rotação.

Tem ação sobre a elipse e o arredondamento das órbitas dos astros.


ASTRONOMIA FORA DA FAIXA E CAMADA GRACELI.

Energeticidade e alternancidade.

Muda e passa a atuar só a energia própria do astro.

As dinâmicas são decrescentes.

E as órbitas, afastamentos, acompanhamento, seguimento de sentido de movimento, alinhamento, são crescentes e as acelerações são decrescentes.

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